Enquete do PL 2402/2023

Resultado

Resultado final desde 08/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 30 2%
Concordo na maior parte 4 0%
Estou indeciso 3 0%
Discordo na maior parte 19 1%
Discordo totalmente 1.754 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

Não há pontos positivos em pleno 2023 que o órgão fiscal da ordem jurídica aponte para esse privatismo na administração pública, com tantos cargos disponíveis e concurso com prazo de validade com tantos aprovados, atendendo ao princípio da impessoalidade. Chega de apadrinhamentos na Administração Pública.

Lícia Reis 10/05/2023
209

Mesmo tendo como regra constitucional o concurso público, o Brasil já tem EXCESSO GRITANTE de cargos comissionados, uma inequívoca fonte de corrupção e patrimonialismo. Daí o maior órgão moralizador (?) do país planeja criar mais desses cargos. É o fim da picada.

Camille Bropp Cardoso 09/05/2023
237

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 41 encontrados.

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  • Ponto positivo: É o Brasil descendo ladeira novamente. Absurdo e inconstitucional. Mais uma jabuticaba brasileira. É o governo do fim do mundo liberando reservas do governo anterior para compra de um apoio que nunca terá, a não ser dessa maneira.

    Marcio Ventura 30/06/2023
    0
  • Ponto negativo: Sou servidor do MPF em Vilhena, interior de Rondônia. O Ilustríssimo Colégio de Procuradores do MPF em Brasília, votou pela EXTINÇÃO desta Procuradoria, que tem entre suas atribuições cuidar de pelo menos três Terras Indígenas que são abrangidas aqui. A razão? A procuradora-chefe do estado disse que estão "precisando de mão de obra na capital". E por isso vão fechar a procuradoria aqui. Ora, se falta mão de obra, PORQUÊ VÃO QUERER EXTINGUIR MAIS DE 200 VAGAS DESTINADAS A SERVIDORES? Vergonha!

    Augusto Leon de Godoy Tavares 21/06/2023
    5
  • Ponto negativo: Não tem ponto positivo, o senhor Aras quer com isso aparelhar ainda mais um importantíssimo órgão que deve ter autonomia. Absurdo isso, em pleno 2023, com tantas interferências e esse senhor querer mudar um importante mecanismo de apuração de irregularidades. Tinha que ser o senhor engavetador geral da união.

    Luiz Ribeiro Vale Junior 02/06/2023
    8
  • Ponto negativo: Não há pontos positivos, é um descaso, e que os SERVIDORES PÚBLICOS que entraram por Meritocracia, sejam substituídos por pessoas que balançam bandeira para políticos, se instalem nos Órgãos Públicos. Estão querendo fazendo um Despotismo Institucional, onde os amigos serão nomeados para passar pano e não ver os erros dos Governantes que sai aliados, e prejudicar os que não concordam com seus amigos.

    Tarin Michael Freitas e Silva 13/05/2023
    14
  • Ponto negativo: Vai virar um cabideiro que nem o TCE GO, em que a maioria dos funcionários é comissionado. Como um órgão PÚBLICO é formado sem servidores públicos efetivos?!

    Lucas de Moraes Bastos 12/05/2023
    8
  • Ponto negativo: Aras quer virar dono do MPU? É um absurdo isso até ter virado projeto de lei.

    Lucas de Moraes Bastos 12/05/2023
    7
  • Ponto negativo: Isso é uma afronta contra os aprovados no vigente concurso, é uma vergonha e uma atitude patrimonialista

    Tiago Ribeiro 12/05/2023
    10
  • Ponto negativo: Nenhum ponto positivo. O que deve haver é um inverso. Acabar com cargo em comissão de quem não seja efetivo. Não dá mais para termos cabides de emprego e pessoas sem preparo indicadas só por que é amigo do amigo. O mesmo para estagiários e terceirizados. Cargo deve ser por prova!

    Daniela Tosto 11/05/2023
    22
  • Ponto negativo: Uma verdadeira afronta direta e literal à Constituição Federal. Espero um mínimo de bom senso de nossos representantes. Não ao PL2402/2023.

    Ana Paula Mendes 11/05/2023
    15
  • Ponto negativo: A única alegria é saber que o Aras já está de saída… Não bastasse ter sido um dos piores PGR da história desse país, ainda quer sair aprovando um descalabro desses.

    Tony Pugliese 10/05/2023
    10

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.