Enquete do PL 4616/2023

Resultado

Resultado parcial desde 21/09/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 48 32%
Concordo na maior parte 1 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 98 67%

O que foi dito

Pontos mais populares

Carne sintética é altamente cancerígena. Pesquisem Nunca comerei essa porcaria nem insetos.

Maria Maximira Petry 11/10/2023
7

Já é amplamente divulgado os malefícios que a produção tradicional da carne causa e é uma questão de tempo até ser inviável devido as mudanças climáticas. O Brasil pode investir, ser pioneiro, se adaptar e abastecer o mercado mundial ou ficar para trás e se tornar um importador. O avanço tecnológico que essa inovação pode trazer e de poder ser uma das soluções para a crise climática já um belo ponto positivo, além de poder abrir novos horizontes para o futuro de diversas áreas como a medicina.

Fernando Druzik Dos Santos 02/10/2023
12

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 19 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Ponto negativo do PL: impede o direito de escolha de comer outro tipo de alimento, que não seja a carne obtida através da matança de animais. O FDA dos EUA já liberou o que indica que o alimento produzido em laboratório é seguro. Além disso, é um alimento livre de sofrimento animal. Quem quer proibir visa o lucro da indústria da carne, por evitar qualquer tipo de concorrência.

    FERNANDA CORREA RAMOS 12/07/2026
    0
  • Ponto negativo: 1) Proibir É TIRAR O DIREITO DE ESCOLHA do Cidadão Q é o único Q tem Q decidir C consome ou não tal produto. 2) Tira a Escolha D carnistas e vegetarianos a uma alternativa onde possam continuar comendo carne, mas SEM matar animais p isso e Q respeite seus valores religiosos e/ou ideológicos. 3) Impede CONCORRÊNCIA CONTRA a Indústria da Carne Q tem Grande Influência Política na Sociedade. 4) Impede alternativas p Preservação Ambiental 5) Impede alternativa de combate aos maus-tratos aos Animais

    JULIANA DE MATOS PEIXOTO 10/07/2026
    1
  • Ponto positivo: NÃO HÁ PONTO POSITIVO EM PROIBIR. Quem tem que Decidir se vai ou não consumir tal tipo de carne É O CONSUMIDOR. Isso NÃO É ALGO pra Estatistas decidirem. Existe a Tecnologia, existem pontos positivos e negativos que cada um pode apresentar se quiser, mas quem tem que decidir se coloca ou não isso p DENTRO DO PRÓPRIO CORPO, é o próprio INDIVÍDUO e NÃO O ESTADO. Somos Todos Adultos e não criancinhas. O Estado NÃO É DEUS e nem os Q acham isso ruim são DONOS dos D+ cidadãos p decidir isso por eles

    JULIANA DE MATOS PEIXOTO 10/07/2026
    1
  • Ponto negativo: A carne sintética não tem antibiótico ou resíduo de agrotóxicos. Países rigorosos em segurança alimentar, como Singapura e os Estados Unidos, já aprovaram sua comercialização após análises detalhadas. Sendo assim, essa é uma alternativa a quem deseja boicotar a exploração dos animais!

    RAFAEL GABAS THOME DE SOUZA 09/07/2026
    6
  • Ponto negativo: A indústria da carne é cruel, expõe os animais a um sofrimento absurdo e diversas violências, além de ser uma das maiores causadoras das mudanças climáticas. Precisamos buscar novas alternativas.

    RICHARD ANTHONY DE SOUZA SOUTO 09/07/2026
    6
  • Ponto negativo: A carne sintética pode ser uma alternativa para acabar com a insegurança alimentar. Os argumentos do PL não tem qualquer embasamento científico e visam impedir o desenvolvimento do país. Pretende colocar o Brasil em uma Idade das Trevas proibindo uma atividade legítima de inovação que pode ajudar humanos, animais e ecossistemas.

    MARCO AURELIO BONILAURI SANTIN 09/07/2026
    5
  • Ponto negativo: Este PL é um absurdo. É uma reação dos produtores de animais que querem proibir uma indústria antes mesmo que ela exista para não ter concorrência. É inconstitucional.

    SILVANA SITA 08/07/2026
    5
  • Ponto positivo: Plenamente favorável, isso é uma agenda maligna, é brincar com a nossa saúde, se a carne vermelha comum já é cancerígena, sintética então é 10x mais.

    Antonio Oannes Tavares Venceslau 23/05/2024
    0
  • Ponto positivo: É óbvio que quem vive desse comércio que eu não dou o nome que se deve por saber com quem estou lidando, que "abate" bilhões de animais por dia só esta interessado no próprio bolso e esse é o motivo desse PL existir, ACORDEM! VOCÊS ACHAM QUE NA CARNE E LEITE "TRADICIONAIS" NÃO TEM NADA ?? Claro né, todos dessa indústria são santos e não estão preocupados em ganhar dinheiro, pensam apenas na saúde de vocês! Na carne a partir de celulas tera uma INFINIDADE A MENOS de aditivos que na atual.

    Carolina Zanella 03/11/2023
    5
  • Ponto positivo: Estamos presenciando neste século a revolução da indústria alimentícia, com mais qualidade e saúde (sem riscos de transmissão de gripe aviária, salmonela, e outras doenças). Poderiam ser produtos certificados, livres de embargos para exportação. Representam menos crueldade contra os animais, este último motivo sozinho já poderia ser suficiente! Geram novos empregos, não apenas no Brasil, como no mundo. Não há risco para a produção tradicional pois a população humana ainda está aumentando!

    Claudia Terzian 16/10/2023
    7
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.