Enquete do PL 2936/2023

Resultado

Resultado parcial desde 05/06/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 3.297 28%
Concordo na maior parte 65 1%
Estou indeciso 7 0%
Discordo na maior parte 78 1%
Discordo totalmente 8.185 70%

O que foi dito

Pontos mais populares

Isso é uma grande economia para o próprio plano de saúde. Averiguar se o diagnóstico é a terapia medicamentosa estão alinhadas. Principalmente em casos de judicializaçao e/ou em tratamentos de alto custo.

Diego Chiara Chaves 21/06/2023
139

Dá uma autoridade desnecessária e é uma linha perigosa para o acompanhamento da saúde de muitas pessoas.

Fight For Greatness 30/06/2023
467

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 129 encontrados.

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  • Ponto positivo: Concordo totalmente, o farmacêutico está na linha de frente com os pacientes, podendo contribuir com seus conhecimentos.

    Tiago Silva 15/01/2025
    0
  • Ponto positivo: O farmacêutico sem dúvida alguma é o profissional mais capacitado para trabalhar com a saúde integrativa, e quem discordar certamente não conhece o curso de farmácia e bioquímica. E como ser esse profissional sem poder solicitar um exame? Passamos cinco anos em um faculdade, estudamos todo o processo, desde a doença a cura, como podemos ser considerado uma ameaça ao risco a vida humana? A única ameaça é a de fazer o trabalho mais bem feito do que os médicos, por isso tanta disputa de território

    Nara vanessa correia André 21/07/2024
    3
  • Ponto positivo: Vejo um bando de profissionais da medicina com medinho da reserva de mercado, medo de perderem o campo, pq sequer tem a competência na grade de medicina como estudo de análises clínicas, onde que os farmacêuticos com grande carga horária, bem como a grade de farmacocinética com tempo bem extenso. Enquanto isso os medicos tem um semestre de estudo, e agora querem ser os donos da razão. Prescrever exame laboratorial não é prescrever medicamento, simples assim. Estudem mais a legislação.

    JEFERSON PAES COELHO 20/07/2024
    1
  • Ponto positivo: O farmacêutico tem capacidade técnica para realizar e interpretar exames. Tem, portanto, capacidade de solicitar exames para monitoramento, mas não para intervenção, alteração de tratamento. Não vejo sentido em críticas quando se dão no âmbito que, por lei, foge da atuação em questão aqui neste PL. O farmacêutico continuará não intervindo nos tratamentos, por não poder prescrever, apenas poderá encaminhar o paciente aos cuidados médicos quando detectar alguma alteração nos exames.

    MAURICIO KONZEN 24/04/2024
    4
  • Ponto positivo: O farmacêutico já pode solicitar exames laboratoriais, no âmbito de sua competência profissional, com a finalidade de monitorar os resultados da farmacoterapia. De acordo com as Resoluções 585 e 586/2013, a PL está solicitando apenas adesão dos planos de saúde, pensem um pouquinho antes de participar.

    Robert Domingues 07/02/2024
    8
  • Ponto positivo: Ao contrário do que muitos médicos acreditam, o farmacêutico possui sim capacidade técnico científica para solicitar exames laboratoriais para acompanhamento farmacoterapêutico. Isso JÁ ESTÁ respaldado pelo nosso Conselho. Apesar da classe médica acreditar que sabe de tudo e imaginar que seja o protagonista do cuidado ao paciente, o farmacêutico é um profissional de saúde essencial no cuidado, capacitado e habilitado para atuar com exames laboratoriais. Respeitem os farmacêuticos!

    Ianarah Freitas 20/11/2023
    9
  • Ponto negativo: Farmacêutico tem formação com competências e habilidades para estabelecer diagnóstico e promover I tratamento necessário para o paciente?

    Sandoval Sobrinho 12/10/2023
    0
  • Ponto positivo: O farmacêutico está respaldado legalmente em solicitar exames para fins de acompanhamento farmacoterapêutico, jamais para diagnóstico, isso é da responsabilidade do médico (RDC 585/2013). Com isso, é viável aceitarem as solicitações devido muitas pessoas estarem vinculados aos planos de saúde e serem atendidos por farmacêuticos clínicos. Todos os profissionais de saúde são importantes, e cada um está ciente de suas atribuições.

    Nívea Sobral 22/07/2023
    12
  • Ponto positivo: O problema é que médico está com medo de perder a reserva de marcado que tem. Ninguém pensa no fácil acesso a população a acompanhamento de saúde. O único argumento utilizado é: Eu faço então não precisa de mais ninguém fazer. Cheguei a ler um indivíduo aqui chamar a profissão de médico de "marginalizada". Chega a ser ridículo.

    Lucas Diniz 22/07/2023
    8
  • Ponto positivo: É engraçado ver tanto médico contra, será que realmente o cuidado com o paciente está em primeiro lugar ou o é seu ego falando mais alto? Quando pensarem no paciente, pensem em escrever melhor e não uma prescrição que parece que foi escrita por alguém com deficiência motora, pois isso coloca em risco os cuidados com o paciente.

    Cláudio Ramiro 22/07/2023
    9
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    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

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  4. PL 5942/2025

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  5. INC 119/2026

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  6. PL 8256/2014

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 8256/14, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 973 cargos de provimento efetivo no quadro de pessoal da Secretaria do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15ª Região, com sede na cidade de Campinas (SP) e jurisdição em 599 municípios no interior de São Paulo. Pela proposta, serão 356 cargos de analista da área judiciária, 90 de oficial de Justiça avaliador federal; 147 de analista judiciário da área administrativa; e 380 de técnico judiciário. Segundo o presidente do TST, ministro Antonio José de Barros Levenhagen, com o aumento do quantitativo de ações trabalhistas verificado nos últimos anos, inclusive em razão das novas competências atribuídas aos tribunais do Trabalho por meio da Reforma do Judiciário (Emenda Constitucional 45), cresceram, em igual medida, as demandas relativas ao primeiro e segundo graus de jurisdição. “Estudos realizados pelas áreas técnicas do TRT 15ª Região revelaram defasagem entre a estrutura atual e a necessária”, disse Levenhagen. “O TRT da 15ª Região alega que a organização funcional do tribunal vem sustentando, ao longo de vários anos, o segundo maior volume de processos recebidos no País, superando a significativa marca de 1,2 milhão de processos desde o ano de 2006”, complementou. Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.