Enquete do PL 2245/2023

Resultado

Resultado final desde 28/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 137 70%
Concordo na maior parte 4 2%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 7 4%
Discordo totalmente 47 24%

O que foi dito

Pontos mais populares

Isso é tarefa do Estado e não das empresas privadas. Por que não fazem um projeto pra reduzir os salários e beneficios dos deputados, ministros, vereadores, etc e usar para as pessoas nessas situações ?

Fauzi 17/08/2023
11

Quem de fato elaborou esta proposta ou não tem a menor noção sobre economia, trabalho e mercado, ou está deliberadamente tentando falir o país. Espero que nossos Deputados não aprovem esta aberração!

Matheus Lopes 22/08/2023
7

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 8 de 8 encontrados.

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  • Ponto positivo: Considerando o fato de que apenas empresas com licenciamentos e incentivos fiscais estarão inseridas nisso, o estado envolvido e dando apoio, é um projeto incrível. Várias empresas possuem valores de benefícios fiscais exorbitantes e quase não devolvem isso para a sociedade, ora, isso deveria ser o mínimo. E é claro, para quem entende o mínimo de economia, que o valor despendido com esse projeto, voltará para o país e ajudará na movimentação financeira.

    PAULO ROBERTO FERNANDES RIBEIRO JUNIOR 05/10/2023
    4
  • Ponto positivo: Eu acredito ser , aparentemente , viável esse projeto visto que a população de rua é uma realidade socioeconômica de nosso país é essa integração social faz parte do progresso do propio país . Ignorar a população em situação de rua não resolve o problema . Não obstante , não é absolutamente suficiente esse projeto a fim de extinguir o problema. Mas é louvável no ponto de vista da colaboração para combater o problema junto a outras propostas e atitudes voluntárias de cada um de nós. Deus abençoe

    Negrão 05/10/2023
    1
  • Ponto positivo: Um projeto de lei que olha para os + vulneráveis e cria um programa com ações concretas para a melhoria da vida dessas pessoas e para a sua ascensão social. Lendo o conteúdo do PL vemos algumas ações que o Estado deverá tomar, e também as empresas (as que recebem incentivos fiscais!). Isso não é jogar a responsabilidade para as empresas, afinal elas possuem esses benefícios e devem retornar positivamente à sociedade também. Dando essas oportunidades às pessoas, é um passo a mais à justiça social

    Caio Serra 04/10/2023
    1
  • Ponto negativo: Um deputado para elaborar uma lei, ele teria que fazer parte do processo que está sendo discutido. Fica fácil vc obrigar uma empresa assumir o papel de estado, depois que ele não conseguiu evitar que a miséria e as drogas destruir a vida de várias famílias... Temos sim q ajudar, mas não desta forma .... Assim vcs vão é destruir mais empregos...

    Mauricio Ribeiro Da Cunha Pombinho 09/09/2023
    0
  • Ponto negativo: Só tem ponto negativo. Mais uma vez o governo quer transferir sua responsabilidade e fracasso em NÃO conseguir solucionar o problema dos moradores de rua, para as empresas. É um projeto de lei inclusive perigoso, que prejudicará muito as empresas caso venha a ser aprovado. Espero que ainda tenhamos mentes saudáveis no congresso para reprovar essa porcaria!

    Dalva Andrade Mello 03/09/2023
    3
  • Ponto positivo: É louvável a atitude do Estado em olhar de forma objetiva para as pessoas em vulnerabilidade social. O envolvimento de todos os entes do Estado, será fundamental para sua eficácia.

    Jose Sandoval Bezerra 23/08/2023
    2
  • Ponto negativo: Quem de fato elaborou esta proposta ou não tem a menor noção sobre economia, trabalho e mercado, ou está deliberadamente tentando falir o país. Espero que nossos Deputados não aprovem esta aberração!

    Matheus Lopes 22/08/2023
    7
  • Ponto positivo: Isso é tarefa do Estado e não das empresas privadas. Por que não fazem um projeto pra reduzir os salários e beneficios dos deputados, ministros, vereadores, etc e usar para as pessoas nessas situações ?

    Fauzi 17/08/2023
    11

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.