Enquete do PL 3611/2023

Resultado

Resultado parcial desde 24/07/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 16 2%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 0%
Discordo totalmente 1.163 98%

O que foi dito

Pontos mais populares

SEM ANISTIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

MAURICIO HENRIQUE DE LEMOS BARBOSA 16/02/2025
0

Esse PL busca dar mais e mais direitos aos que se dizem democratas, mas nem de longe o são, muito pelo contrario. E exclui o poder de demonstração do Povo. Por Deus Srs (as) Deputados (as) voltem a Razão! Reajam contrao mal que está escarado e claro como a luz do dia, o Brasil grita por socorro que esta Casa pode fazer acontecer, e ajam em favor da População, vale lembrar que amanhã o Srs e Sras também serão só Povo.

ANA PAULA DE OLIVEIRA LIMA 25/07/2023
68

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto positivo: Lugar de golpista é na cadeia!

    MAURICIO HENRIQUE DE LEMOS BARBOSA 16/02/2025
    0
  • Ponto positivo: SEM ANISTIA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    MAURICIO HENRIQUE DE LEMOS BARBOSA 16/02/2025
    0
  • Ponto negativo: Nossas leis já possuem todos os mecanismos necessários para a aplicação de sanções e punições. O Estado já é a entidade mais poderosa do país, mas mesmo assim criminosos perigosos e do colarinho branco são devidamente poupados de suas penas, então não há motivos para diferenciar estes daqueles. Se não endurece para uns não pode fazer isso para outros.

    Luis Teixeira 10/08/2023
    6
  • Ponto negativo: É uma proposta descabida e totalmente antidemocrática!! Aliás é uma proposta totalmente ditatorial !! Esta proposta vai contra os direitos do povo se manifestar livremente como defende a nossa Constituição! Ou seja , ela é TOTALMENTE ANTICONSTITUCIONAL!!

    Alcione Matos 10/08/2023
    10
  • Ponto negativo: Qualquer coisa pode ser interpretada como ataque ao estado democrático de direito. A esquerda hoje já utiliza esse discurso para perseguir e censurar opositores e cidadãos que criticam o governo ou questionam abusos cometidos por membros de alguma instituição. Com esse PL é um caminho sem volta pra ditadura, é mais poder para o estado oprimir o povo e nos calar.

    JAIR SILVA PERRUT 07/08/2023
    9
  • Ponto negativo: Quantos anos pegariam todos os parlamentares e membros do STF que fizeram o impedimento de Dilma , uma vez que a esquerda vive chamando de "golpe" e tá tudo certo? Estas fakenews e desinformação da esquerda ninguém comenta! Ou seja, quem vai definir e julgar são os mesmos que hoje querem partidarizar a lei, acabar com o contraditório e calar a nação!

    Jacqueline Viegas 04/08/2023
    5
  • Ponto negativo: Proposta de censura da população.

    Alberto 02/08/2023
    10
  • Ponto negativo: PROPOSTA DITADORA

    Vanessa Santana 28/07/2023
    11
  • Ponto negativo: É MUITA CARA DE PAU, PRIMEIRO - POR SUBESTIMAR A INTELIGÊNCIA DA POPULAÇÃO, SEGUNDO - QUEREM TER O DIREITO DE CONTRARIAR O DESEJO DA MAIORIA DA POPULAÇÃO E AINDA IMPEDIR QUE ESTA RECLAME DELES. DEFINITIVAMENTE UMA CAMBADA DE VIGARISTAS SOCIALISTAS SEMPRE TENTANDO ALCANÇAR MAIS PODER, IMPLANTANDO UMA DITADURA HOMEOPATICAMENTE ATÉ NENHUM DIREITO MAIS RESTAR

    Mario Avila 27/07/2023
    16
  • Ponto negativo: Pelo amor de Deus!!!! Essa PL é um verdadeiro absurdo! Esse pessoal pensa que somos burros! Será que não se tocam? Querem se endeusar dando mais poderes à eles já não basta o crime de opinião? Onde estão pretendendo chegar com isso? Espero que nossos deputados e senadores eleitos façam alguma coisa por nós, e pelo Brasil, senão não sei o que isso vai virar!

    Sergio Damasceno 27/07/2023
    15
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei