Enquete da PEC 50/2023

Resultado

Resultado parcial desde 27/09/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 955 83%
Concordo na maior parte 15 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 15 1%
Discordo totalmente 178 15%

O que foi dito

Pontos mais populares

O modelo completa o princípio republicano de freios e contrapesos. Com a possibilidade de sustação das decisões da Suprema Corte, cria-se uma saída estável e democrática para eventuais abusos (aos quais o Poder Judiciário não está imune). O modelo é rígido. Só permite opor decisões não unânimes. O quórum de votação e aprovação é igual ao das PECs, mas o de apresentação é ainda maior (maioria absoluta de ambas as casas). Assemelha-se muito à recente reforma judiciária do Knesset hebreu.

Bruno Marques 29/09/2023
87

Absolutamente inconstitucional e iliberal, se trata de uma medida que põe em cheque o estado democrático de direito e é uma importação do que há de pior da guinada antidemocrática israelense. Em suma, um absurdo sem tamanho.

Pedro Teixeira 28/09/2023
47

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 46 encontrados.

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  • Ponto negativo: Totalmente inconstitucional, apenas reflete como nossa representação legislativa quer alterar o equilíbrio entre os poderes para poder tomar decisões convenientes para si próprio e fugir de punições. Estamos experimentando um protagonismo do Legislativo e é muito triste que ao obter mínimo de protagonismo o seu único objetivo é diminuir os outros poderes por motivos individuais. Negociam a segurança jurídica em prol do seus interesses.

    JULLYANA MIRTTYS FEITOSA LIMA 23/02/2025
    1
  • Ponto negativo: Totalmente inconstitucional… como pode os legisladores do país definir as leis e invadir o espaço do legislativo sustando os juramentos realizados pelo STF e, assim, passando a ser o julgador do processo já julgado. Os extremistas de direita não tem inteligência suficiente para legislar. Só pensam em fazer barulho para atingir sua prole desmiolada e lacrar na internet para garantir sua reeleição.

    SILVIO ROBERTO DA COSTA 07/10/2024
    3
  • Ponto positivo: Poder supremo ao STF é imoral e antidemocrático na sua essência; veja bem, um único ministro "cavar" situações para ele mesmo julgar e decidir contra pessoas ou grupos específicos de um lado político, isso é ser democrático? Definitivamente, não! Por outro lado, haver uma forma de recorrer aos eventuais abusos antidemocráticos do STF, e assim garantir o real cumprimento da legislação constitucional, parece-me ser justo e muito democrático.

    Fabricio Araujo 18/08/2024
    0
  • Ponto positivo: esta PEC é de vital importância fins frear a DITADURA DO JUDICIÁRIO o pior mal que pode existir para uma democracia principalmente os exemplos como Nicarágua, Cuba, Venezuela e é claro estamos passando por isso no Brasil já que o desrespeito a Carta Magna verifica-se já que o único poder para Legislar é o congresso nacional

    Paulo Sergio Cordero da Silva 03/12/2023
    1
  • Ponto negativo: É importante notar que qualquer alteração na Constituição deve ser cuidadosamente considerada, levando em conta todas as implicações potenciais para o equilíbrio de poderes e a estrutura democrática do país. Além disso, essa é apenas uma interpretação dos possíveis benefícios e a realidade pode variar dependendo de uma série de fatores.

    Vandouglas Lopes Bicalho 01/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Será um mecanismo de controle para prevenir os abusos de poder por parte do STF, que vem, dia após dia, ultrapassando seus limites de atuação constitucionais.

    Vandouglas Lopes Bicalho 01/12/2023
    1
  • Ponto negativo: O projeto pode representar riscos enormes ao equilíbrio da República e o fim da democracia do país. Sua aprovação abre brecha para que setores políticos extremistas, mais a direita, tentem dar golpes de estado ou instaurar autoritarismo em prejuízo à democracia. O projeto nada mais é do que a continuidade das tentativas recentes de golpe de estado como a do dia 8/01/23 e vários outros episódios ocorridos nos últimos anos, praticados por extremistas que agiram nos últimos anos contra o STF.

    Bruno Brandão 25/11/2023
    7
  • Ponto negativo: O PROJETO É UM RISCO À DEMOCRACIA DO PAÍS. Sua aprovação poderá, num futuro, abrir espaço para um autoritarismo, fascismo ou o fim da própria democracia e liberdade. A Proposta de emenda viola o sistema de freios e contra pesos e os princípios republicanos. Além disso, é inconstitucional por essência , pois, trata-se de violação indireta e direta de cláusulas pétreas. O projeto é na contra mão de todo o fundamento e pacto constitucional estabelecido.

    Bruno Brandão 25/11/2023
    4
  • Ponto negativo: Totalmente inconstitucional. Atenta contra o estado democrático de direito e a separação de Poderes. Ao STF cabe a guarda da constituição que lhe garantiu independência. Não pode ser amordaçado pelo simples desejo de alguns opositores que quiçá representam a maioria da vontade do povo brasileiro. Lamentável.

    Adriano Celinski 24/11/2023
    4
  • Ponto positivo: O STF está agindo quase como um poder "moderador". Os parlamentares, representando milhõess de votos, criam leis/normas, e estas são "derrubadas" pelo voto de 1(um) juiz. Algo não está certo nem proporcional.

    elves chaves 23/11/2023
    1
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.