Enquete do PL 4262/2023

Resultado

Resultado parcial desde 31/08/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.797 77%
Concordo na maior parte 248 7%
Estou indeciso 19 1%
Discordo na maior parte 56 2%
Discordo totalmente 446 13%

O que foi dito

Pontos mais populares

Temos mais faculdades de veterinária do que todo o resto do mundo. É necessário que haja um maior controle do nível dos profissionais que se formam. Semelhante ao que a OAB faz hoje para quem se forma em direito.

Marcelo Rocha 04/09/2023
250

O prazo para entrada em vigor é muito longo. Em cinco anos, quantos maus profissionais vão se juntar ao mercado de trabalho ? Temos mais de 100.000 vagas anuais em cursos de medicina veterinária.

Adil Vaz 04/09/2023
208

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 82 encontrados.

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  • Ponto positivo: A implementação desta prova é urgente.A cada semestre formam-se milhares de médicos veterinários despreparados. Eu fiz esse exame ao me formar, em 2002. Ele não deveria ter sido interrompido, e hoje teríamos uma classe profissional mais preparada e ética.

    LILIAN VALVIESSE DE OLIVEIRA 01/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Eu discordo totalmente. Vocês querem cobrar do formando , mas não querem lutar pela valorização do médico veterinário, querem cobrar , mas não querem melhorar o ensino nas universidades... A verdade é que estão mais focados no lucro do que preocupados de fato com a formação do MV. Já pagamos uma fortuna por mês e ainda querem mais ?????? Primeiro procurem melhorar o ensino nas universidades, melhorar o salário do Mv...depois vocês podem exigir.

    MARCILENE SANTOS SILVA 08/07/2025
    2
  • Ponto negativo: Eu discordo totalmente. Eu seria 100% a favor se lutassem 1° para melhoria dos cursos ofertados,lugares despreparados,sem estrutura, sem aula prática e quando tem no semestre é duas ou três, disciplinas importantíssimas no formato online, clínicas e hospitais que oferta um estágio onde a função é limpar baia e em algumas deixa pegar parâmetros, não se discute um caso clínico e por aí vai, o piso salarial nem se fala, na modalidade PJ pior. Nos dê o mínimo antes para poder cobrar no final.

    VANESSA DE OLIVEIRA SILVA 06/07/2025
    2
  • Ponto negativo: representa mais uma forma de arrecadação, assim como ocorre com a OAB. Alegar que isso valoriza a profissão é pura demagogia. Se realmente queremos a valorização da Medicina Veterinária, precisamos de políticas que garantam um piso salarial digno, melhores condições de trabalho e mais respeito aos profissionais da área. Pedimos aos deputados federais votem CONTRA esse projeto, que não contribui para a valorização da classe, mas sim cria apenas barreiras.

    FABRICIO RIBEIRO VIEGAS 13/03/2025
    2
  • Ponto positivo: Diante da enxurrada de cursos de Medicina Veterinária com qualidade duvidosa, é uma necessidade para o bem da profissão e dos animais criar um mecanismo de controle de qualidade.

    Wanildo Martins 26/02/2025
    2
  • Ponto positivo: É necessário, e já deveria estar em vigor!

    HERMES DOS SANTOS BENTO 26/02/2025
    1
  • Ponto negativo: Aparente objetivo único de fazer o conselho arrecadar mais, além das anuidades. Aplicabilidade disso aí vai ser ínfima, é cortina de fumaça pra não discutir questões como piso salarial.

    PEDRO HENRIQUE MIRANDA PASSOS 19/02/2025
    4
  • Ponto positivo: Num país que ultrapassa o dobro de faculdades de Medicina Veterinária de todo o mundo, devido ao excesso de cursos vem numa boa hora o exame para atuação em uma área específica. Não é a solução do problema, mas já é um grande passo. Como médico veterinário gostaria muito de ver a criação do RQE como é feito na medicina. Os colégios das diversas áreas também deveriam realizar provas internas para os associados e não apenas fornecer títulos para os grandes nomes da área.

    MATHEUS CARVALHO MANCILHA REIS 18/02/2025
    5
  • Ponto negativo: Não adianta só fiscalizar o nível de conhecimento do veterinário, é preciso fiscalizar o piso da profissão! De que adianta passar na prova e continuar recebendo 150 reais em plantões de 12 a 18 horas? Cobrem multa dos estabelecimentos que não seguem o piso, defendam a medida veterinária !!

    LIVIA PAPAROTTO GIACOMAZZI 17/02/2025
    13
  • Ponto negativo: A profissão abrange inúmeras áreas mt diferentes, vão fazer pra todas as demais carreiras superiores? Valorizar os veterinários não querem, sabem quanto ganham a maioria dos veterinários, uma ninharia. Os que trabalham em clínicas ganham um salário ridículo sem qualquer direito, maioria faz plantao de 150-200 Reais. Os donos da clínica que rnchem o bolso, quem é concursado a nível municipal também, o salário é irrisório, contadores, médicos, engenheiros ganham 3,4,5 vezes, o piso não é aplicado

    JUNIOR DE SOUZA MAZETTI 13/02/2025
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei