Enquete do PDL 199/2023

Resultado

Resultado parcial desde 28/07/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 34.131 96%
Concordo na maior parte 330 1%
Estou indeciso 13 0%
Discordo na maior parte 60 0%
Discordo totalmente 1.108 3%

O que foi dito

Pontos mais populares

Diminuir essa taxação abusiva. Pode taxar, mas tem que ser mais justo para o consumidor

EDUARDO SOARES PADRAO 20/10/2023
3198

não vi um ponte negativo que impactasse diretamente, pois já faz anos que era desse jeito e o mercado nunca quebrou e nunca houve demissão em massa isso é retórica para tentar justificar o excesso de taxas pagos pela população.

jeovam silva sousa 30/10/2023
1892

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Exibindo resultados 1 a 10 de 471 encontrados.

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  • Ponto negativo: Enquanto os cidadãos aceitam passivamente esse sufocamento tributário, o governo continua criando novas formas de confisco disfarçadas de regulamentação. Se não houver nenhum fato, ser financeiramente livre no Brasil será apenas um sonho distante – soterrado sob impostos e taxas que alimentam um sistema ineficiente e insaciável.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: O Brasil vive um ciclo vicioso: impostos excessivos, serviços públicos precários e um governo que só pensa em arrecadar mais. A Remessa Conforme é apenas mais um capítulo dessa tragédia.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Agora, quando buscamos uma alternativa mais barata no mercado internacional, o governo nos impede e exige sua fatia. O que antes era uma opção de alívio financeiro para muitos agora se torna um pesadelo tributário. O PDL 199/2023 tenta barrar esse abuso, mas a questão central permanece: até quando permitiremos que o Estado nos esmague com tributos?

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Não há escapatória. Cada movimento nosso gera arrecadação para o Estado, sem retorno algum. Trabalhamos e somos taxados. Compramos e somos taxados. Empreendemos e enfrentamos um cipoal de tributos. Precisamos de saúde e educação pública? Temos que pagar planos privados, porque o serviço estatal é um caos.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Com a Remessa Conforme, pequenos importadores serão esmagados , e o consumidor pagará ainda mais caro em tudo. Quem antes conseguir comprar eletrônicos, roupas e acessórios por um preço justo em plataformas internacionais agora será obrigado a pagar taxas muitas vezes superiores ao próprio valor do produto. O mercado interno, dominado por oligopólios, segue cobrando preços absurdos sem qualquer concorrência justa.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: O governo tenta vender a ideia de que essa medida aumente a transparência e a justiça ao mercado. Mas a transparência aqui significa mais burocracia e custos , e a justiça significa apenas mais arrecadação para um Estado voraz e ineficiente

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: O PDL 199/2023 , que tenta revogar essa medida, é uma resistência a mais um abuso tributário. Mas será suficiente? Ou apenas uma pausa antes da próxima investida estatal contra o bolso do cidadão?

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Agora, surge a Remessa Conforme , um novo cerco contra o consumidor. A justificativa oficial é combater a sonegação e equilibrar a concorrência entre empresas nacionais e internacionais. Na prática, trata-se de mais um mecanismo para extrair dinheiro da população. Compras internacionais baratas, uma das poucas alternativas do brasileiro contra os preços abusivos no país, agora estão na mira do Fisco.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto negativo: O Brasil é um dos países com maior carga tributária do mundo. Pagamos impostos sobre tudo: renda, consumo, patrimônio, produção e até transações já tributadas. O trabalhador tem seu salário reduzido pelo Imposto de Renda e INSS, e quando tenta extrair, enfrenta ICMS, IPI, PIS, Cofins e outros tributos. Se você empreender, será soterrado por taxas e burocracia. O pior? Nada disso se traduz em infraestrutura decente, saúde de qualidade ou educação eficiente.

    VITOR RODRIGUES DE LIMA 06/02/2025
    0
  • Ponto positivo: Quero pagar taxa nenhuma não, a isenção é garantida por lei, nos tiraram isso.

    Tio Makoto Mello 18/08/2024
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei