Enquete do PL 1476/2023

Resultado

Resultado parcial desde 31/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 405 99%
Concordo na maior parte 4 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

parabéns pela iniciativa do projeto pois vai ganhar tanto a sociedade como também vai garantir emprego pra muitos pais e mães de família

Adriano Alves dos Santos 31/03/2023
35

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 80 encontrados.

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  • Ponto positivo: Por ser um trabalho de alto índice de risco de vida, ao qual o trabalhador expõe a própria vida em risco para salvar as demais pessoas, é necessário este reconhecimento, oque é um direito deles. Sem contar que todos estão expostos ao tempo, devendo receber seus direitos por melhores qualidades de condições de trabalho.

    DHANIELLE CHRISTINNE LEITE LYRIO 21/03/2024
    3
  • Ponto positivo: Com a regulamentação da profissão termos profissionais mais qualificados para salvar vidas, com isso, muitas vidas serão preservadas por esses profissionais capacitados e sempre atualizados, pois a vida é o bem mais precioso que temos. Com esse PL que define bem, as atribuições e as qualificações de um GV, veremos um grande avanço na profissão. Que Deus nos permita ver essa PL ser aprovada e sancionada.

    Valdeir Alves de Souza 21/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Vamos Para mais uma etapa de regulamentar a profissão, afinal de contas o ato de prevenção também e um ato de heroísmo...!

    JOSE CARLOS FERREIRA PINTO 16/12/2023
    2
  • Ponto positivo: Ja passou da hora dos salva-vidas terem o reconhecimento que merecem! Melhores condições de trabalho, equipamentos de qualidade, postos salva-vidas com banheiro e abrigados da chuva e vento diário...trabalho com insalubridade e risco de morte merece todo o respeito!

    Mari Duarte 10/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Vamos Brasil ajudar esses anjos do mar compartilhar é uma boa iniciativa e votar para esses guerreiros ser reconhecido

    Cosmevieiradelima698 Jr. Gaibu 10/04/2023
    2
  • Ponto positivo: Somos anjos do mar e damos nossas vidas para salvar deus na frente tudo vai dar certo uma profissão tão linda e não ser reconhecida no Brasil precisamos da ajuda de todos compartilhar é uma boa questão ....

    Cosmevieiradelima698 Jr. Gaibu 10/04/2023
    3
  • Ponto positivo: A qualificação profissional é de grande importância para um trabalho de excelência e os salva vidas já mostraram seu valor a sociedade prestando serviço onde o estado não alcança, arriscando sua vida em prol de segundos e terceiro, o reconhecimento e mais que digno é um direito do profissional de salvatagem seja nas praias, balneários e piscinas.

    Valter da Silva Feitosa 05/04/2023
    2
  • Ponto positivo: Todo trabalhador tem direito de melhores condições de trabalho e salário. Os salva vidas são trabalhadores de grande importância na sociedade,haja vista que moramos numa cidade litorânea e precisamos do apoio e cuidado desses trabalhadores guerreiros,que guardam e salvam a vida de muitas pessoas.

    Debora Pessoa 05/04/2023
    5
  • Ponto positivo: Categoria passa a ser reconhecida e melhora condições de trabalho e consequentemente melhor desempenho dos profissionais,uma profissão linda e que é de grande valia,pois com a atuação do guarda-vidas/salva-vidas muitas vidas são preservadas durante um sinistro e inúmeros acidentes em ambiente aquático são prevenidos.

    céu franz rocha 05/04/2023
    7
  • Ponto positivo: Concordo plenamente,pós assim seremos vistos com devido valor

    Jorge tattoo studio 05/04/2023
    7
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. REQ 308/2026 CSPCCO

    Requer a apresentação de Emenda de Plenário ao Projeto de Lei nº 896, de 2023.

  6. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.