Enquete do SUG 20/2023 CLP

Resultado

Resultado parcial desde 07/08/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 845 97%
Concordo na maior parte 8 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 7 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Somos o braços direito da segurança pública, e o reconhecimento e vital

Gelton Jose 08/08/2023
50

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 26 encontrados.

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  • Ponto positivo: Ao ser aprovado A CNV como documento Oficial de Identificação... Trara respeito constitucional a todos os vigilantes, alem de parar de enriquecer escolas de formação e sindicatos que ganham lucros em cima de todos nos Vigilantes no Brasil inteiro. Sendo a nos um direito legitimo da funcao De Vigilante. Deus Seja Louvado. Amem

    TIAGO ALBENEZIO DE OLIVEIRA 05/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Isso ia valorizar mais a categoria, atualmente a cnv está sem importância, é tanto que muitas empresas não entrega para o vigilante e tem vigilante que nem porta.....

    FRANCISCO EDISON LIMA PEREIRA 03/11/2023
    0
  • Ponto positivo: Esse projeto da CNV, tem o meu total apoio, pois erá nos valorizar. Há pessoas que acham que esse projeto da CNV, não é essas grandes coisas. Ao meu ver, será o início de grandes avanços. Parabéns aos idealizadores do projeto.

    Carlos Fernandes 31/08/2023
    3
  • Ponto positivo: A importância da CNV passar a ser reconhecida como um documento de identificação vai além da mera identificação profissional e carrega diversas vantagens e implicações: A CNV é uma forma de legitimar a profissão de vigilante, estabelecendo padrões de qualificação e conduta para aqueles que atuam na área. Ao ser reconhecida como um documento de identificação, a CNV reforça a importância do papel dos vigilantes na sociedade e cria um senso de responsabilidade profissional.

    Nore Treinamento 28/08/2023
    6
  • Ponto positivo: Nós profissionais da segurança privada Estamos prontos uma vez que somos formados e passamos por vários procedimentos para estarmos aptos ao exercício da função e merecemos ter documento de identificação civil como profissionais que somos! Somos complemento para as forças de segurança e nossa profissão é regulamentada e constituinte.

    CLÁUDIO DE ANDRADE DOS SANTOS 27/08/2023
    8
  • Ponto positivo: Esse benefício vai ser um grande avanço na segurança privada do Brasil.

    Moacyr Fraga Lopes Vanderlei 26/08/2023
    8
  • Ponto positivo: Projeto sensacional. Parabéns a todos envolvidos guerreiro que nós representam força e honra tamos juntos

    Paulo Roberto Mendes 14/08/2023
    6
  • Ponto positivo: Empiricamente falando eu quando conheci a CNV já acreditava que era válido como documento pois o médico formado usa CRM o corretor de imóveis CRECI O Condutor a CNH por ventura não seria lícito uma pessoa que tenha formação de vigilante com certificado credenciado a polícia federal quando soube que a CNV não era válida como documento eu até dei Risada pois nos mínimos detalhes das coisas que você vê que a lei é obsoleto e desatualizada no Brasil.... Abraços a todos que buscam formalizar esse PJ

    Recover Rescue 13/08/2023
    14
  • Ponto positivo: Eu sou a favor de todos os projetos que venha beneficiar a categoria dos agentes de segurança privada

    iara asmr 11/08/2023
    14
  • Ponto positivo: Ficou Excelente O Projeto Muito Bom Para Nossa Categoria da Segurança Privada

    Alexandro Brito Borges 09/08/2023
    15
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    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 8107/17, do Poder Executivo, que desmembra 26,45% da área da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim para criação da Área de Proteção Ambiental (APA) do Jamanxim, ambas localizadas em Novo Progresso, no sudoeste do Pará. Em florestas nacionais, são permitidas apenas atividades de pesquisa e exploração sustentável, como as praticadas por comunidades tradicionais de ribeirinhos e extrativistas. Já áreas de proteção ambiental possuem regras de exploração menos rígidas, permitindo sua ocupação e exploração. Segundo o projeto, a área da floresta sairá dos atuais 1,32 milhão de hectares (pouco mais do dobro do tamanho do Distrito Federal) para 953 mil hectares. E a APA terá outros 349 mil hectares (26,45% da área original da Flona, pouco acima de duas vezes o município de São Paulo), dividida em quatro áreas diferentes. A proposta permite a desapropriação de todo imóvel rural privado na área da Flona do Jamanxim pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Ocupação da APA O morador que estiver na APA deve comprovar ocupação e exploração da área antes de 13 de fevereiro de 2006. O texto condiciona a propriedade do imóvel à ausência de desmatamento ilegal na área regularizada e preservação de pelo menos 80% da área como floresta – como previsto no Código Florestal (Lei 12.651/12). A floresta preservada na área da APA terá uso prioritário para manejo florestal sustentável. A área de proteção será administrada pelo ICMBio, que deverá adotar as medidas necessárias para sua conservação. De acordo com a exposição de motivos assinada pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a área da Flona do Jamanxim tem sido palco de conflitos fundiários e extração e garimpo ilegais, além de grilagem de terra. “A criação da APA busca proteger a diversidade biológica, disciplinar a ocupação da região e fomentar o manejo florestal sustentável e a conservação dos recursos hídricos”, afirma o ministro. Segundo Sarney Filho, um projeto de lei permitirá maior discussão do assunto, com a sociedade em geral e com a comunidade local, através de consultas públicas. APA menor O percentual de floresta transformado em APA é menor que o previsto na Medida Provisória 756/16, que foi vetada pelo presidente Michel Temer em 20 de junho, após críticas de organizações ambientais. O texto original da MP estabelecia que 41% da floresta viraria área de preservação, enquanto o texto alterado pelo Congresso transformava 37% da floresta em APA. Na mensagem de veto à MP, o governo argumentou que as alterações do Congresso na medida provisória poderiam comprometer e fragilizar a preservação ambiental da região. Tramitação O texto será analisado por uma comissão especial, antes de seguir para o Plenário. A proposta tramita em regime de urgência constitucional e, assim, poderá ir diretamente para o Plenário e lá ter o parecer da comissão especial analisado.