Enquete do PLP 192/2023

Resultado

Resultado final desde 12/09/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 11 21%
Concordo na maior parte 1 2%
Estou indeciso 3 5%
Discordo na maior parte 4 7%
Discordo totalmente 36 65%

O que foi dito

Pontos mais populares

Nenhum comentário positivo foi feito nessa enquete que não está mais vigente.

Ontem mesmo o projeto foi despachado da Mesa e hoje (13/09) já estão votando pra colocá-lo em regime de urgência para que seja aprovado até meados do próximo mês. Além de minha inata desconfiança frente a esse tipo de correria em questões que têm muita divergência e necessitam de um debate prolongado, é um projeto que mexe NOVAMENTE nas eleições, de modo que amplia a instabilidade institucional que já é grande em nosso país. Não tem sentido mexermos nas eleições a cada dois/três anos...

VINICIUS VIEIRA DE MIRANDA 13/09/2023
9

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto negativo: A Lei da ficha limpa deve ser ampliada e não restringida. Tratam-se de crimes hediondos que os congressistas estão tentando abrandar exclusivamente em benefício próprio, sem o menor interesse público.

    DAVID RODRIGO FLORENCIO 26/08/2024
    1
  • Ponto negativo: O relatório do sr. Rubens Pereira Júnior onde na justificativa chega a ser risível aos meus olhos pois a forma de se combater o que ele chama de "caráter perpétuo" poderia ser resolvido com mudanças no que tange ao processo brasileiro onde se permite aos réus de qualquer processo (desde que se tenha dinheiro e influência) eternizar o trânsito julgado. Não combatemos a doença, criamos de tempos em tempos paliativos para todos os novos sintomas.

    Talita Isaura de Jesus avila 21/09/2023
    1
  • Ponto negativo: Bom, outro ponto escandalizante ao meu ver do projeto de lei em sua redação final foi o Art. 26-E...o derradeiro artigo com sua inacreditável retroatividade "As alterações introduzidas nesta Lei Complementar quanto ao termo inicial e à contagem dos prazos de inelegibilidade terão aplicação imediata, inclusive em relação a condenações e fatos pretéritos". Sinto-me constrangida com o descabimento que pode e poderá sem dúvidas favorecer muitos colegas.

    Talita Isaura de Jesus avila 21/09/2023
    1
  • Ponto negativo: Federação Brasil da Esperança (Fe Brasil) espectro esquerda, Federação PSDB Cidadania, espectro centro direita (a confusa) e Federação SOL REDE espectro esquerda. Bom, PLS 192/2023 votada e daí votação unânime (com rara exceção que vou cavucar o porquê da saída pela tangente de alguns) aprovado pela esquerda juntamente o centrão-direita...projeto que concede benesses em relação a tempo de inelegibilidade para modificação de uma lei que já havia sido aprovada há menos de 30 anos.

    Talita Isaura de Jesus avila 21/09/2023
    1
  • Ponto negativo: O simples fato do Partido dos trabalhadores votar a favor dessa PL, já é mais do que suficiente para chegar a conclusão que é ruim demais essa proposta.

    Thiago Claro Da Conceição 14/09/2023
    2
  • Ponto negativo: Ontem mesmo o projeto foi despachado da Mesa e hoje (13/09) já estão votando pra colocá-lo em regime de urgência para que seja aprovado até meados do próximo mês. Além de minha inata desconfiança frente a esse tipo de correria em questões que têm muita divergência e necessitam de um debate prolongado, é um projeto que mexe NOVAMENTE nas eleições, de modo que amplia a instabilidade institucional que já é grande em nosso país. Não tem sentido mexermos nas eleições a cada dois/três anos...

    VINICIUS VIEIRA DE MIRANDA 13/09/2023
    9

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei