Enquete do PL 4831/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 1%
Concordo na maior parte 6 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 36 2%
Discordo totalmente 2.089 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Esse PL parece mais um looby em favor das concessionárias e grandes produtores de energia. Vai contra os interesses da nação e do povo brasileiro. Um verdadeiro absurdo. Quanto mais geração distribuida, melhor para todos

CARLOS PRETTO MARTINI 05/10/2023
233

Limitar a GD a 10% da matriz?! Vocês querem atingir neutralidade de carbono como? Ligando termoelétricas? Esse projeto está na contramão total! Deve ser REJEITADO SUMARIAMENTE!

Claudio Felix 05/10/2023
253

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 94 encontrados.

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  • Ponto negativo: Absurdo sobre absurdo. Porque precisamos coibir a produção de energia solar? O país precisa de energia limpa como este meio de produção de energia. Projeto tira empregos e reduz capacidade instalada, em especial dos micro produtores de energia. A quem interessa essa intervenção descabida? Chega de projetos para ampliar as oportunidades aos mais ricos e a arrecadação para sustentar este estado ineficiente e inoperante, lotado de benesses aos representantes e operadores do sistema.

    EDUARDO ALBERTO MANFREDINI 29/06/2024
    0
  • Ponto negativo: No ano em que o Brasil vai sediar a COP 30 vem um projeto de encontro total ao caminho do mundo pela energia limpa. Os deputados e deputadas têm o dever de pugnar por um mundo com menos carbono e pouco a pouco livra da energia suja.

    Oswaldo Chaves 24/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Acredito que o investimento particular das pessoas para produzir energia solar,ajuda não só o meio ambiente como tbm a própria concessionária de energia que recebe parte da mesma para manter a demanda quando temos as menores produções em época de secas, quando se faz necessário usar as termoelétrica encarecendo ainda mais o bolso de seus clientes e produzindo a poluição.

    JCarlos Caemerer 29/05/2024
    3
  • Ponto negativo: Esta PL Serve para o eleitor Baiano identificar quem representa o povo ou as grandes EMPRESAS multinacionais, que colocam muita das vezes sua busca pelo lucro acima das questões ambientais, sociais...... A PL vai na contra-mão dos avanços das energias renováveis. Grande absurdo.

    FRANCILDO DA CONCEICAO MAUES RODRIGUES 02/05/2024
    6
  • Ponto negativo: Este Projeto JAMAIS deve ser aprovado, visto que é uma violação direta dos direitos de todos os brasileiros como consumidores, apoiando o monopólio já existente das concessionárias a favor de eliminar o direito de escolha. Para mim, o autor deste projeto deveria ser investigado e cassado, pois claramente este é o produto de um Lobbying pesado.

    Rafael Freitas 19/04/2024
    9
  • Ponto negativo: 1º Quando faltar energia ( baixa dos reservatorios ) nos pobres sofremos mais para pagar a taxação da bandeira vermelha. ( pois será ligada as termos ) energia das Termoeletrica é energia PODRE, prejudicial a todos nós 2º Em outras palavras; , "É como se tivesse privatizasse o S.U.S e impedisse que a UNIMED venda plano de saúde. 3º A Empresa de energia atuais, ja prestão um serviço de QUALIDADE MEDIANA, se ficar com o mercado nas mãos delas, o servico vai SIM só piorar.

    gean eder 19/04/2024
    4
  • Ponto positivo: A ampliação da planta de energia solar residencial no Brasil é extremamente benéfica por diversos motivos. Aqui estão alguns argumentos que você pode considerar**Sustentabilidade:** A energia solar é uma fonte renovável e limpa, o que significa que sua geração não emite poluentes ou gases de efeito estufa. Ao optar por energia solar em residências, contribuímos para a redução da nossa pegada de carbono e para a preservação do meio ambiente.

