Enquete do PL 1456/2023

Resultado

Resultado parcial desde 24/04/2023

Opção Participações Percentual
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Concordo na maior parte 2 1%
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O que foi dito

Pontos mais populares

Quem é portador de LES sofre assédio moral no mercado de trabalho devido aos problemas recorrentes q surgem de uma hora para outra, nos obrigando a faltar serviço ou realiza-los de uma maneira menos efetiva q uma pessoa que não possui a doença. isto quando o empregador dispensa sem a menor sensibilidade. Contratar todo portador de Lúpus Eritematoso Sistêmico como PCD é o mínimo para nos garantir acesso ao mercado de trabalho respeitando as limitações psicológicas e físicas causada pela doença.

Carina 17/06/2023
57

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto positivo: Esse projeto vai beneficiar milhares de pessoas que sofrem com o Lúpus. 95% dos portadores de Lúpus são mulheres que de inicio perdem cabelos e ficam com o corpo todo desfigurado. Elas sofrem muito. Que Deus concientise os deputados para aprovarem o mais rápido possível essa Lei.

    MARCIO GOMES PEREIRA 11/07/2025
    2
  • Ponto positivo: É desafiador possuir uma condição invisível, como o LES, visto que temos problemas físicos (aumento do risco cardiovascular, de derrame pericárdico, pleural, risco de nefrite lúpica, etc.) e psicológicos (alterações de humor, maior chances de depressão, ansiedade, ideações suicidas), além de limitações sociais (evitar o sol ,etc). Como condição invisível, as pessoas acabam não validando e tratando tudo como frescura, falta de Deus, coisas da nossa cabeça. Essa lei vem para amparar quem sofre.

    LARISSA BANDEIRA FREIRE 13/05/2025
    3
  • Ponto positivo: Estou com 40 anos. Há 14 anos descobri estar com lupus, minha vida é bem mais complexa, sempre com alguma dor, sempre com alguma dificuldade. Recentemente sofri preconceitos no local que trabalhava pelas sequelas do lupus. Essa lei já passou da hora de ser aprovada. Muitos precisam de um apoio maior.

    WILLIAN BERALDO DA COSTA 08/04/2025
    3
  • Ponto positivo: Para se caracterizar PCD é necessário que o indivíduo tenha alguma privação em seu livre fluir (seja físico, psicológico ou ambiental) segundo a Lei Nacional de PCD. Abstraindo um pouco todo impedimento e transtornos internos quanto ao físico que um portador de LES passa, às vezes até impedido o movimento das pernas, precisamos lembrar que, principalmente para o Lúpus Cutâneo, o portador não pode pegar sol de forma alguma, o que já reduz um bocado o livre fluir e as atividades de trabalho...

    ISADORA STEPANSKI RIETHER 18/01/2025
    4
  • Ponto positivo: Precisamos que está LEI seja aprovada com urgência, os pacientes de Lúpus precisam ter algum suporte. Essa doença é devastadora.

    JOYCE RODRIGUES MOREIRA 11/12/2024
    6
  • Ponto positivo: Tenho 28 anos, fui diagnosticada com LES a 4 meses, mas sofro a 5 anos com inflamações e dores pelo corpo. Nestes 5 anos passei por diversos médicos e me falaram que eu tinha fibromialgia, artrite reumatoide e após tanto sofrimento e incerteza, encontrei minha médica atual Dra. Juliana Freire que realmente foi afundo nas investigações e descobriu a doença que eu tenho, Lúpus, hoje a doença está em atividade e só eu sei quem passa sabe o quanto essa doença acaba com a gente física e mentalmente.

    JOYCE RODRIGUES MOREIRA 11/12/2024
    8
  • Ponto positivo: O lúpus é uma doença que sorrateira é que causa danos físicos e psicológicos, muitas vezes irreversíveis. Conviver com em essa doença sem cura é estar exposto a várias outras doenças é suscetível a diversos gatilhos para o despertar do lúpus. O lúpus gera impacto na vida social, no estado mental, físico e financeiro. Toda ajuda ao portador de LES é muito importante! Desejo muito que seja aprovado esse projeto lei que irá auxiliar na vida de várias pessoas que carecem de apoio/direitos

    CECILIA VANESSA SILVA EMIDIO 30/10/2024
    7
  • Ponto positivo: Meu noivo tem LES. Aos 14 anos de idade, ele precisou tomar um anti-inflamatório e após isso começou a definhar, chegando a fazer 8 seções de hemodiálise porque quase deu falência nos rins. Tem pouco tempo que foi diagnosticado com LES, pedimos um laudo à reumatologista para garantir os direitos dele e ela negou argumentando que pessoa com LES não se enquadrava como PCD e portanto não tinha como ela fazer um laudo, isso tem 2 meses. Essa lei é necessária para garantir os direitos da pessoa c LES

    ALICE DOS SANTOS LEMOS 15/10/2024
    9
  • Ponto positivo: Atualmente vivemos numa pressão para que sejamos "saudáveis",mas infelizmente o LES - Lúpus veio para mudar nossa rotina totalmente. Há muito preconceito sobre a doença principalmente em empresas privadas que escolhem não contratar quem possui esse tipo de doença. Precisamos de apoio e que entendam o quanto é perigosa e pode levar ao óbito.

    Bruna Andressa 22/03/2024
    10
  • Ponto positivo: Há mais de 20 anos fui diagnosticada com lúpus e SAAF, embora as crises muito fortes logo no início, nunca consegui um benefício. Desde muito cedo trabalho, a maior dificuldade e decepção, é em meus dias de dores intensas nas articulações eu falar com a pessoa responsável no trabalho sobre as dores e a pessoa reagir como se eu não tivesse nada, simplesmente ignorar. Quando li sobre o projeto de lei, fiquei emocionada e imaginando será que agora irei ter meus direitos assegurados. Fiquei feliz!

    Maria Robéria Soares de Almeida 21/03/2024
    6
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  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    Altera a Lei nº 9.503, de 1997 (Código de Trânsito Brasileiro), para tipificar como contravenção penal a reincidência na condução de veículo com modificação destinada à emissão maior de ruído.

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).