Enquete do PDL 98/2023

Resultado

Resultado final desde 26/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 25 6%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 467 93%

O que foi dito

Pontos mais populares

O saneamento básico é direito universal e deve ser garantido pelo Estado.

Wilson Roberto Barthiman 04/05/2023
19

É sabido e evidente que empresas privadas desejam assumir licitacoes de servicos públicos, pois a infraestrutura já está construida, e as empresas privadas não necessitam investir para oferecer os serviços, obtendo somente o lucro atraves dos equipamentos que o Estado criou, muitas vezes os sucateandos.

Wilson Roberto Barthiman 04/05/2023
20

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 12 encontrados.

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  • Ponto positivo: Até quando nossos representante vão continuar com essa ganância de sempre visar lucros e mais lucros em cima da população , na minha opinião serviços essenciais a população nunca deveram ser privatizados.

    Wendel almeida 12/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Água não e mercadoria para gerar lucros acima de tudo, e direto da população que o estado forneça Água de qualidade e esgoto sanitário a todos com qualidade e preço acessível a população mais carente.

    Osmar R Costa 11/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Simplesmente por que empresas privadas visam o lucro não a por parte delas tarifas sociais quando tem e bancada pelo governo inclusive essas empresas na verdade trabalham com dinheiro do governo ou seja nosso dinheiro pagamos pra elas nos explorar então por que o governo não facilita empréstimos a empresas públicas como faz com as privadas e mas se alguém é a favor e muito muito mal esclarecido ou muito bem de situação financeira que deseja ganhar em cima ou tanto faz pra eles

    Faustojamitordemorais Jamitor 11/07/2023
    0
  • Ponto positivo: Não a nada de positivo em privatizar o saneamento básico

    Faustojamitordemorais Jamitor 11/07/2023
    0
  • Ponto negativo: Todos os pontos são negativos quando se trata de privatizar serviços essenciais para a população. Principalmente saneamento básico. As empresas privadas estão pouco se lixando para as pessoas mais carentes se elas tem condições ou não de pagar pôr um serviço caro.

    Marcos Rosa 11/07/2023
    4
  • Ponto negativo: Não se deve generalizar com uma legislacao.Tem estado que através de suas estatais cumpre o dever de casa garantido o direito fundamental à saúde incluindo saneamento básico. O serviço público é demonizado por causa da corrupcao mas a culpa não é da instituição e sim das pessoas. Certamente instituição privada sem complaice tem corrupção.O que não se pode comercializar é água, tratamento de resíduos,pois este é um direito do cidadão e dever do Estado.Sem contar que o importante subsídio cruzado

    Denis Caetano de souza 11/07/2023
    2
  • Ponto negativo: Com a privatização do serviço público, a empresa privada só visa o lucro e não o serviço de qualidade para a população, vários setores estão sendo privatizados e estamos pagando a conta de um serviço de má qualidade e caro. O que precisa é de planejamento, recursos do governo e uma boa política para termos um direcionamento de serviços de qualidade. As empresas na mão das empresas privadas "só vai ser mais um tiro no pé", como foi e está sendo.

    Fernando Pereira sousa 11/07/2023
    4
  • Ponto negativo: No início são flores. Com o tempo, a privatização traz normalmente sucateamento do aparato público montado e dos serviços prestados e precarização dos empregos com aumento de terceirização.

    mauricio soares 06/07/2023
    7
  • Ponto positivo: quem depende de apenas um fornecedor, pode se dar mal. confiar apenas neste Estado atualmente, com todas essas manobras ideológicas por detrás é muita imprudência. Tirar as empresas privadas assim "do jogo" é muito estranho.

    Henrique Bessa de Laet 03/07/2023
    1
  • Ponto positivo: falácias e mais falácias. independentemente de toda confusão política/econômica, a realidade é que o mais importante é o serviço acontecer e que seja de boa qualidade. sem mais, o resto são discursos fora de ordem ou somente num plano especulativo sem ajustar com o lado "pragmático".

    Henrique Bessa de Laet 03/07/2023
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.