Enquete do PL 3374/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/07/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 56 11%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 13 3%
Discordo totalmente 414 85%

O que foi dito

Pontos mais populares

Como não reconhecer uma categoria de profissionais que é de suma importância no diagnóstico médico clínico e hospitalar? Toda pesquisa de doenças se inicia na coleta de amostra para pesquisa e são eles os responsáveis por todo processo até chegar ao diagnóstico, um Biólogo, Bio Médico, Bioquímico ou Farmacêutico só assinam um laudo depois que o técnico já fez todo o trabalho desde a coleta das amostra e seu processamento, precisa sim de reconhecimento pois todos tem direitos iguais

GILVANIA 13/12/2023
26

No parecer de emenda as atribuições dos técnicos de laboratório estão na contra mão da realidade das atividades desempenhadas atualmente por estes profissionais. Reduz as atribuições o que consequentemente haverá diminuição da necessidade de mão de obra gerando mais desemprego para a categoria.

Ricardo Abel 13/12/2023
22

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 31 encontrados.

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  • Ponto negativo: Quando os técnicos de laboratório serão ouvidos???

    FABRICIO MATHIAS COSTA 30/11/2024
    0
  • Ponto negativo: O PL 3374/2023 atende unicamente o pleito e interesses do sistema CFF/CRF´s, uma vez que, a profissão já se encontra regulamentada. Infelizmente não estão visando o ser humano profissional. Os laboratórios clínicos e bancos de sangue não são exclusivos dos farmacêuticos e quem executa bancada são os técnicos em maior parte. Qual a intenção em banir os técnicos das bancadas? Creio que para criar mercado para a classe farmaceutica.

    FABRICIO MATHIAS COSTA 12/09/2024
    1
  • Ponto positivo: O PL 3374/2023 poderia explanar uma carga horaria de trabalho de 36hs/semanais, poderia expor questões relacionadas ao descanso, quarto para repouso de plantonistas (acreditem que nem local de descanso temos), insalubridade e riscos biológicos. Mas a PL foi construída com uma resolução do CFF para tornar lei e não ter impedimentos para banir técnicos de laboratório que ensinam aos farmacêuticos quando chegam em um laboratório e criar reserva de mercado.

    FABRICIO MATHIAS COSTA 12/09/2024
    2
  • Ponto positivo: Sou a favor do projeto, que aliais poderia incluir as 30 horas semanais de trabalho, já em discussão em outro, pl 2443/19 dos farmacêuticos e técnicos de laboratório,que está parado na c.saúde, beneficiaria bastante nossa categoria.

    Ezequiel Paulo 21/06/2024
    0
  • Ponto negativo: Somos os Técnicos do laboratório e Patologica Clínica, a maior força de trabalho dentro de uma Área Técnica Laboratorial. Somos a "ponta da lança"! Quando vcs estão doentes e precisam com urgência de seus resultados somos nós que aceleramos os processos. Somos nós que liberamos tudo para o Bioquímico Assinar seus Laudos. E estamos sendo negligenciados e colocados pra fora sem o reconhecimento de tamanha importância dessa classe.

    DAIANI UGULINI 05/04/2024
    1
  • Ponto negativo: Os técnicos de laboratório e auxiliares técnicos de laboratório precisam de valorização. Os auxiliares precisam urgente da equiparação de nomenclatura com os técnicos de laboratório para serem reconhecidos como profissionais de saúde..

    Louize Caroline 04/04/2024
    1
  • Ponto negativo: Não seria injusto deixar de reconhecer nossa categoria que é extremamente importante para que o médico consiga fechar um diagnóstico clínico ? Todas as pesquisas de doenças se iniciam na coleta das amostras e somos nós os responsáveis por todo processo até que ele seja concluído. Já os analistas Farmacêuticos, Biólogos... só assinam o laudo, depois que nós já realizamos todo o trabalho, até obtermos o resultado final das análises.

    CINTIA ANGELICA ALVES RAMOS 02/04/2024
    5
  • Ponto negativo: A PL não regulamenta a nossa categoria , precisamos ter um conselho próprio, não está de acordo com a realidade que ela atua. Queremos os devidos direitos , o reconhecimento e o respeito pela nossa classe que é tão desvalorizada e desfavorecida.

    CINTIA ANGELICA ALVES RAMOS 02/04/2024
    10
  • Ponto negativo: A PL limita e restringe a atuação do técnico de laboratório o qual tem a formação bastante ampla, conteudista, multidisciplinar e integralizada que contribui para atuação plena e apropriada com êxito desempenho as atividades laboratoriais.

    Tatiana Terzi 02/04/2024
    6
  • Ponto negativo: Essa PL em nada regulamenta e nem representa os técnicos de laboratório. Nós, profissionais de "bancada", do serviço manual e automatizado, estudamos para desempenhar atividades que essa PL descarta. Temos a competência e experiência para sermos técnicos, não serventes de farmacêuticos. Somos nós que fazemos toda a atividade laboral para o RT somente assinar. Entre e veja o laboratório, veja a dinâmica; Farmacêuticos no computador e os técnicos no microscópio, na bancada, no preparo e execuçao.

    LETICIA FERREIRA BARBOSA 02/04/2024
    5
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  4. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.