Enquete do PL 4831/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/10/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 20 1%
Concordo na maior parte 6 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 37 2%
Discordo totalmente 2.165 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Esse PL parece mais um looby em favor das concessionárias e grandes produtores de energia. Vai contra os interesses da nação e do povo brasileiro. Um verdadeiro absurdo. Quanto mais geração distribuida, melhor para todos

CARLOS PRETTO MARTINI 05/10/2023
251

Limitar a GD a 10% da matriz?! Vocês querem atingir neutralidade de carbono como? Ligando termoelétricas? Esse projeto está na contramão total! Deve ser REJEITADO SUMARIAMENTE!

Claudio Felix 05/10/2023
269

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 101 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Um lobby destinado a proteção do estatutos quo das cosecionarias de energia visando não as tornar inúteis no futuro e garantindo o abuso estatal em forma de imposto.

    VICTOR OLIVEIRA BELISARIO DA SILVA 21/01/2026
    0
  • Ponto negativo: Esse PL, Visa totalmente desfavorece ao povo Brasileiro, e favor concessionárias e grandes produtores de energia do Grupo A. Para ficarem dominando e escravizar que é isso que eles gostam Vai contra os interesses frear CO², agora mesmo em 2025 vai sediar COP 30 Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 em Belém do Pará, isso é verdadeiro absurdo. Tanta convergencia e inutilidade com tanto deputado e senadores, para ferrar milhares de pais de família desempregados

    JACKSON DE AQUINO SILVA SANTANA 06/01/2025
    0
  • Ponto positivo: Aprovar essa PL é inconstitucional e vai apenas de encontro ao lobby das companhias de energia. O crescimento dos sistemas fotovoltaicos não apenas diminuem a sobrecarga sobre a rede, garantem um maior acesso a energia, principalmente em regioes mais remotas, como também dão ao cidadão mais opções de obtenção de energia, não ficando o povo, dependente do monopólio das concessionárias. Essa medida vai na contramão do mundo todo e visa preservar o interesse de poucos em detrimento do povo.

    LUCAS RODRIGUES MARTINES 26/12/2024
    0
  • Ponto positivo: As pessoas estão indicando pontos positivos e na verdade estão valorizando a PL, apesar de elogiar a energia solar. Vamos prestar atenção pessoal, o referido deputado é um párea, empresário ligado às ações das concessionários, legislando em causa própria

    JEANBERT DE MATOS 24/12/2024
    2
  • Ponto negativo: Esse PL é contrário aos interesse do povo brasileiro. Favorece apenas as concessionárias, que realizam um péssimo serviço público, a que o Estado é inerte em fiscalizar e cobrar. O Povo, a nação brasileira, anseia por independência das concessionarias e maior eficiência energética. A Geração distribuída, especialmente via energia fotovoltaica, é o caminho para uma revolução de energia limpa e descentralizada que pode impulsionar a economia brasileira e melhorar a qualidade de vida do brasileiro!

    LUCAS MENDES ALVES RODRIGUES 03/12/2024
    1
  • Ponto negativo: Limitar a Geração Distribuída é um absurdo que vai na contramão do desenvolvimento sustentável do país. O caminho deveria ser fomentarem o investimento das concessionárias em bancos de baterias, para armazenar energia em momentos de pico de geração, e com isso aliviar fontes poluentes em horários de pico de consumo/baixa geração limpa. Isso ajudaria ainda mais o sistema elétrico nacional, o deixaria ainda mais robusto e melhoraria a qualidade da energia fornecida.

    THIAGO SCHNEIDER 20/11/2024
    0
  • Ponto negativo: O deputado que apresentou este projeto só pode estar de brincadeira ou tem algum interesse escuso por trás, não é possível. O mundo todo falando de energias renováveis e o cara querendo limitar para benefício das concessionárias somente. O país tendo que reativar a energia extremamente poluente das termoelétricas por conta da seca que o país atravessa. Deveriam ter vergonha de votar um projeto desses Srs. Deputados! NUNCA pensam no povo, só em interesse próprio e dos seus lobistas. VERGONHA!

    LUIZ FERNANDO FRANZ 16/10/2024
    2
  • Ponto negativo: Absurdo sobre absurdo. Porque precisamos coibir a produção de energia solar? O país precisa de energia limpa como este meio de produção de energia. Projeto tira empregos e reduz capacidade instalada, em especial dos micro produtores de energia. A quem interessa essa intervenção descabida? Chega de projetos para ampliar as oportunidades aos mais ricos e a arrecadação para sustentar este estado ineficiente e inoperante, lotado de benesses aos representantes e operadores do sistema.

    EDUARDO ALBERTO MANFREDINI 29/06/2024
    1
  • Ponto negativo: No ano em que o Brasil vai sediar a COP 30 vem um projeto de encontro total ao caminho do mundo pela energia limpa. Os deputados e deputadas têm o dever de pugnar por um mundo com menos carbono e pouco a pouco livra da energia suja.

    Oswaldo Chaves 24/06/2024
    0
  • Ponto positivo: Acredito que o investimento particular das pessoas para produzir energia solar,ajuda não só o meio ambiente como tbm a própria concessionária de energia que recebe parte da mesma para manter a demanda quando temos as menores produções em época de secas, quando se faz necessário usar as termoelétrica encarecendo ainda mais o bolso de seus clientes e produzindo a poluição.

    JCarlos Caemerer 29/05/2024
    3
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.