Enquete do PL 1301/2023

Resultado

Resultado parcial desde 28/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 793 99%
Concordo na maior parte 9 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 3 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

A população com doença falciforme sofre com as diversas complicações por conta de processos vaso-oclusivos, que acasionam desde necroses vasculares, AVC isquemicos, STA, úlceras maleolares entre outros. Está população convive diariamente com as limitações impostas pela doença e encontram dificuldades em se manter no trabalho pela falta de compreensão em relação aos agravos que vivencia. O projeto é de grande relevância para estes sujeitos, pois oportuniza o trabalho em condições dignas.

Leliane Gonçalves 07/05/2023
84

Sou pesquisadora em DF, portadora de AF, funcionária pública há mais de 30 anos. A DF não é considerada deficiência em nenhum lugar do mundo, porque na verdade não o é. Ela é negligenciada, seus portadores em sua maioria são pobres e acabam tendo vários direitos violados, como: acesso à alimentação, educação, remédios, transporte, etc., fazendo com que os determinantes sociais impactem no processo saúde-doeça. Além do absurdo de seu desconhecimento por acadêmicos e profissionais de saúde, s. XXI

ILCA MARIA DO CARMO RICCA 31/05/2023
11

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 25 encontrados.

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  • Ponto positivo: Eu quase morri quando tinha 22 anos minha hemoglobina foi para 3, sobrevivi pela vontade de Deus e porque eu entreguei minha vida nas maos dele e fazendo o tratamento sem sangue minha anemia de um dia para o outro subiu a fé move montanhas ainda estou aqui viva mas so eu e quem tem a doença sabe como é sofrido nossa vida, Que os deputados pessoas que vao olhar essa LEI pense se fosse um filho meu? Um irmao, precisamos que entendam que nao somos preguiçosos mas cansados doentes limitados

    DANIELA OSKO DOS SANTOS 29/06/2025
    2
  • Ponto positivo: Sou portadora da AF, este projeto estava parado algum tempo e agora esta realmente caminhando para o lado do Bem que as pessoas entendam quem é portador desta doença esta em sofrimento constante em vida, sao muitas preocupaçoes medos inseguranças sem saber oque vai acontecer no dia seguinte se vamos estar bem, ou no hospital doente, como vou me sustentar com tantas limitaçoes essa doença nao brinca com nossa vida a nossa vida esta na mao da doença pfv dignidade para quem precisa queremos viver

    DANIELA OSKO DOS SANTOS 29/06/2025
    2
  • Ponto positivo: Complicado participar de forma igual na sociedade com AF, existe inúmeras razões que justifique esse projeto de lei: Crises e internações frequentes, transfusões, complicações da doença como AVC, doençaa cardíacas, úlceras etc. Exames e consultas regulares (50% ou mais da sua vida em um hemocentro). Não dura em CLT, Nao consegui ter um serviço para gerar renda continuamente. Espero realmente que esse projeto de lei, e também projetos sócias sejam disponibilizado para que possamos subsistir.

    JAMISSON LIMA MOURA 16/01/2025
    3
  • Ponto positivo: Tudo o que precisamos é que aprove essa Lei e nos conceda o Benefício. Pois só quem sofre de Anemia Falciforme sabe o que é viver em crise, com dor nas articulações, ossos, dor tóraxica, tendo que ser submetido a transfusões de sangue e Hemoterapia ( Troca de sangue ) E a Hemoterapia é um processo a qual o Hematologista faz pra tentar amenizar o tempo de internação, pois está em Hospital é um perigo pois se pegarmos um vírus pode piorar o quadro clínico. Hemoglobina em 8 vamos morrer de dor !

    ADRIANO FERREIRA DA SILVA 05/11/2024
    3
  • Ponto positivo: Esta Lei é uma luz no fim do túnel para os portadores de anemia falciforme. Viva!!! Tenho fé que será aprovada!!! Os portadores de AF sofrem com a limitação física, pois a doença causa dificuldade em se locomover, fazer exercícios, andar de bicicleta, correr, dirigir, realizar algumas tarefas domésticas entre outros. Sofremos com desvantagem no mercado de trabalho, na escola, na faculdade, na sociedade. Passamos uma grande parte de nossas vidas dentro de um hospital, somos limitados. SOCORRO!!!

    ROBSON SACRAMENTO FERREIRA 19/09/2024
    4
  • Ponto positivo: Esta Lei irá trazer qualidade de vida para os portadores de Anemia Falciforme e seus familiares. Em 10 anos foram mais de 2.500 pessoas entre crianças e jovens de 0 a 20 anos de idade que faleceram no Brasil. É notório que vivemos com medo, sem expectativa de vida. Pedimos que tenhamos qualidade de vida no pouco que iremos viver. Nossa expectativa de vida segundo pesquisa é de somente 45 anos. Precisamos desta Lei pra ter qualidade vida, direitos reconhecidos, inserção no trabalho e sociedade.

    ROBSON SACRAMENTO FERREIRA 19/09/2024
    3
  • Ponto positivo: Espero que essa lei seja aprovada. Também sou portador da doença AF e quando as crises atacam sinto muitas dores nas articulações. Braços, pernas, costas, priapismo entre outras dores frequentes, isso quando não temos que fazer transfusão de sangue e até ficar internados por vários dias correndo o risco de perder o emprego. Enfim, espero que essa lei seja aprovada e que com essa aprovação todos que portam a doença tenham uma qualidade de vida melhor e possam se tratar adequadamente. Boa Noite!

