Enquete do PDL 188/2023

Resultado

Resultado parcial desde 24/07/2023

Opção Participações Percentual
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Concordo na maior parte 5 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 20 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Susta a tentativa abusiva do governo federal de aumentar o controle de armas por parte do estado.

Felipe 24/07/2023
47

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Exibindo resultados 1 a 10 de 15 encontrados.

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  • Ponto positivo: Não podemos viver em um país democrático e ao mesmo tempo, não podemos exercer nosso direito de auto defesa, da nossa família e do nosso patrimônio, o estado não está a todo momento a disposição do cidadão e cabe a nós a primeira defesa de nossas vidas, tirar o direito a defesa não é ato de uma democracia, lá em 2005, foi desrespeitada a manifestação popular no referendo/plebiscito, então hoje cabe ao Congresso Nacional, consertar o erro do passado/2005.

    Wandelvan 28/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Temos que nós denfeser.

    LUIZ ALBERTO MACHADO FILHO 25/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Respeitar o direito do ser humano de autodefesa.

    Heliel Milagre Cardoso da Silva 25/07/2023
    7
  • Ponto positivo: O acesso às armas já possui mecanismos de controles em excesso. Prejudicar os atiradores desportivos e pessoas idôneas de terem acesso a armas para o esporte ou defesa, mostra que o intuito do governo é não fazer nada em relação as armas ilegais e contrabandeadas já que criminosos não se importam com a lei. O esporte de tiro deu a primeira medalha olímpica ao Brasil e estrangular o esporte é pura ideologia contra milhares de atletas e uma indústria que gera milhões de impostos e 4% do PIB

    Marcelo Duarte 25/07/2023
    6
  • Ponto positivo: Reestabelece a possibilidade do cidadão de bem se proteger e a sua família. Do contrário, permanecendo o decreto, apenas quem pode contratar segurança armada estará realmente protegido. Incompreensível não ter política de desarmar criminosos, mas o cidadão!!!

    Sergio Manabe 25/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Susta essa aberração jurídica que é o decreto pois não possui base técnica, atropela direitos, interfere na livre escolha das espessoas em praticar esportes, no livre exercício das atividades comerciais, em leis municipais, e por revanchismo, vai demitir milhares de empregos e fechar lojas de um setor que foi responsável por 4% do PIB

    Alexandre Macedo 25/07/2023
    4
  • Ponto positivo: Tira do governo federal o controle de armas e salva o esporte que trouxe a primeira medalha olímpica pro Brasil

    Fernando Lopes da Silva 24/07/2023
    3
  • Ponto positivo: O plebiscito de 2005 já mostrou o que o povo brasileiro pensa sobre a matéria. Na hierarquia das leis nenhum decreto pode suspender, revogar ou modificar uma lei muito menos contrariar um plebiscito. Esse grupo de trabalho levou 7 meses para fazer essa colcha de retalhos infantil num tema que envolve segurança nacional. A última barreira contra um governo tirano é o cidadão armado esse é o princípio da segunda emenda de Constituição Estadunidense.

    Marcelo Lourenço 24/07/2023
    2
  • Ponto positivo: Esse Decreto 11615/23 é absurdo, abusivo, nada claro, deixa os cidadãos a mercê da bandidagem e praticamente acaba com o esporte do tiro no Brasil, esporte esse que nos deu a primeira medalha olímpica!! Respeitem os CACs, respeitem quem quer e pode ter armas de fogo para sua defesa e de sua família. A esquerda sempre quis desarmar o povo de bem e jamais respeitou o direito de quem quer ter armas de fogo!! Esse desrespeito deve ser imediatamente corrigido através desse PL!!

    Rodrigo Chaves 24/07/2023
    1
  • Ponto positivo: O Decreto 11.615/23 acaba com o seguimento indústria/comércio de armas e munições ao impor a COMPROVAÇÃO DA EFETIVA NECESSIDADE ( ultrapassando a DECLARAÇÃO determinada na Lei 10.826/03 ) e limitando as armas de uso permitido em 407 joules ( até o 38 SPL ficou restrito ). Esse decreto vai fechar milhares de vagas de emprego e acabar com 4% do PIB, além de trazer os altos indeces de violência de volta. É, vai voltar aquela situação insuportável de violência, voltamos a ser reféns dos crinosos.

    Normando F. Nunes 24/07/2023
    1
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  3. PL 4573/2025

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  4. PL 894/2025

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  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei