Enquete do PL 1540/2023

Resultado

Resultado final desde 28/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 2.002 98%
Concordo na maior parte 14 1%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 19 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Mais qualidade de vida para quem trabalha em escola Evita o aumento de casos de afastamento para tratamento de saúde. Melhora a produtividade do trabalhador. É uma questão de sobrevivência para quem trabalha em escola.

Antonio Fernando de Souza 13/05/2023
125

Não consigo perceber um ponto negativo, visto será possível manter todo retorno esperado, pois teremos condicionamento para aumentar a produtividade e maior possibilidade de cuidar da saúde física, mental e social.

FABIANA SOUZA DOS SANTOS ROMANO 16/05/2023
92

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto positivo: A redução da carga horária diminuirá o desgaste do servidor, consecutivamente o profissional estará com melhor aptidão física e mental na sequência semanal que envolve atendimento da população e outras atividades.

    Adriano Rodrigues 22/05/2024
    4
  • Ponto negativo: A redução da carga horária do servidor proporcionará REDUÇÃO DE PONTOS NEGATIVOS. Promoverá bem-estar, mais saúde e menor desgaste, então, não têm pontos negativos quando se promove qualidade de vida. Assim o quadro funcional registrará menor absenteísmo relativo à doenças.

    Adriano Rodrigues 22/05/2024
    3
  • Ponto positivo: Acredito que só há pontos positivos, nós funcionários da educação precisamos de uma carga horária mais humana, 30 horas semanais sem redução de salário é trazer dignidade ao funcionário da educação. Parabéns a deputada Luciene Cavalcanti pelo projeto lei. Sua iniciativa é digna e demonstra sua preocupação com o trabalhador da educação.

    Jussara Freitas de Oliveira Veraldo 08/04/2024
    8
  • Ponto negativo: Não vejo ponto negativos pois hoje trabalhamos oito horas e mais meia para almoçar e se fizer um lanche nessas 8 horas ouvimos das gestões que não temos direito.Trabalhamos o dia todo com crianças me sinto desgastada física e emocionalmente sem condições de continuar, pois,estou num processo de adoecimento pela pressão,barulho,e carga excessiva.Por favor aprovem essa mudança pois os pontos negativos são as 40 horas torturante que Trabalhamos hoje.

    ladyju Silva 21/02/2024
    3
  • Ponto positivo: O ponto positivo será o aumento da assiduidade,aumento da qualidade do trabalho prestado,mais saúde para o servidores e maior tempo para formação continuada.

    ladyju Silva 21/02/2024
    6
  • Ponto negativo: o ponto negativo é que falta bastante gente nas secretarias das escolas, aja visto que já tem uma grande quantidade, já quase pra se aposentarem, e ainda sonhando em ter um salario digno, com a aprovação dos PLs: 2531/21 Trabalhadores da Educação e 3817/2020 Secretário, Escolar, se os Agentes Administrativos Sofrem, imagina os Secretários Escolares, fim de ano uma loucura pra entregar Expedir documentos, receber, parece que é o período de revolução nas secretárias das escolas.

    Raimundo Epaminondas Epaminondas 14/11/2023
    1
  • Ponto positivo: menos estresse, aja vista que quando a demanda de serviço aumenta, tipo período de provas, matriculas, rematrículas, fechar ano letivo, sempre extrapolamos nossos horários, além de baixo salario, não recebemos nem um centavo de horas Extras

    Raimundo Epaminondas Epaminondas 14/11/2023
    3
  • Ponto positivo: Ponto positivo: Ficar 40 horas semanais dentro de uma unidade educacional é desgastante, vejo que com a redução da carga horária podemos oferecer um serviço de maior qualidade com mais aproveitamento para buscar aperfeiçoamento profissional com cursos diversos de acordo com o perfil de cada profissional.

    Lilian Peixoto Tentiliano 12/11/2023
    3
  • Ponto positivo: O que precisa para que se melhore a qualidade de vida do servidor são melhores salários principalmente, pois o que mais se ouve de reclamações é sobre isso! Pessoas que tem que ter renda extra ao invés de descansar tem que passar finais de semana e feriado correndo atrás do prejuízo,visto que a maioria ainda está preso ao consignado dos bancos. São tantos fatores que tumultuam a vida do servidor que me parece piada essa proposta!

    MARIA APARECIDA FEITOSA SILVA 11/11/2023
    1
  • Ponto positivo: Muito importante essa medida, não só para profissionais de educação como para todos os trabalhadores, merecemos uma carga horária digna que permita a gente ter tempo livre e que nos permita viver melhor.

    Ricardo Carvalho Dias dos Santos 10/11/2023
    2

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.

  6. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.