    Cláudio Souza Nascimento 17/04/2024
    4
  • Ponto negativo: Senhores e Senhoras, ESTE PL TEM UM ENORME POTENCIAL DE ACABAR COM UM MILHÃO DE EMPREGOS DOS BRASILEIROS DE FORMA IMEDIATA E DIRETA E OUTROS MILHARES DE FORMA INDIRETA... UM SETOR QUE SÓ BENEFICIA O POVO COM DESENVOLVIMENTO E CRESCIMENTO DA ECONOMIA E O MEIO AMBIENTE COM ENERGIA LIMPA. TEM QUE SER MUITO COMPROMETIDO COM O PODER OBSCURO PARA APOIAR UM RETROCESSO DESSE. ESTAMOS DE OLHO!!

    Leonardo SM 16/04/2024
    5
  • Ponto negativo: Absurdo total, barrando o progresso da energia limpa e renovável, fica estampado o óbvio na cara da nação o que querem com isso. Afinal essa proposta só beneficia as concessionárias, governo e os empresários que tem ações/ investimentos nas concessionárias. Enquanto isso, o resto da nação é prejudicada, por causa de uma proposta excrota.

    Camila Clara Dos santos Custodio 13/04/2024
    4
  • Ponto positivo: Positivo somente para o Governo e para as Concessionarias de Energia.

    Arllen Philipe 10/04/2024
    3
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  1. EMP 17 => PLP 68/2024

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  3. PL 3010/2019

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  4. PL 2650/2024

    Altera a Lei nº 10.855, de 1º de abril de 2004, que dispõe sobre a reestruturação da Carreira Previdenciária, de que trata a Lei nº 10.355, de 26 de dezembro de 2001, instituindo a Carreira do Seguro Social, e dá outras providências, para dispor sobre a alteração do requisito de entrada para o cargo de Técnico do Seguro Social e reconhecer as atribuições da carreira do Seguro Social como exclusivas e essenciais ao Estado.

  5. PL 1904/2024

    O Projeto de Lei 1904/24 equipara o aborto realizado após 22 semanas de gestação ao crime de homicídio simples, inclusive no casos de gravidez resultante de estupro. Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta altera o Código Penal, que hoje não pune o aborto em caso de estupro e não prevê restrição de tempo para o procedimento nesse caso. O código também não pune o aborto quando não há outro meio de salvar a vida da gestante.  Com exceção desses casos em que não há punição, o código prevê detenção de um a três anos para a mulher que aborta; reclusão de um a quatro anos para o médico ou outra pessoa que provoque aborto com o consentimento da gestante; e reclusão de três a 10 anos para quem provoque aborto sem o consentimento da gestante.  Caso o projeto seja aprovado pelos parlamentares, o aborto realizado após 22 semanas de gestação será punido com reclusão de seis a 20 anos em todos esses casos e também no caso de gravidez resultante de estupro. A pena é a  mesma prevista para o homicídio simples.  Justificativa O texto foi apresentado pelo deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e outros deputados. Segundo os parlamentares, quando o Código Penal foi promulgado, “se o legislador não colocou limites gestacionais ao aborto, não foi porque teria querido estender a prática até o nono mês da gestação”.  “Em 1940, quando foi promulgado o Código Penal, um aborto de último trimestre era uma realidade impensável e, se fosse possível, ninguém o chamaria de aborto, mas de homicídio ou infanticídio”, apontaram os autores da proposta. O projeto foi apresentado no mesmo dia em que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou a suspensão da resolução aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para proibir a realização da chamada assistolia fetal para interrupção de gravidez após 22 semanas de gestação. A técnica utiliza medicações para interromper os batimentos cardíacos do feto, antes de sua retirada do útero. Circunstâncias individuais De acordo com o projeto de lei, o juiz poderá mitigar a pena, conforme o exigirem as circunstâncias individuais de cada caso, ou poderá até mesmo deixar de aplicá-la, se as consequências da infração atingirem o próprio agente de forma tão grave que a sanção penal se torne desnecessária. Tramitação A proposta ainda não foi distribuída às comissões da Câmara, mas poderá ser votada diretamente pelo Plenário caso requerimento de urgência do deputado Eli Borges (PL-TO) e outros seja aprovado.  Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. INC 1068/2024

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