Enquete do PL 3612/2023

Resultado

Resultado parcial desde 24/07/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 26 3%
Concordo na maior parte 1 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 6 0%
Discordo totalmente 1.299 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

O ponto positivo é que mostra o lado escuro do poder e clareia a mente do povo Não dá mais para manipular o povo como antes

Marco Silva 02/08/2023
26

Não há ponto positivo nessa propositura, totalmente ditatorial

Osmar Pereira da Costa 26/07/2023
74

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 14 encontrados.

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  • Ponto negativo: O detalhe maligno será no uso da Lei, ou seja, até um joinha no WhatsApp é considerado ato anti democrático e vão usar coisas banais para se apropriar e calar pessoas de bem protestando. Enquanto isso os Traficantes recebem de volta as suas drogas apreendidas pela Polícia. Aff

    JOSE PORFIRIO VASCONCELOS 01/09/2023
    5
  • Ponto negativo: Nossas leis já possuem todos os mecanismos necessários para a aplicação de sanções e punições. O Estado já é a entidade mais poderosa do país, mas mesmo assim criminosos perigosos e do colarinho branco são devidamente poupados de suas penas, ganham descontos, devolução de bens e valores, sem nenhuma cerimônia e na cara-de-pau. Não há motivos para apoiar algo que obviamente não trará nenhuma justiça, conforme tudo que já mencionei. Que trate a todos igualmente, como a Constituição determina.

    Luis Teixeira 10/08/2023
    11
  • Ponto negativo: Estou completamente impressionada que exista essa proposta numa câmara eleita pelo voto do povo!! Então esse projeto quer se dispor dos bens do povo?!!! É uma proposta totalmente negativa !! É bem de acordo com um pensamento ditatorial !! A propriedade adquirida com trabalho e suor do proprietário é sagrada!!

    Alcione Matos 10/08/2023
    13
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que mostra o lado escuro do poder e clareia a mente do povo Não dá mais para manipular o povo como antes

    Marco Silva 02/08/2023
    26
  • Ponto negativo: O que ocorre na verdade é o estado querendo silenciar o povo Tomar bens é absurdo e novamente enfraquece ainda mais o cidadão É o que eles querem, ditar nossa opinião Só queremos justiça, liberdade e imparcialidade

    Marco Silva 02/08/2023
    11
  • Ponto negativo: Creio que querem nos transformar em uma China, Venezuela ou na antiga União Soviética! Crime contra o estado é um legislador mais preocupado com reeleição do que com o brasileiro ou um juíz mais preocupado com a ideologia do que com a lei.

    Aron A. Zimmermann 29/07/2023
    15
  • Ponto negativo: Um governo dita-torial a esta qua-dri-lha do PT, querem impor o controle total de tudo. É a forma mais radical de sufocar o povo e a população. Discordo totalmente de qualquer medida assim ou similar.

    Eliel Karkles 29/07/2023
    12
  • Ponto negativo: Os bandidos continuarão super armados e os cidadãos de bem, sem defesa de sua própria vida??? Só governos ditadores, desarmam sua população!!!

    MARIA DO SOCORRO SOUSA OLIVEIRA BONONI 27/07/2023
    16
  • Ponto negativo: E mais um absurdo produzido por uma Câmara sem produtividade e sem respeito. Observamos que nós temos representantes muito abaixo do respeito e do caráter como representante do povo. Uma quadrilha do ''toma lá - da cá''.

    Carlos Alberto Lyra 27/07/2023
    12
  • Ponto negativo: Este absurdo proposto só vem LEGALIZAR as ações INCONSTITUCIONAIS q vem acontecendo desde q o STF vetou a indicação do Ramagen para diretor da PF feita pelo Bolsonaro, prerrogativa essa, concedida pela CF. Em nome da DEMOCRACIA agem ao arrepio da nossa Carta Magna. Um PARADOXO total!

    Rosangela Carvalho 26/07/2023
    18
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    O projeto de lei 2564/25 do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO) altera a Lei dos Crimes Ambientais para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares na fiscalização ambiental. O texto proíbe o embargo baseado apenas na detecção remota de supressão de vegetação e prevê a notificação prévia ao autuado para apresentar esclarecimentos. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo da medida é evitar o agravamento do dano, interromper sua ocorrência e resguardar a recuperação da área. Pelo texto, o agente de fiscalização poderá adotar medidas cautelares quando houver dano ambiental, mas tais medidas não poderão antecipar as sanções administrativas. Se isso ocorrer, o processo poderá ser anulado. Segundo Lucio Mosquini, a proposta busca diferenciar melhor a medida cautelar da sanção administrativa. Ele afirma que a medida cautelar tem caráter de proteção imediata, enquanto a sanção tem caráter punitivo. O deputado argumenta ainda que  áreas têm sido embargadas com base em apuração remota, sem oportunidade de defesa prévia. “Qualquer medida que possa impor prejuízo ao autuado deve ser precedida de ampla defesa e contraditório”, diz o autor. Próximos passos O projeto tramita em regime de urgência e pode ser votado diretamente pelo Plenário. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei