Enquete do PRLP 1 => PL 2630/2020

Resultado

Resultado parcial desde 28/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2 14%
Concordo na maior parte 4 29%
Estou indeciso 1 7%
Discordo na maior parte 1 7%
Discordo totalmente 6 43%

O que foi dito

Pontos mais populares

Necessidade e urgência de se coibir a propagação da disseminação do ódio, fake news, combater ataques as instituições democráticas é prioridade, reduzir o incentivo e a criminalidade difundida nas redes sociais e punir os responsáveis. O Projeto é complexo e necessita de uma melhor discussão. Fico com a sugestão do ministro do STF Alexandre de Morais, basta incluir no código civil/eleitoral e penal que tudo que se aplica as leis já existentes se aplica também a rede mundial de computadores.

ANDERSON ALCANTARA LIMA 02/05/2023
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Deixar veículos de comunicação fora das regras não são melhores que ninguém devem se submeter as regras, deve-se punir qualquer um que infringir as regras independentemente do número de associados, conceder imunidade a parlamentares só levará a impunidade, afinal internet não é extensão da tribuna só levará a impunidade do parlamentar, cobrar multa de 10% a depender do lucro ou do objetivo maior no resultado do descumprimento, não surtirá efeito prático algum, ainda valerá apena a infração .

ANDERSON ALCANTARA LIMA 02/05/2023
0

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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto negativo: Faltou na lei que haja uma punição mais rígida aos detratores da Democracia. O caso recente do Sr. Elon Reeve Musk contra o Min. Alexandre de Moraes demonstra a necessidade de revogar todo e qualquer contrato com empresas pertencentes àqueles envolvidos com as Fake News e aos ataques à Democracia.

    Márcio Pinheiro 09/04/2024
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  • Ponto negativo: Achei que limitar o numero de membros em grupos de serviço de mensagem demasiadamente desnecessária, visto que pessoas afazem grupos pra agrupar seguidos de algum ídolo eu ate mesmo um grupos para fans de uma certa cultura ou tipo de mídia ex: animes, cinema, grupos de compra e venda...

    Gabriel Rodrigues Godoy 25/05/2023
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  • Ponto positivo: Dentre todo o projeto que me agrada muito, oque eu achei mais relevante e a parte com qual a plataforma de rede social tem o dever de me informar porque o contudo foi retirado ou porque minha conta foi banida e por quais motivos, e o meu direito de recorrer, além do fato se eu quiser entrar com um processo na justiça em relação a alguma big tech ela tem obrigação de ter um remetente nacional para responder a tais processos.

    Gabriel Rodrigues Godoy 25/05/2023
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  • Ponto negativo: Deixar veículos de comunicação fora das regras não são melhores que ninguém devem se submeter as regras, deve-se punir qualquer um que infringir as regras independentemente do número de associados, conceder imunidade a parlamentares só levará a impunidade, afinal internet não é extensão da tribuna só levará a impunidade do parlamentar, cobrar multa de 10% a depender do lucro ou do objetivo maior no resultado do descumprimento, não surtirá efeito prático algum, ainda valerá apena a infração .

    ANDERSON ALCANTARA LIMA 02/05/2023
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  • Ponto positivo: Necessidade e urgência de se coibir a propagação da disseminação do ódio, fake news, combater ataques as instituições democráticas é prioridade, reduzir o incentivo e a criminalidade difundida nas redes sociais e punir os responsáveis. O Projeto é complexo e necessita de uma melhor discussão. Fico com a sugestão do ministro do STF Alexandre de Morais, basta incluir no código civil/eleitoral e penal que tudo que se aplica as leis já existentes se aplica também a rede mundial de computadores.

    ANDERSON ALCANTARA LIMA 02/05/2023
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

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