    Daniel Dan 17/07/2024
    2
  • Ponto positivo: Esse projeto e suma importância, realmente os portadores de Anemia Falciforme sofrem diariamente com essa patologia. Eu tenho um filho que desde quando nasceu não saí das consultas e exames,hoje ele tem 18 anos de idade foram e são vários consultas e exames para saber como está a anemia,já foi preciso ser internado várias vezes com crise de dores a ponto de tomar morfina. Infelizmente em 2019 perdemos uma filha com 11 meses de idade ele também nasceu com essa patologia, e muito triste tudo isso.

    Adevilson Bispo 21/06/2024
    4
  • Ponto positivo: Sou portadora de anemia falciforme SS, e não é fácil conviver com esta doença, nos limita bastante. Espero que esta lei prevaleça, pois só assim pra facilitar nossa entrada no mercado de trabalho sem os julgamentos excessivos Só quem sabe o que passamos somos nós mesmo e nossa família, e ainda tem pessoas que vem falar aqui q é uma doença comum, fazendo pouco caso

    Adriana Alves da Silva 31/01/2024
    7
  • Ponto positivo: Não entendo como alguém pode votar contra esse projeto, não entendo como uma pessoa pode dizer que é pesquisadora de DF há mais de 30 anos e vem dizer q não é deficiência em nenhum lugar do mundo. Vou dar um recado para quem disse isso, com certeza a Sra, não tem ninguém na sua família com está doença. O fato é que, todos com DF, sempre terão dificuldade para conseguir e se manter no seu emprego, sempre terão internações recorrentes e infecções de repetição até o dia da sua morte.

    Jeminimen Souza santos 04/10/2023
    11
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  1. PL 2648/2026

    O Projeto de Lei 2648/26, em análise na Câmara dos Deputados, proíbe a criação, a manutenção e o funcionamento de zoológicos destinados à exibição pública de animais silvestres ou exóticos no Brasil. Pela proposta, os estabelecimentos hoje existentes no país terão prazo máximo de dois anos para serem totalmente desativados. A proibição se aplica também a aquários, ecoparques, safáris e quaisquer empreendimentos similares. Durante os dois anos de transição, fica proibida a concessão de novas licenças, a expansão das atividades ou o ingresso de novos animais nesses locais. Autoras do projeto de lei, a deputada Luizianne Lins (Rede-CE) e a então deputada Heloísa Helena (RJ) dizem que a manutenção de espécies para exibição é incompatível com os avanços do bem-estar animal. “A proposta enfrenta, com coragem ética e rigor científico, a realidade de sofrimento animal institucionalizado”, afirmam. Destino dos animais Os zoológicos deverão executar plano para transferir as espécies de forma progressiva e segura. O destino definitivo serão os Centros de Reabilitação da Fauna (CRF) ou santuários da vida animal autorizados pelos órgãos ambientais. A prioridade nos centros será a proteção, a reabilitação e a eventual reintrodução dos animais na natureza. Ficarão proibidas atividades de caráter comercial, recreativo ou de entretenimento que envolvam a exposição pública da fauna. A visitação nos centros e santuários será restrita. O acesso será limitado a pesquisadores, profissionais e estudantes, além de atividades educativas monitoradas que não causem estresse ou prejuízo ao bem-estar dos animais. Próximos passos O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PLP 439/2017

    Altera a Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, para disciplinar o processo de equacionamento de planos de previdência complementar deficitários, e dá outras providências.

  4. PL 3015/2025

    O Projeto de Lei 3015/25 garante que as cláusulas de convenções e acordos coletivos de trabalho continuem sendo incorporadas aos contratos individuais até que sejam modificadas ou suprimidas por nova negociação ou decisão da Justiça. A proposta da deputada Erika Kokay (PT-DF) altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e está em análise na Câmara dos Deputados. O objetivo do projeto é resgatar a chamada ultratividade das normas coletivas. Essa prática permitia a manutenção dos direitos previstos em convenções e acordos coletivos, mesmo após o fim da vigência desses documentos, se um novo acordo ainda não tivesse sido firmado. Essa possibilidade foi vedada pela reforma trabalhista de 2017 (Lei 13.467/17). A proposta mantém o limite máximo de dois anos para a duração de convenções e acordos coletivos. O projeto, no entanto, assegura que as regras estabelecidas continuam válidas após esse período, se não houver um novo entendimento entre as partes. Fragilidade Erika Kokay argumenta que a proibição da ultratividade fragilizou a proteção ao trabalhador. “Ao impedir a permanência dos efeitos das cláusulas após o término do prazo, mesmo quando há recusa patronal em negociar, o ordenamento jurídico enfraquece a função protetiva do Direito do Trabalho”, afirma. Ainda de acordo com a parlamentar, a medida busca garantir maior equilíbrio nas relações coletivas e promover a segurança jurídica. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Trabalho; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 4806/2025

    Altera a Lei n° 8.745, de 9 de dezembro de 1993, para dispor sobre o prazo máximo de contratação temporária para realização de recenseamentos e outras pesquisas de natureza estatística efetuadas pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.

  6. PL 2332/2022

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