Enquete do PL 2919/2023

Resultado

Resultado parcial desde 02/06/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 884 95%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 50 5%

O que foi dito

Pontos mais populares

mais segurança jurídica e menos mortes no transito

Valdison Souza 11/12/2023
13

O Trânsito no Brasil não é seguro. Uma das poucas politicas que torna o trânsito um pouco mais seguro é a obrigatoriedade de que todo condutor passe pelo Centro de Formação de Condutores. Por isso acho que a lei deveria ser ainda mais corajosa e eficaz aumentando a carga horaria obrigatoria no curso teorico e permitindo o instrutor de transito numa avaliação juntamente com o diretor de ensino impedir que um aluno que ainda nao esta preparado tente o exame teorico ou pratico.

Gabriel Certim 12/12/2023
3

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto positivo: Os antigos já diziam "quando algo está quebrado ou com defeito, não se joga fora, se conserta". Os CFC''s hoje representam a maior arma contra a sinistralidade de trânsito em nosso País. Nós temos uma carência enorme de politicas publicas para segurança no trânsito, ver uma das poucas que dá certo ser ameaçada é muito triste e preocupante. Qual Brasil queremos construir? É preciso melhorar o que temos e não acabar com o que foi construido com muito trabalho, sangue e suor.

    Tarcisio Barbosa 12/12/2023
    5
  • Ponto negativo: O Trânsito no Brasil não é seguro. Uma das poucas politicas que torna o trânsito um pouco mais seguro é a obrigatoriedade de que todo condutor passe pelo Centro de Formação de Condutores. Por isso acho que a lei deveria ser ainda mais corajosa e eficaz aumentando a carga horaria obrigatoria no curso teorico e permitindo o instrutor de transito numa avaliação juntamente com o diretor de ensino impedir que um aluno que ainda nao esta preparado tente o exame teorico ou pratico.

    Gabriel Certim 12/12/2023
    3
  • Ponto positivo: Os Detrans nunca apoiaram os CFCs, hoje só se mantém em pé realmente quem leva o trabalho a sério. E tornar os Condutores e Pedestres conscientes é o que os CFCs mais prezam. Se dizem parceiros, mas nunca foi na prática. CFCs precisam ser levados mais a sério e ter apoio para que possam alcançar mais conscientização de quem vem buscar se habilitar. O Detran sozinho não vai desempenhar um bom papel perante a comunidade,longe disso.

    Déia Argentino 12/12/2023
    6
  • Ponto positivo: O Brasil tem um índice muito grande de mortes no trânsito. Precisamos de amparo legal e incentivo para mais investimento dos CFC’s, para que possamos elevar a qualidade do ensino e de processos nos CFC’s. Com regulamentação, e disposição do Contran, poderíamos prestar um melhor serviço à sociedade, se alguns processos burocráticos de Poupatempo / Detran fossem delegados aos CFC’s. DETRAN deveria fiscalizar, mas delegar alguns processos.

    Lucia Duarte 12/12/2023
    5
  • Ponto positivo: Os CFC''s sempre foram subjugados pelos Detrans, exatamente por falta de uma legislação que ampare os CFCs. Tendo amparo legal, é possível ser mais efetivo na construção de novos métodos de ensino e formação de candidatos, atuando como parceiro legal dos Detrans.

    Rodmilson Soares Bahiense 11/12/2023
    8
  • Ponto positivo: O trânsito é o que mais causa morte no país..precisamos cada vez mais conscientizar os condutores e pedestres a utilizarem as vias .respeitando o ser humano e promovendo empatia com outros..preservando sempre a vida. E urgente que a educação para o trânsito seja respeitada e práticada. Cidadãos educados devem exercer seus deveres de cidadania.

    Ana Sampaio 11/12/2023
    9
  • Ponto positivo: mais segurança jurídica e menos mortes no transito

    Valdison Souza 11/12/2023
    13
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei