Enquete do PL 3488/2023

Resultado

Resultado parcial desde 10/07/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 9 39%
Concordo na maior parte 1 4%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 13 57%

O que foi dito

Pontos mais populares

A realização de testes toxicológicos em estudantes das instituições federais e sua extensão para professores e alunos de todas as instituições públicas, militares e cívico-militares é uma medida preventiva essencial para garantir um ambiente de aprendizado seguro e promover a saúde física e mental dos envolvidos. Além de melhorar a qualidade da educação, essa abordagem inclusiva mostra o compromisso do país em formar cidadãos conscientes e preparados para o futuro.

saamuelvieira 01/08/2023
1

Projeto além de criminalizar o usuário que é algo profundamente retrógrado aos dias de hoje, abre espaço para exclusão inconstitucional do direito a educação, e possibilidade de exclusão criminosa de deficientes, e pacientes psiquiátricos ou reumatologicos que usam medicamentos que se enquadram em classes que seriam alvo desses exames. Além de ao deixar o custo para o estudante, prejudicar os estudantes mais pobres que podem não ter como arcar com o mesmo. Projeto populista e criminoso

LEONIE CASTANHA SILVA SANTOS 12/07/2023
4

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 6 de 6 encontrados.

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  • Ponto positivo: A realização de testes toxicológicos em estudantes das instituições federais e sua extensão para professores e alunos de todas as instituições públicas, militares e cívico-militares é uma medida preventiva essencial para garantir um ambiente de aprendizado seguro e promover a saúde física e mental dos envolvidos. Além de melhorar a qualidade da educação, essa abordagem inclusiva mostra o compromisso do país em formar cidadãos conscientes e preparados para o futuro.

    saamuelvieira 01/08/2023
    1
  • Ponto negativo: A preocupação da autora pelo uso de drogas ilícitas deveria se voltar aos políticos eleitos. Portanto o projeto deveria ser destinado a verificar o uso de drogas ilícitas dentro dos gabinetes do congresso e do senado. Os senhores deputados federais e senadores é que deveriam ter a obrigação de comprovar que não se utilizam de substâncias ilícitas, uma vez que são nossos legisladores, definem as políticas públicas nacionais e devem manter uma postura íntegra comprovada e não os estudantes.

    guto n la salvia 14/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Projeto abre espaço para exclusão inconstitucional do direito a educação, e exclusão criminosa de deficientes, pacientes psiquiátricos ou reumatologicos que usam medicamentos que se enquadram em classes que seriam alvo desses exames. Além de ao deixar o custo para o estudante, prejudicar os estudantes mais pobres que podem não ter como arcar com o mesmo. Projeto provavelmente será tratado como inconstitucional por ser tentativa de impor produção de provas contra o próprio cidadão.

    Marcus Vinícius Lima de Medeiros 13/07/2023
    1
  • Ponto negativo: É curioso como o álcool, que é comprovadamente mais deletério à saúde do que a maconha, é quase sempre subestimado pela população. A deputada sequer menciona as bebidas alcoólicas, como se não fossem as drogas preferidas entre os universitários. Já que a deputada se escora no discurso de "proteção à saúde", por que não propõe, por exemplo, a proibição da publicidade das bebidas alcoólicas? Garanto que é uma proposta infinitamente mais útil aos brasileiros do que a deste PL.

    Eduardo Costa 13/07/2023
    1
  • Ponto negativo: Este segmento politico, que se auto intitula direita conservadora, não perde a oportunidade de tentar destruir a imagem daqueles que fazem parte das universidadrs federais. O PL3488/2023 fere o princípio constitucional que estabelece a a igualdade de todos os cidadãos e cidadãs perante a lei. Daí a pergunta: por que não abranger esta prática nas escolas superiores vinculadas ao Ministério da Defesa como é o caso do IME, do Ita, da Escola Naval, da AMAN, dentre outras? Jailson Santos Prof UFRJ

    JAILSON DOS SANTOS 13/07/2023
    2
  • Ponto negativo: Projeto além de criminalizar o usuário que é algo profundamente retrógrado aos dias de hoje, abre espaço para exclusão inconstitucional do direito a educação, e possibilidade de exclusão criminosa de deficientes, e pacientes psiquiátricos ou reumatologicos que usam medicamentos que se enquadram em classes que seriam alvo desses exames. Além de ao deixar o custo para o estudante, prejudicar os estudantes mais pobres que podem não ter como arcar com o mesmo. Projeto populista e criminoso

    LEONIE CASTANHA SILVA SANTOS 12/07/2023
    4
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

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