Enquete do PLN 12/2023 CN

Resultado

Resultado final desde 29/06/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 5.399 97%
Concordo na maior parte 85 2%
Estou indeciso 5 0%
Discordo na maior parte 20 0%
Discordo totalmente 59 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Considero de suma importância a criação de mais vagas para os Institutos Federais de Educação, pois existe um grande déficit de servidores. Por tanto, acho importante para a prestação de um serviço público de qualidade, que o quadro de professores e técnicos seja aumentado.

Lucas Rodrigues 03/07/2023
56

Esta recomposição, na verdade, não recompõe toda e perda inflacionaria do período, por isso se faz necessário um reajuste complementar para o ano de 2024

Cleber Borges 04/07/2023
137

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 50 encontrados.

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  • Ponto positivo: Essa reforma ajusta uma demanda que não sofre alterações há cinco anos, tendo sido, apesar disso, a última reforma insatisfatória considerando o desenvolvimento almejado pela educação federal brasileira e desempenho das forças de segurança. O implemento é ainda insatisfatório mas ilumina o caminho da melhora na educação e segurança pública e sugere uma enorme preocupação com a LDO de 2024.

    Kleytone Alves Pereira 07/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Não foi implementada antes.

    Kleytone Alves Pereira 07/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Nada mais do que merecido, são 8 anos sem nenhum reajuste, a inflação acaba com o poder de compra com o passar dos anos, deveria haver um reajuste anual de acordo com a inflação para todas as categorias conforme reajustam o salario minimo.

    Edson Lins de Araujo Madeiro 06/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Salários baixos podem levar agentes de segurança a se envolverem em atividades ilícitas, como corrupção. Um reajuste salarial adequado reduziria a vulnerabilidade desses profissionais a tentações financeiras indevidas, contribuindo para a construção de uma força de segurança mais íntegra e confiável.

    Deo Barros 06/07/2023
    1
  • Ponto positivo: Um reajuste salarial para as forças de segurança da capital federal reconhece e valoriza o trabalho árduo e arriscado realizado por esses profissionais, que dedicam suas vidas para garantir a segurança da população. Oferecer salários competitivos é essencial para reter profissionais qualificados e atrair novos talentos para as forças de segurança. O reajuste salarial aumentaria o incentivo para que os melhores profissionais permaneçam em seus cargos, garantindo um serviço de excelência.

    Deo Barros 06/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Essa divisão em duas parcelas é injustificável. Além disso, está muito enrolado esse processo todo!

    EBER OLIVEIRA SILVA 05/07/2023
    3
  • Ponto positivo: Recompor a adequada remuneração dos profissionais de segurança é uma questão de justiça, é a contrapartida pelos serviços e tranquilidade que proporcionam à sociedade.

    JURANDIR DE CASTRO LEAO JUNIOR 05/07/2023
    8
  • Ponto positivo: Não lembro de alguma enquete, se era justo o reajuste dos Deputados e Senadores ? O reajuste para as forças de segurança do DF, é mais que justo, pois não cobre nem a defasagem inflacionária!

    Rogério Carvalho 05/07/2023
    7
  • Ponto positivo: Importante valorizar os profissionais da segurança em geral, que trabalham exclusivamente nesta função policial, sendo que no passado a polícia do Distrito Federal era a melhor paga da Federação, mas apesar que perdeu esta qualidade remuneratório em relação os Estados da nossa Federação, não deixou de prestar o serviço com qualidade e presteza para a nossa sociedade.

    JANE EYRE OLIVEIRA SANTANA DA SILVA 04/07/2023
    12
  • Ponto negativo: Falta incluir os servidores do executivo que tiveram perdas salarias em decorrência da inflação.

    João Batista 04/07/2023
    3

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. REQ 305/2026 CSPCCO

    Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, por intermédio do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), sugerindo a adoção de providências para a convocação da totalidade dos candidatos aprovados no 2º Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) para o cargo de Analista Técnico de Justiça e Defesa (ATJD).

  6. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.