Enquete do PL 4484/2023

Resultado

Resultado parcial desde 14/09/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7 70%
Concordo na maior parte 1 10%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 2 20%

O que foi dito

Pontos mais populares

A mais pura verdade dita , uma das profissões mais antiga , sendo banalizada, com invasões de outras profissões , que nunca tiveram se quer uma grade curricular voltada a estética , criando o conselho, que por mim já era para ter já a tempos , irá criar fiscalização , controle, e com certeza muitas falsas esteticistas serao desmascaradas, haverá regularização , controle e fiscalização , será que os políticos não vêem essa luta entre órgãos , e o sangramento jurídico com estas brigas . Parabéns.

MARCUS VINICIUS PAIVA SOUZA 21/06/2024
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Precisa estar claramente estabelecido na formação do Conselho de Classe que somos profissionais da saúde estética. Precisa haver clareza na comunicação para que cesse a bagunça, a briga entre classes e as constantes humilhações que passamos em nossos horários de trabalho, sendo tratados como criminosos ao atuar com saúde, quando estudamos 4 anos para tal, como podem comprovar nossas grades curriculares (a minha é da Ulbra Canoas, Rio Grande do Sul, e possui Procedimentos Injetáveis I e II).

CAMILA VIANA PESSANHA 11/01/2025
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Exibindo resultados 1 a 4 de 4 encontrados.

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  • Ponto negativo: Precisa estar claramente estabelecido na formação do Conselho de Classe que somos profissionais da saúde estética. Precisa haver clareza na comunicação para que cesse a bagunça, a briga entre classes e as constantes humilhações que passamos em nossos horários de trabalho, sendo tratados como criminosos ao atuar com saúde, quando estudamos 4 anos para tal, como podem comprovar nossas grades curriculares (a minha é da Ulbra Canoas, Rio Grande do Sul, e possui Procedimentos Injetáveis I e II).

    CAMILA VIANA PESSANHA 11/01/2025
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  • Ponto positivo: Somos mais de 300 mil Esteticistas e Cosmetólogos espalhados por todo o Brasil, formados nestes últimos 40 anos de existência das formações em graduação e técnico na área. É de extrema importância a criação com * urgência * do nosso Conselho Federal e dos Conselhos Regionais, para que possamos ter maior fiscalização e respaldo jurídico forte ao nosso lado. Precisa existir um consenso entre os órgãos de que somos profissionais da saúde estética. É o mínimo que merecemos como pagantes de impostos.

    CAMILA VIANA PESSANHA 11/01/2025
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  • Ponto positivo: Já está mais que na hora de regularizar a bagunça que está virando a estética. Cursos e procedimentos sendo ofertados indiscriminadamente, banalizando uma profissão séria que vai além de passar cremes na pele de alguém. Estamos falando da saúde e bem estar de pessoas, estamos falando da autoestima que afeta psicologicamente e pode desencadear transtornos tanto físicos como emocionais. Estamos falando de saúde. Tratem com responsabilidade nossa profissão. Regularizem já nosso conselho.

    ALEXANDRA CARVALHO PORCELLIS ALVES 28/12/2024
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  • Ponto positivo: A mais pura verdade dita , uma das profissões mais antiga , sendo banalizada, com invasões de outras profissões , que nunca tiveram se quer uma grade curricular voltada a estética , criando o conselho, que por mim já era para ter já a tempos , irá criar fiscalização , controle, e com certeza muitas falsas esteticistas serao desmascaradas, haverá regularização , controle e fiscalização , será que os políticos não vêem essa luta entre órgãos , e o sangramento jurídico com estas brigas . Parabéns.

    MARCUS VINICIUS PAIVA SOUZA 21/06/2024
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  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  3. PL 849/2025

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  4. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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