Enquete do PL 2866/2023

Resultado

Resultado parcial desde 30/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 58 36%
Concordo na maior parte 3 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 5%
Discordo totalmente 93 57%

O que foi dito

Pontos mais populares

Gostaria que fosse implantado no uniforme dos deputados ai sim iria inibir o crime.

Roberto 23/01/2024
28

Ponto negativo é uma vergonha falar em colocar câmera no uniforme de um profissional que nem uma arma em condições e um salário digno tem! Vergonha!

violinsantos 23/01/2024
17

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 16 encontrados.

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  • Ponto negativo: Uma Vergonha. Minha opinião é que a excelentíssima Sra. Deputada deveria primeiro lutar pela extensão do porte de arma dos Profissionais da Segurança Privada, aí sim depois se preocupar em aprovar um absurdo desse, que com certeza não vai ajudar a Categoria, a não ser em deixar vários profissionais desempregados...

    NIVALDO DA SILVA MENDES 27/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Transparência é a chave de um sistema que se comprova correto e legal. Não há necessidade de se espantar com essa medida, ele beneficia a todos, tanto os policiais quanto a população. Aqueles que temem essa medida deve algo ou não estão de conformidade com a lei. Câmeras inibem mentiras, abusos e falsos testemunhos. É tudo de bom, é necessário.

    ISAAC MILTON COSTA DOS SANTOS 27/01/2024
    0
  • Ponto positivo: A câmera de nos uniformes só traz mais segurança física e jurídica tanto para os agentes e prestadores do serviço, para a empresa contratante, bem como para os consumidores. Evitando, desta forma, diversos tipos de ilegalidades e irregularidades. A preocupação e oposição veemente a esta lei só nos faz concluir que existe interesse explícito em preservar e omitir atos e comportamentos irregulares e/ou ilegais. Sem mais.

    Ivan de Lemos Basto Mendes 26/01/2024
    0
  • Ponto positivo: Tem um pessoal aqui incomodado com a ideia da lei. E eu perguntaria: POR QUE??? A lei poderá favorecer numa maior transparência dos serviços prestados por vigilantes, como até mesmo ajudar caso algum agravante venha a ocorrer com os mesmos. Quem não deve, não teme.

    JT NETO 26/01/2024
    3
  • Ponto positivo: As imagens ajudarão inclusive aos próprios agentes de segurança, que muitas vezes são humilhados e não tem como se defender. Quando sofrerem algum abuso, as câmeras poderão ajudá-los com provas quando processarem seus agressores. É um ótimo projeto. Transparência sempre(

    Virgílio Vettorazzo 26/01/2024
    2
  • Ponto negativo: Vcs deputados e senadores tem ageitar porte de arma pra gente da segurança privado agente trabalha defender patrimônio, banco, instituição financeira,empresa, escolta armada, carro forte transportando dinheiro, e na hora que agente vai pra casa ficar com nossa famílias, não temos nada pra resguardar nossa vida na minha opinião tem coisas mais urgência pra vcs votar ajudar pai famílias pelo menos ter proteção amais pra chegar em casa isso e urgente pra mim boa tarde falo em nome todos .

    Eduardo Faustino 25/01/2024
    2
  • Ponto positivo: Eles (deputados) deveriam ir nos postos de trabalho, principalmente (Bancos) pra verificar a humilhação que o vigilante passa, principalmente com o que diz a integridade física e psicológica do segurança bancária,onde o mesmo só pode almoçar as 09:00 da manhã ou após as 16:00 , ou seja passa o dia sem alimentação adequada,e não temos respaldo algum de sindicato de são Paulo. Que tal irem conversar com o dono do banco e dizer pra tratar o segurança melhor,com maís qualidade de vida? hipócritas

    Marcelo Mariotto 25/01/2024
    2
  • Ponto negativo: Essa deputada pelo jeito está sem nada pra fazer, inventando uma vergonha dessa, os seguranças privado que são injustiçados, não temos direito ao porte de arma, empresas atrasam salário, somos humilhados muitas vezes pelo contratante dos serviços: esses políticos precisam acordar para a realidade, parem de oprimir o trabalhador...

    NILTON RICARDO CARDOSO DE OLIVEIRA 24/01/2024
    2
  • Ponto positivo: Essa PL não vai passar, uma vergonha essa senhora gastar o nosso tempo e nosso dinheiro.

    J Henrique Macedo 24/01/2024
    2
  • Ponto negativo: Questões de Privacidade: A instalação de câmeras levanta preocupações sobre a privacidade dos seguranças, especialmente em momentos de pausa ou intervalo. Possíveis Abusos: Embora as câmeras sejam uma ferramenta de prestação de contas, há o risco de seu uso indevido ou para propósitos não relacionados à segurança. A implementação de câmeras nos uniformes requer uma abordagem equilibrada para garantir benefícios de segurança sem comprometer a privacidade e o moral dos profissionais.

    Leandro Amaral 24/01/2024
    0
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei