Enquete do PL 2548/2023

Resultado

Resultado parcial desde 12/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 19 50%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 1 3%
Discordo na maior parte 2 5%
Discordo totalmente 16 42%

O que foi dito

Pontos mais populares

Para isso existe o aplicativo pet Dog,táxi Dog, cada dia vejo nossos representantes nos metendo guela a baixo seus interesses e anseios, sem ao menos consultar quem está executando o serviço ,esqueceram também de colocar em pauta o principal…eles gozam de tantos auxiliou, e o motorista?recebe alguma ajuda?Lavagem do veículo, faixa exclusiva, desconto na compra de veículo novo, pois os aplicativos suprem 60% da demanda que o Estado não consegue oferecer

Leandro Julio 31/01/2024
4

Como sugestão aos nossos políticos, façam audiências públicas com os motoristas de aplicativos, pois, há muitas demandas da parte deles que precisam de ajuda.

Diego Henrique De Souza Batista 31/01/2024
5

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Na minha opinião, deveria existir uma modalidade de transporte exclusivo só para os pets e seus donos. Não compartilhar com outros passageiros e com a corrida mais cara para suprir as despesas e menos passageiros. É claro, que a adesão é democrática.

    Dilson Rubens Gonçalves 31/08/2024
    0
  • Ponto negativo: O passageiro seguinte for alérgico quem será o responsável pelos fatos ocorridos? Não tem como saber quem será o próximo, não obriga uso de funcinheira, são inúmeros acidentes com morte no Brasil. Para cada viagem o motorista precisaria parano carro para limpeza interna, aumenta o custo e o motorista perderá horas de trabalho no mês para fazer isso e horas noturno não tem onde fazer. Já existe transporte apropriado para pet, serviço para levar trás. Tem animais que defecar e urinam.

    Ivan Goulart Hespanhol 09/05/2024
    0
  • Ponto negativo: Eu sou a favor apenas se o transporte for feito de forma segura e adequada. Por outro lado, exigiria uma responsabilidade e demanda de investimento muito grande aos motoristas se eles próprios tiverem que arcar com a segurança dos pets. A lei de transito mal permite pets serem transportados em veículos sem a devida segurança. Pela segurança do próprio pet, sou contra a obrigatoriedade, sem devida regulamentação. Além disso, essa medida pode encarecer o serviço.

    Leonel Cordeiro 01/02/2024
    1
  • Ponto positivo: Para isso existe o aplicativo pet Dog,táxi Dog, cada dia vejo nossos representantes nos metendo guela a baixo seus interesses e anseios, sem ao menos consultar quem está executando o serviço ,esqueceram também de colocar em pauta o principal…eles gozam de tantos auxiliou, e o motorista?recebe alguma ajuda?Lavagem do veículo, faixa exclusiva, desconto na compra de veículo novo, pois os aplicativos suprem 60% da demanda que o Estado não consegue oferecer

    Leandro Julio 31/01/2024
    4
  • Ponto negativo: Como sugestão aos nossos políticos, façam audiências públicas com os motoristas de aplicativos, pois, há muitas demandas da parte deles que precisam de ajuda.

    Diego Henrique De Souza Batista 31/01/2024
    5
  • Ponto negativo: Outro ponto negativo com relação a obrigatoriedade é a interferência que é proibida ou no minino limitada positivada em nosso ordenamento o jurídico do Estado na esfera privada. Tal projeto fere tal positivação.

    Diego Henrique De Souza Batista 31/01/2024
    1
  • Ponto negativo: Não deve ser obrigatório, mas opcional daquele motorista que deseja oferecer tal modalidade de serviço. Sendo como obrigatório, ao meu falível entendimento e raciocino pode traduzi-se como princípio ou ponto que gere vínculo empregatício, visto que, se o motorista não é funcionário das empresas de transportes por aplicativos , não tem vínculos, não há obrigatoriedade, imposição de quais serviços o mesmo deve prestar.

    Diego Henrique De Souza Batista 31/01/2024
    1
  • Ponto negativo: Imagine um próximo passageiro de terno indo a uma reunião e saindo do carro cheio de pelos na roupa. E se um animal doente defecar ou urinar no veículo? Em um Estado democrático e capitalista, cada profissional deve escolher e, se for o caso, adaptar seu veículo, por exemplo, investindo em caixas próprias para transporte. Assim, o PL, ao invés de obrigar o motorista a algo, obrigaria apenas a plataforma incluir no perfil do profissional essa oferta de serviço.

    ADRIANA SILVEIRA LAFETA 30/01/2024
    1
  • Ponto negativo: Seria positivo se o Estado INCENTIVASSE esse tipo de transporte, mas OBRIGAR NUNCA é bom. O PL fere a livre iniciativa sendo, portanto, inconstitucional. Além disso, aumenta o custo de limpeza do motorista com limpeza e perda de tempo para se dedicar a isso. Animais soltam pelos, cheiros, alguns vomitam quando dentro de carros, as unhas podem furar os bancos. Existem muitas variantes que prejudicam os motoristas. O PL será também para taxistas? Quem pagará pelo "sinto de segurança pet"?

    ADRIANA SILVEIRA LAFETA 30/01/2024
    1
  • Ponto positivo: Já existem apps que oferecem esse serviço: Pet Driver e In Drive.

    ADRIANA SILVEIRA LAFETA 30/01/2024
    0
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei