Enquete do PL 4111/2023 (Nº Anterior: PLS 98/2015)

Resultado

Resultado parcial desde 24/08/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.847 96%
Concordo na maior parte 36 1%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 11 0%
Discordo totalmente 93 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Porque vamos trafegar com maior segurança, muitos acidentes acontecem porque as pessoas não estão preparadas para lidar com o estresse do trânsito, exame psicológico vai monitorar minimamente as sanidade mental das pessoas.

Leninha CUT BA 25/08/2023
129

As pessoas inabilitadas a dirigir por questões de ordem psicológica estarão habilitadas a casar, ter filhos, trabalhar... Independentemente de sua condição psicológica as pessoas estão inseridas na sociedade. Além disso, há um custo econômico a ser suportado pelo contribuinte. Acredito que tratamento de saúde mental no SUS seja o mais razoável. Isso, inclusive, preservará o cidadão de falsos profetas/charlatões que vendem milagres. Ofertar o serviço no SUS será + efetivo que apenas no trânsito.

DALTON MARTINS 25/08/2023
13

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 38 encontrados.

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  • Ponto negativo: Este tipo de obrigatoriedade só se vira para aumentar ainda mais o processo de renovação da CNH e assim mais motoristas sem a devida renovação da CNH.

    LUIZ BORGES MARTINS 12/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Traços comportamentais sofrem influência de vários aspectos, sendo apresentados de acordo com variáveis do momento de cada indivíduo. Não se trata apenas de avaliar, Psicólogos do Tráfego realizam o papel de trazer a tona aspectos do comportamento que o próprio indivíduo desconhece, na busca de um trânsito mais seguro. Esse ponto de inflexão pretende atuar e interferir nas principais causas de acidentes, que segundo dados da PRF em 2024 são diretamente relacionadas ao comportamento do condutor.

    GABRIEL COSTA DA SILVA 20/09/2025
    0
  • Ponto positivo: Somos seres humanos em constante mudança; fatores emocionais, cognitivos e comportamentais se transformam ao longo da vida e podem impactar diretamente a condução veicular. Assim como a avaliação médica é obrigatória, a psicológica deve ser vista como essencial para a preservação da vida, da qualidade de vida para um trânsito seguro. Precisamos lutar por acessibilidade e menos impostos, não por menos saúde mental.

    CARUANA MACEDO BARBOSA NAPOLEAO BARROS 27/08/2025
    1
  • Ponto positivo: A avaliação psicológica aplicada aos condutores de veículos vai muito além de uma exigência burocrática. Trata-se de uma medida de prevenção e de cuidado coletivo, capaz de contribuir significativamente para a redução dos índices de sinistros no trânsito. Conduzir um veículo exige atenção, equilíbrio emocional, capacidade de tomada de decisão rápida e autocontrole diante de situações de estresse. Nesse sentido, a saúde mental é um fator tão importante quanto a aptidão física.

    MARIA SOLIMARIA MILHOMEM BARROS DE SOUZA 25/08/2025
    4
  • Ponto positivo: Devemos considerar que, atualmente, a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está sendo renovada a cada 10 anos, e nunca vimos tantos sinistros no trânsito como os que têm sido veiculados nos últimos tempos. A saúde mental deve ser prioridade na sociedade atual, e não podemos mais permitir que a renovação da CNH ocorra de forma automática. Assim como diversos fatores se alteram com o passar do tempo, a saúde mental dos motoristas também deve ser avaliada com mais rigor e regularidade.

    ADRIANA DE CASTRO GARCIA 20/05/2025
    8
  • Ponto negativo: Alto custo social para um país pobre e caro. Quem garante que o exame vai tirar do trânsito as pessoas violentas ou agressivas? Quem garante que isso não vai gerar um "esquema" de venda de laudos positivos? Igual recurso de multa... a gente só ganha se paga para empresa, se faz direto, sempre perde. Duvido da capacidade de gerar resultado positivo no trânsito. mas tenho certeza que vai prejudicar as pessoas que dependem do carro para o seu dia a dia

    ALVARO HARLEY HARTGERS LEMOS 20/12/2024
    2
  • Ponto negativo: Os motoristas profissionais de categoria D.C.E ou B remunerado já fazem esses exames e são os maiores causadores de acidente..isso por que são submetido a carga de trabalho em excesso. Como motorista de ônibus ser trocador dupla função... motorista de APp olhando rota no celular.. Motorista de moto APp olhando rota no celular... motorista de caminhão preocupado para não ser sequestrado devido a falta de segurança..então elaborem leis para melhorar a qualidade de vida do povo ..não onerar

    LEANDRO PIMENTEL MACHADO 14/10/2024
    8
  • Ponto positivo: Maior arrecadação para eles ...só isso..

    LEANDRO PIMENTEL MACHADO 14/10/2024
    4
  • Ponto positivo: Só vejo pontos positivos, pois, comportamentos mudam ao longo do tempo, por diversos fatores: lutos, problemas de saude, envelhecimentos, etc, sendo assim, devemos reavaliar nosso cognitivo (memoria, atenção, processamento de informações, etc) e nksos comportamentos irritabilidade, estado de humor , depressão, ansiedade, preciptação, que intereferem ao longo do dia, inclusive dentro do carro em movimento. Para isso precisamos de profissionais habilitados para essa avaliações.

    RITA DE CASSIA LA TERRA DE OLIVEIRA 21/08/2024
    8
  • Ponto negativo: Vai apenas tornar ainda mais caro tirar o documento. Os mais carentes já tem dificuldade de tirar a CNH devido ao valor. Se aumentar ainda mais, ficará mais caro, estimulando os mais carentes a andar sem habilitação. Isso é uma medida visando beneficiar apenas um classe profissional. Esses exames e nada são a mesma coisa.

    ANDSON DE LIMA GOMES 20/08/2024
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei