Enquete do REQ 201/2023 CE

Resultado

Resultado final desde 13/09/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.494 96%
Concordo na maior parte 11 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 50 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

A Estética e Cosmética é uma área que foi regulamentada pela Lei 13.643/2018 no entanto, embora na matriz curricular do curso de Estética e no núcleo comum, estudamos o mesmo que outros profissionais da área da saúde, não estamos incluídos na mesma área e por não termos um Conselho De Fiscalização Profissional, profissionais sem qualificação e habilitação , ou com formação em outras áreas, atuem em uma área regulamentada por Lei, trazendo grandes prejuízos para a população, e aos profissionais!

Kátia Santos de Souza 04/01/2024
150

Precisamos de um conselho urgente na estética .

Simone Rodrigues 21/02/2024
75

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: Precisamos de um conselho urgente na esteticista...

    Gabriella Machado 22/04/2024
    2
  • Ponto positivo: Nós, profissionais Esteticistas e Cosmetólogas, temos uma Lei que regulamenta nossa profissão. Precisamos URGENTE da criação do nosso conselho, para que possamos trabalhar em paz! Sim, paz! É só isso que queremos!

    Andreia Yoshimoto 21/04/2024
    15
  • Ponto positivo: Precisamos de um conselho urgente!

    Gilvanilda Sales Carneiro 01/03/2024
    20
  • Ponto positivo: Já temos uma entidade pra nos representar e fortalecer a categoria. Sindestética, contamos com vocês nessa luta.

    LIGIA KEIKO MATSUDA 01/03/2024
    14
  • Ponto negativo: Não temos conselho e isso nos prejudica a trabalhar com outros profissionais da área médica. Somos limitados a colocar em prática o que aprendemos na graduação. Não temos apoio governamental, Não temos teto salarial como toda profissão Não somos reconhecido como uma área vital para saúde Não trabalhamos apenas com cremes, levantamos autoestima, auto cuidado e devolvemos a sociedade pessoas equilibradas emocionalmente por sentir bem consigo mesmo com nosso trabalho. Precisamos ser reconhecidas

    Aurilene Nascimento 23/02/2024
    16
  • Ponto positivo: Tenho 15 anos de formação. Universidade Estadual em estética e de lá pra cá me aperfeiçoando em instituições qualificadas e dentro da legalidade MEC, tenho conhecimento, experiência e tudo adquirir com estética e cosmética, com pós graduação e especializações na área, são 15 anos de muito estudo e capacitação. A estética é uma area que estuda o corpo humano e como trabalhar de forma responsável dentro do que nos compete. Somos responsáveis por cuidar, temos compromisso com o bem estar de todo

    Aurilene Nascimento 23/02/2024
    16
  • Ponto positivo: Eu como estudante da área, afirmo com toda certeza, temos capacidade o suficiente para trabalharmos sim com injetáveis, temos uma grade que estuda anatomia, histologia, citologia, bioquímica e afins! Por qual motivo não podemos trabalhar em algo que estudamos por anos? Enquanto temos colegas que fazem graduações que não tem uma grade em prol da estética atuando na área e tendo mais direitos que nós que nos dedicamos para isso? Será que é justo?

    CAMILLE RAYANNE DOS SANTOS MORENO 22/02/2024
    20
  • Ponto negativo: Infelizmente ainda não temos um conselho.

    Williana 22/02/2024
    10
  • Ponto positivo: Nós esteticista nos capacitados com graduação, especializações direcionada somente a Estética, a qual envolve sim a saúde do corpo e da mente, visto que quando ajudamos na auto estima de uma pessoa, amenizados diversos traumas. Temos uma lei federal na qual no permite trabalhar. E o que queremos é ser reconhecidas como profissionais que somos.

    Williana 22/02/2024
    8
  • Ponto positivo: Enquanto não houver um Conselho que respalde a profissão qualquer pessoa pode fingir ser um profissional da área e cometer diversos erros por realmente não ter estudado e não ter conhecimento.

    TAMARA BERNARDO REIS 22/02/2024
    11

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).