Enquete do PL 2729/2023

Resultado

Resultado parcial desde 22/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 255 24%
Concordo na maior parte 7 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 8 1%
Discordo totalmente 775 74%

O que foi dito

Pontos mais populares

Existem muitas crianças implantadas via SUS, impedidas de oralizar e usar os aparelhos em sala de aula, por interferência da escola. Isto é má versação de recursos públicos e interferência no pátrio poder dos pais.

Diana Costa Sampaio 23/05/2023
21

Não é mais utilizado o termo "deficiente auditivo", era um termo dos anos 90. A proposta precisa estar em consonância a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, aprovado em Dezembro de 2006 na Assembleia Geral da ONU, ou seja, alterar o termo "deficiente auditivo oralizado" para "pessoa com deficiência auditiva e oralizada" e/ou "pessoa com deficiência auditiva optante pela reabilitação de fala" e/ou "pessoa com deficiência auditiva optante pela oralização."

Dani Guidugli 23/05/2023
22

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Exibindo resultados 1 a 10 de 10 encontrados.

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  • Ponto negativo: A educação bilíngue não é educação especial. Educ. bilíngue é uma modalidade que respeita o direito linguístico da criança surda, com metodologias , recursos, materiais e profissionais capacitados. A inclusão foca na deficiência e não na diferença linguística. As crianças que as famílias optarem pela oralizacao precisa ter acesso à Libras. Pois conhecimento de mundo é necessário para o desenv. cognitivo. Além disso, a criança precisa ter o direito escolher ter a Libras como preferência ou não.

    MIRIAN BUENO DE OLIVEIRA MELO 19/07/2026
    3
  • Ponto negativo: MUDA A LEI ERRADA. Ele mexe no art. 58, que fica dentro do capítulo de Educação Especial, e não na lei da Educação Bilíngue de Surdos. PROMETE ALGO QUE JÁ EXISTE. As famílias já podem escolher a educação dos seus filhos. Não precisava criar outra lei.

    ROSELI MARIA DA COSTA 19/07/2026
    1
  • Ponto positivo: É importante precisar na escola sala Bilíngue novamente. Compreensão. Professor do AEE e de Libras.

    EDSON FLAVIO DA SILVA 19/07/2026
    0
  • Ponto positivo: Apoio o direito de escolha para estudantes surdos oralizados. Cada pessoa surda tem necessidades diferentes e a educação deve respeitar essa individualidade. Quando a oralização for a forma de comunicação mais adequada, a família deve poder optar por um ensino sem Libras. Ao mesmo tempo, esse direito não pode retirar ou limitar o acesso à Libras e à educação bilíngue para quem delas necessita.

    BARBARA GROSSO RAMOS 19/07/2026
    0
  • Ponto positivo: Sim nao quer problema nesse o principal primeira LIBRAS E SEGUNDA PORTUGUÊS..

    CINTHIA GOMES SOARES 18/07/2026
    0
  • Ponto negativo: Para que mexer na lei 14191/21? Que os surdos oralizados e suas famílias criem a SUA PRÓPRIA LEI e não mexa a nós!!!!!

    ANA REGINA E SOUZA CAMPELLO 18/07/2026
    1
  • Ponto negativo: Peço licença aos leigos a falarem que a criança surda, implantada é impedida de oralizar, nós que defendemos a língua de sinais jamais vamos obrigar a criança de não oralizar, e se isso ocorre, procure a Feneis ou a associação de surdos da sua cidade. Nós queremos direito ao acesso, a saude, direito da criança poder chegar em casa e expressar da forma dela como foi o dia dela. Queremos que as crianças tenham "voz" quando um parente tenta abusar delas. Nós queremos a independência delas.

    MICHELLE ANDREA MURTA 18/07/2026
    2
  • Ponto positivo: Crianças com implantes cocleares ou outras próteses auditivas precisam de atendimento escolar visando a oralizacao e estímulo ao aprendizado da língua portuguesa escrita!

    Sônia M Ramires Almeida 26/05/2023
    2
  • Ponto negativo: Não é mais utilizado o termo "deficiente auditivo", era um termo dos anos 90. A proposta precisa estar em consonância a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, aprovado em Dezembro de 2006 na Assembleia Geral da ONU, ou seja, alterar o termo "deficiente auditivo oralizado" para "pessoa com deficiência auditiva e oralizada" e/ou "pessoa com deficiência auditiva optante pela reabilitação de fala" e/ou "pessoa com deficiência auditiva optante pela oralização."

    Dani Guidugli 23/05/2023
    22
  • Ponto positivo: Existem muitas crianças implantadas via SUS, impedidas de oralizar e usar os aparelhos em sala de aula, por interferência da escola. Isto é má versação de recursos públicos e interferência no pátrio poder dos pais.

    Diana Costa Sampaio 23/05/2023
    21
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

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  5. PL 1229/2026

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  6. REQ 308/2026 CSPCCO

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