Enquete do PL 2699/2023

Resultado

Resultado parcial desde 19/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 55 1%
Concordo na maior parte 15 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 41 2%
Discordo totalmente 2.504 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há nenhum ponto positivo neste projeto. Estado não deve intervir com mais burocracia na vida do cidadão e do esportista. O projeto vai ter efeito contrário afastando os novos interessados na prática do esporte.

Bruno Kurtz Zandonadi 09/11/2023
399

Só tem ponto negativo nesse projeto! Parem de regulamentar o que não precisa! Esse projeto só atrapalha o crescimento da modalidade, é desconexo com a realidade do esporte no Brasil! Isso pra não dizer o quanto é incompleto e mal escrito... Não tem nada que mereça ser aproveitado.

Stifani Caroline Jacobi 08/11/2023
434

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 195 encontrados.

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  • Ponto negativo: Que absurdo!!! Não bastasse o controle excessivo e irracional das armas de fogo, querem agora controlar o uso de arco e flecha? Autor, relator, envolvidos e deputados favoráveis ao projeto devem ser lembrados como quem quer controlar o que nem o PT e a esquerda conseguiram. “Desarmamento é genocídio.”

    GUSTAVO DAS VIRGENS SMIDERLE 28/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Tô rindo aqui, pois lendo os comentários tem os pontos positivos, e eles são todos negativos. Kkkk Quero saber como vai ficar a questão dos índios, sabe aquelas crianças que moram lá em cima que não contribuem com os impostos no Brasil? Eu sendo descendente direto de índios posso ter meu arco e flecha? Ou como eu pago impostos eu não posso ter?

    Celso Corvo 06/01/2024
    5
  • Ponto negativo: Negativo dps dessa vai ter volta não vou asseitar calado não treino a mais de 10 anos. uma criança ser preza por estar com um arco?uma zarabatana isso é uma brincadeira de mal gosto inadimissivel. outra coisa,moro em interior ate parece que vao vir algum clube aqui em minha cidade,so se eu formar o clube e ser o instrutor. Ridiculo obvio que agente treina com segurança...se nao tivesse segurança ia aceretar meu visinho ou algo no mato?é todo dia que vemos assaninatos ou acidentes relacionados?

    Toni Corey 23/12/2023
    3
  • Ponto positivo: (ATENÇÃO O TEXTO ABAIXO CONTEM IRONIAS) Finalmente vamos poder colocar os indios na cadeia. Imagino que o objetivo verdadeiro desse PL seja esse. Agora sim, os indios irão pagar por milhares de anos usando arcos sem registro nem documentação. E quem não for indio tem que pagar tambem, em dobro, pois tem a apropração da cultura indigiena de forma inapropriada. Parabens a todos os envolvidos.

    IVES GARCIA DE ALMEIDA 10/12/2023
    6
  • Ponto positivo: Não ha ponto positivo mais uma vez um desfavor ao esportista.

    Luciano Gonçalves 06/12/2023
    4
  • Ponto negativo: Realmente a prática com arco e flecha é mais uma atividade desportiva que traz diversos benefícios. As confederações já possuem suas regulamentações, principalmente em relação às confederações internacionais. Ao meu ver o atual projeto tem preocupação maior em arrecadar do que realmente incentivar a prática esportiva, recreativa e afins. Toda essa regulamentação dificulta a prática, pois teriam que filiar-se e deslocar-se aos clubes que, geralmente, estão instalados em grandes centros.

    NATANAEL PAULO WILLEMBERG GOHL 03/12/2023
    3
  • Ponto negativo: Realmente a prática com arco e flecha é mais uma atividade desportiva que traz diversos benefícios. As confederações já possuem suas regulamentações, principalmente em relação às confederações internacionais. Ao meu ver o atual projeto tem preocupação maior em arrecadar do que realmente incentivar a prática esportiva, recreativa e afins. Toda essa regulamentação dificulta a prática, pois teriam que filiar-se e deslocar-se aos clubes que, geralmente, estão instalados em grandes centros.

    airton vieira dos santos 30/11/2023
    7
  • Ponto negativo: Cria-se um absurdo projeto de lei sob a suposta preocupação com "segurança" dos praticantes. Não se demonstrou o embasamento do pretenso argumento. Mostre pelo menos um acidente envolvendo a prática do esporte em questão. É uma pena que um deputado perca o tempo e os votos de seus eleitores com uma proposta absurda e sem sentido como essa. Tantas coisas a se resolver no país e a preocupação desse político é criar regras que tornem impossível a prática de um esporte milenar.

    Lincoln Cid 27/11/2023
    10
  • Ponto positivo: O Ponto positivo disso é que o governo consegue controlar cada vez mais o cidadão de bem. Lembre-se que quem mexe muito com quem está quieto pode promover uma grande retaliação da parte dos reprimidos, nesse caso o cidadão de bem que é reprimido por políticos mal intencionados e por bandidos que podem usar a arma do qual calibre quiser porque ele pode. Esse é o Brasil que você vive.

    IGOR MAGNER SILVA COSTA 27/11/2023
    7
  • Ponto negativo: A decisão vai matar esse esporte, que é olímpico. A maioria das cidades não têm clube ou área dedicada ao esporte e muitos desportistas não têm dinheiro para pagar viagens constantes só para treino. A maioria dos atletas treina em suas casas e sítios. Além disso, o arco e balestras são utilizadas por moradores de áreas rurais que não podem pagar por rifles, para caça de javaporco e defesa de animais selvagens. Áreas de mata não têm como ser regularizadas para o uso de arco e balestra.

    Thalles Castellani 26/11/2023
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.