Enquete do PL 3799/2023

Resultado

Resultado parcial desde 08/08/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 196 68%
Concordo na maior parte 21 7%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 1%
Discordo totalmente 69 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

Melhoria da qualidade de ensino-aprendizagem.

JEFFERSON SANTOS SILVA 17/09/2024
17

Não tem professor para tanta sala, a escola particular ficará mais cara e mais crianças irão para escola pública. Mais crianças na fila de espera para entrarem na escola pública. Essa conta não fecha. Ou será que a próxima proposta será construção de escolas com aqueles custos gigantescos???

ANA PAULA MARTINS SCHMIDT 18/09/2024
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 28 encontrados.

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  • Ponto negativo: É preciso dizer em alto e bom som: é URGENTE reestabelecer o MÍNIMO de dignidade para as saúdes física e mental do professor e, por conseguinte, promover o início de uma possível melhora no fazer pedagógico brasileiro (já sabida e sistemicamente inepto). Pelas circunstâncias atuais, 25 alunos por sala de aula ainda é muito, mas, para começar, já é alguma coisa, pois não é possível pensar em AULA e em professor com vida digna nas circunstâncias atuais.

    BERNARDO ALVES FERREIRA DE SOUZA 16/04/2026
    1
  • Ponto positivo: Imagine um médico com fila de 40/45 pacientes por dia, sendo que ele atende de um por um. Agora imagine ele ter que atender todos ao mesmo tempo. Essa é a realidade de muitos professores pelo Brasil, e alguns, com números até maiores que esse. É óbvio que a educação é um direito básico. Justamente por isso que o governo deve pensar em seu pleno cumprimento, e além disso, no bem estar das duas partes, professores e alunos. Quem discorda, infelizmente não sabe as muitas realidades pelo nosso país.

    FABIO VITOR NASCIMENTO MOURAO 23/01/2026
    1
  • Ponto positivo: Muito bom para aprendizagem do aluno, pois com as salas menos numerosas, a proposta reduz desigualdades, potencializa o aprendizado e cria ambientes propícios para o desenvolvimento integral dos alunos. Além de ajudar mentalmente para o professor que tem que lidar com turmas de 50 ou mais.

    MARIA LUCIMAR SOUZA DE ALMEIDA 29/04/2025
    2
  • Ponto positivo: Creio que seja um avanço significativo para a qualidade do ensino no Brasil. Ao propor a valorização dos profissionais da educação, a ampliação dos investimentos no setor e a modernização das práticas pedagógicas, o PL reconhece a educação como base essencial para o desenvolvimento do país. Essa iniciativa visa não apenas melhorar a infraestrutura escolar, mas também garantir condições dignas de trabalho e formação continuada aos educadores.

    EDNALDO SOUSA DE ALMEIDA 22/04/2025
    1
  • Ponto positivo: Quem é contra a PL não tem a mínima noção de como é a realidade na escola pública, principalmente creche! Pra quem reclama q "as escolas particulares irão aumentar" agradeça por ter essa opção e procure uma q caiba no seu orçamento, comentaram tb sobre escolas com "gastos imensos". Sério q tem gente CONTRA investimento em escolas? Educação é a BASE de uma sociedade. Todos os dias nossos impostos são gastos em futilidades para políticos, se quiser lutar contra gastos do governo tá aí um bom ponto

    MARINA FIGUEIRA 25/03/2025
    2
  • Ponto negativo: É necessário construções de novas unidades para que os alunos não fiquem de fora. Há necessidade de realização de concurso público para cobrir a demanda. Logo, esta lei deve ser aprovada o quanto antes para que as providências sejam tomadas e o reflexo positivo desta emenda só se verá após uns 10 anos de sua efetivação.

    FRANCISLENE CERQUEIRA FERREIRA 18/03/2025
    0
  • Ponto positivo: Há condições de um médico atender a mais de 2 pessoas ao mesmo tempo? A lógica é a mesma. Como professora da educação básica isso ainda não é o ideal, mas já ajudará em muito. Maior interação e atendimento aos alunos, principalmente aqueles com maiores dificuldades, principalmente após a inclusão. Super concordo!

    FRANCISLENE CERQUEIRA FERREIRA 18/03/2025
    2
  • Ponto negativo: Pais de escolas particulares, essa questão aqui não é pra vocês. ok?

    SARAH REGIA BENTO DE MATOS 17/03/2025
    4
  • Ponto positivo: A realidade hoje dos CEI''s é aterrorizante, sou mãe e acompanho de perto a realidade de salas HIPER lotadas, crianças de 2 anos em salas de até 30 crianças para DUAS PROFESSORAS. É desumano, desgastante. Crianças sofrem, e as profissionais também! Não tem como dividir atenção. Nesse ano ainda instalaram o "multietário", aonde crianças de 2 até 4 anos vivem em conjunto em uma mesma turma. Quem é pai sabe a diferença que cada ano tem, o desenvolvimento da criança é diferente. Educação precarizada.

    SARAH REGIA BENTO DE MATOS 17/03/2025
    4
  • Ponto positivo: Essa mudança é de extrema urgência, pois isso impacta diretamente in indubitavelmente na qualidade da educação, já há várias pesquisas científicas que atestam a necessidade da diminuição de alunos em uma sala de aula, cito o trabalho do Departamento de Ciência Política e Políticas Públicas, de título: O impacto da redução do número de alunos por turma na prática letiva dos professores, do pesquisador Nuno Sérgio Infante de Passos Sousa.

    EDSON DA SILVA OLIVEIRA 21/02/2025
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.