Enquete do PDL 140/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 6 13%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 3 7%
Discordo totalmente 37 80%

O que foi dito

Pontos mais populares

Temos que abrir essa possibilidade para que, em nome da reciprocidade, eles também abram para nós. As Relações Internacionais também podem ser Franciscanas: é dando...

JOSE CLAUDIO WARKEN 27/06/2025
5

Se quisermos entrar em alguns desses países, temos que gastar um enormidade de dinheiro para obtermos o visto (que pode ser negado, sem devolução). Deveria haver reciprocidade para países que isentam para cidadãos brasileiros.

wellington fernandes 28/03/2024
12

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Exibindo resultados 1 a 7 de 7 encontrados.

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  • Ponto negativo: Primeiramente, o ponto negativo é a ausência de pontos positivos efetivos na medida. Depois, se comparados os números de visitantes dos países em questão no período em que foi isento o visto e agora, se comprova que a isenção não trouxe e nem trará aumento de turistas, o que seria a única consequência positiva.

    EDUARDO IRINEU VIEIRA DA SILVA 30/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Acredito que a reciprocidade é a melhor forma de fazê-los entender que "é dando que se recebe", a cultura enraizada nos faz entender que muitos acreditam que os EUA são melhores que nós, só serão assim se nós acreditarmos, temos inúmeras parcerias com outros países, as pessoas podem aproveitar estes acordos para conhecer lugares onde são recíprocos conosco.

    ANDERSON KNAUL 28/06/2025
    0
  • Ponto negativo: Está na hora de deixar de lado esse complexo de vira-latas. O Brasil merece respeito, não é quintal de norte-americano. Deputado que não ama o país, não merece continuar na política. Precisamos de pessoas comprometidas em amar e defender o povo brasileiro.

    CECILIA CASTRO DE SANTANA 28/06/2025
    0
  • Ponto negativo: A reciprocidade deve ser mão de duas vias, se fecham para nos, fechamos para eles. Isso é ser patriota, não as balelas que vemos por aí. O Brasil é soberano e tem que agir como tal. Não a esse PL.

    MARIA ELINETE VEIGA DA COSTA CHAVES 27/06/2025
    3
  • Ponto negativo: Esse congresso é uma decepção total, só atrapalha o país, só bola fora. O turismo estrangeiro não gera empregos, só inflaciona o turismo interno. Esse congresso só vê interesses empresarias, é realmente o pior congresso da história. Espero que na próxima eleição os eleitores avaliem detalhadamente em quem votar. É só distorção e mentiras. Claro que há excessões, mas no geral é um desastre. Esse tema, como outros, é de competência do executivo, é uma usurpação de competência.

    CARLOS SERGIO ROCHA LOPES 27/06/2025
    6
  • Ponto positivo: Temos que abrir essa possibilidade para que, em nome da reciprocidade, eles também abram para nós. As Relações Internacionais também podem ser Franciscanas: é dando...

    JOSE CLAUDIO WARKEN 27/06/2025
    5
  • Ponto negativo: Se quisermos entrar em alguns desses países, temos que gastar um enormidade de dinheiro para obtermos o visto (que pode ser negado, sem devolução). Deveria haver reciprocidade para países que isentam para cidadãos brasileiros.

    wellington fernandes 28/03/2024
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei