Enquete do INC 1370/2023

Resultado

Resultado parcial desde 09/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 22.507 97%
Concordo na maior parte 227 1%
Estou indeciso 26 0%
Discordo na maior parte 31 0%
Discordo totalmente 366 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

DEVERIA ABRANGER A NECESSIDADE DE PERMITIR AO MILITAR DA RESERVA REMUNERADA TRABALHAR EM TODAS AS ÁREAS DO TRABALHO, NÃO SOMENTE NAS ÁREAS DE EDUCAÇÃO E SAÚDE. CENTENAS DE MILITARES ESTÃO IMPEDIDOS DE TRABALHAR POR FORÇA DE NORMA. ESSE IMPEDIMENTO NÃO BENEFICIA A NINGUÉM. RESTRINGE CENTENAS DE HOMENS QUALIFICADOS A PERTENCER AO MERCADO DE TRABALHO.

FRANCISNEI MUNHOZ GOMES 16/10/2023
391

Existe um fato que para galgar as graduações Primeiro Sargento e Subtenente, deve-se concluir com aproveitamento o curso de aperfeiçoamento de sargento (CAS). Pois, os militares oriundos das armas, serviços e outros quadro, fazem OBRIGATIRIAMENTE o CAS. Diante disso penso que os integrantes do quadro especial, para galgar as graduações de 1°Sgt e ST, devem realizar o CAS, para terem tratamento isonomico.

Geraldo Batista de Camargos 15/10/2023
89

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Exibindo resultados 1 a 10 de 329 encontrados.

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  • Ponto positivo: Uma ótima iniciativa, além de ser,justo, porque estão cometendo, várias injustiça! São guerreiros, estão todos, fazendo seu trabalho corretamente, saindo de casa, pára O trabalho, sempre com fé Q irá voltar e abraçar seus familiares! Concordo dê que!... Não deve ter desigualdade! Direitos servem pára ser comprida! E não deixar os Q mais se esforça, pára dá seu melhor, e ter e dá uma vida diguina pára aos que o ama seus familiares! Acho um absurdo dê dá seu sangue e no final, morrerem na praia

    Maria Thelma Cardoso da silva 07/01/2024
    6
  • Ponto positivo: Eu sou totalmente favoravel. Já presenciei muitos desse guerreiros exercendo funçoes de cargo de confiança e até muitas delas delegada pelo proprio .COMANDANTE. E isso independente de ter curso de CAAS mas sim o compromisso e comprometimento com serviço no qual eles juraram pela instituiçao Muitos guerreiros estao nesse momento em todo o Territorio Nacional exercendo essas mesmas funçoes em vista disto eu não vejo nada contra esses Bravos guerreiros que eles fizeram e fazem por merecer.

    MARCIO DE SOUZA SANTOS 04/01/2024
    9
  • Ponto positivo: Eu incorporei em Manaus em 1988, e fui mandado pra São Gabriel da cachoeira, aonde servi por 17 anos; nesse período fui promovido a cabo depois de exaustivo curso, trabalhei em várias funções de sargento, inclus. nas áreas burocráticas mais variadas , servi 11 anos nos destacamento de fronteira, maturação, São Joaquim, tunui e Querari, não tive a oportunidade de ascender na carreira, o exército me negou isso, eu me sinto excluído, injustiçado e discriminado, espero que dê certo essa iniciativa.

    FRANCISCO PEDRO MARQUES 04/01/2024
    7
  • Ponto positivo: Excelente iniciativa, precisamos valorizar o trabalho desses valorosos praças, os nossos (cabos véi) com a sua experiências tem auxiliado no cumprimento de missões ,e na manutenção de diversas áreas profissionais dentro das OM., situações que muitas vezes militares de carreira ,por movimentaçoes desconhece atribuições peculiares em OM. Enquanto o nosso militar Raiz prata da caserna (OM ) detem conhecimentos profissionais específicos de grande valia.

    FERNANDO FRANCISCO DOS PRAZERES 20/12/2023
    8
  • Ponto positivo: Será mais uma forma positiva de reconhecer o trabalho dos Sgt QE, militares competentes, responsáveis e altamente profissionais. Os condutores de veículos por exemplo, passam por um curso altamente exigente para trabalharem com as mais altas autoridades do Brasil. De generais à presidente da República, são responsáveis muitas vezes por seções dentro e fora da força, realizam inclusive exames de contra-cheques, eu mesmo ja fiz, são detentores de carga de quartéis, são merecedores sim.

    VANDERLEI SILVA DE LIMA 20/11/2023
    34
  • Ponto positivo: É uma reivindicação pertinente para consertar uma grande injustiça com esse valorosos militares praças

    Ernani Bastos 15/11/2023
    48
  • Ponto positivo: Boa tarde meus amigos veteranos do EB e todas as forças armadas espero que seja feita a justiça do lado positivo que vocês consiga almejar aquilo que o seu coração espera a tanto tempo já deu tudo certo em nome de Jesus faça um apelo por favor aproveita essa ação de todas as forças armadas eles deram a vida do seu sangue deram tudo de si então essa promoção tão esperada é mais que justo ajude os seus irmãos e suas famílias de farda fico acreditando que o sonho que vocês ainda não acabou Brasil

    Verônica de Souza Brasileiro pereira 14/11/2023
    45
  • Ponto positivo: Devem todos ter o mesmo direito.

    Anderson Ferreira Pereira 13/11/2023
    37
  • Ponto positivo: É uma forma de reparar as injustiças com a família do Quadro Especial do Exército.

    AILTON OLIVEIRA SANTOS 10/11/2023
    58
  • Ponto positivo: A Lei vêm para corrigir os erros adm dentro da FA aos longos de mais três décadas, são homens dignos de percorre a progressão militar de Cb a ST, somos merecedores, tivemos várias avaliações até atingir a estabilidade (dez anos de efetivo sv mil) não era reconhecido e agora com o apoio da deputada federal gleisi hoffmam e presidente do PT, com o projeto de Lei de criação do quadro especial de graduados do exército e chancelada nas duas casas do legislativas e pelo executivo, por fim o Decreto.

    Adelino Gonçalves de Paula 09/11/2023
    68
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.