Enquete do PL 4012/2023

Resultado

Resultado parcial desde 21/08/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 781 90%
Concordo na maior parte 6 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 75 9%

O que foi dito

Pontos mais populares

Seguindo a fala do atual presidente " Quem anda armado é covarde, tem intenção de fazer mal a alguém"

Edson Augusto 21/08/2023
67

Não existe ponto negativo partindo da lógica que os próprios governantes tem dito. Analisando as narrativas, este projeto parece ser um desejo e sonho do próprio presidente. Seria trágico se não fosse cômico a hiprocrisia reinar em nosso tão amado país!

Bryan Caique 25/08/2023
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 17 encontrados.

Baixar
  • Ponto negativo: É horrível como esses deputados não tem o que fazer. Poderiam estarem propondo leis para melhorar o código penal. Aumentar penas para os crimes hediondos. Tantas coisas para fazer e se preocupam em fazer PLs para a massa acrítica. O Brasil não é para amadores.

    ADRIELE MAIARA CARNEIRO MUNIZ 11/04/2025
    0
  • Ponto negativo: Primeiro deve-se proibir o uso de armas de fogo pelo Deputados Federais e seus seguranças.

    JOAO BATISTA QUEIROZ EUDOCIAK 09/04/2025
    3
  • Ponto negativo: Não me surpreende ver de qual partido veio a PL. A quem interessa, independente de lado politico, que o presidente de um país e seus ministros estejam desprotegidos?

    LETICIA CARVALHO LACERDA 09/04/2025
    3
  • Ponto negativo: Não se desarma policiais e agentes da lei.Armas são para ser usadas por quem tem o direito adquirido para tal ,e os policiais tem esse direito e preparo para portar armas . Esse projeto está baseado em uma ideologia que não condiz com o dia a dia da população.Ao invés de perder tempo e recursos discutindo coisas fora da realidade e da prática(Armas para todos),melhor seria discutir prisão em flagrante e elementos portando armas ilícitas.Tem que tirar armas das mãos de criminosos e não da polícia

    WANDER CESAR FERREIRA 08/04/2025
    4
  • Ponto positivo: Num país violento como o Brasil, que tem sido dominado pelo crime organizado, o discurso dos favoráveis ao desarmamento, não condiz com a realidade! Insistem que agora o amor está no comando, os marginais, criminosos e CORRUPTOS, são apenas, vítimas da sociedade! O Presidente e os apoiadores do desarmamento, devem viver sem armas, mas não tirem de nós, o direito de nos protegermos! Todos sabemos que na verdade, querem nos enfraquecer, nos fragilizar e nos expor a tirania do comunismo!!

    Iolanda Galvão 04/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Porque eu um cidadão íntegro não posso ter uma arma para me defender e a minha família se o presidente e todos juízes podem ter armas e seguranças a disposição para sua defesa. Se o cidadão não pode ter arma de quem eles querem se defender

    Luiz Felipe Silva Rosa 02/12/2023
    3
  • Ponto positivo: Lei deveria ser validada pra cada mandato onde cada elegido tenha a opção de escolha; ou a favor da legalização com direito de segurança armada ou contra a legalização de armas de fogo porém sem permissão de seguranças armados.

    Anderson Koketsu 02/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Quem se julga desarmamentista, não deve ser hipócrita ao ponto de "façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço". Se é Lei, deve ser para todos, sem exceções.

    Vandouglas Lopes Bicalho 01/12/2023
    4
  • Ponto positivo: Pra que os seguranças dos políticos vão andar armado sendo que a população não vai andar armado conforme o estatuto do desarmamento o nosso país não tem criminalidade todos andam com um boque de Flor "o amor venceu as eleições não existe mais criminalidade"

    Jairo Vielmo 25/08/2023
    5
  • Ponto positivo: Se o cidadão de bem não tem direito de andar armado pra se proteger, o presidente que é contra essa proteção armada tbm não tem o direito de ter segurança armado pra lhe proteger !! Pau que dá em Chico tem que dar em Francisco tbm !!

    Everson Costa 25/08/2023
    4
vote nesta enquete

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.