Enquete do PL 1240/2023

Resultado

Resultado final desde 03/05/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.413 64%
Concordo na maior parte 9 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 20 1%
Discordo totalmente 790 35%

O que foi dito

Pontos mais populares

Salva vidas! Linhas chilenas e cerol matam!

Robson Magalhães 24/07/2023
47

Deveriam fiscalizar as vendas até a americanas loja online, Amazon mercado livre , magazine Luiza , rede extra vendem a linha assassina nas redes com entrega em domicílio e não temos uma fiscalização .

Josue Morais 25/07/2023
41

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 27 encontrados.

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  • Ponto negativo: Discordo .Isso e uma injustiça pois e uma brincadeira se acontece acidente não premeditado. Parabéns para os grandes senhores que querem derrubar ou acabar com uma brincadeira que tira os jovens das drogas e da frente da televisão que só passa porcaria principalmente em época de eleição. Uma mentira atrás da outra. Matar e beber e sair matando inocente e como a lei não vale nada paga fiança está na rua ,isso sim tinha que ser votado.Mudar a lei. Fazer um lugar próprio pra poder brincar .

    Cristiano De Jesus paulista 20/08/2023
    1
  • Ponto positivo: SE A LINHA MATA, ISSO É FATO, MAIS O CIGARRO, BEBIDAS, AS DROGAS E ETC... TB MATAM. A CORRUPÇÃO TB MATA Milhares DE PESSOAS POR ANO, PQ,DESVIA DINHEIRO DA SAUDE, segurança. muitas coisas podendo ser votadas com verbas para segurança.

    Araujo Bezerra De Araujo 16/08/2023
    19
  • Ponto positivo: Ola Renato estudante de políticas públicas e sociais. No tocante com essas emendas que está sendo mal processado por o vossa excelência está imoralmente ferindo os códigos do ECA artigo 4°,16°e 17°, Em um breve resumo esses artigos garante o direito da criança e do adolescente a ser livre por brincar. Com essa emenda estão ceifando esses direitos. Repense melhor sobre isso criança tem o direito garantido pelo ECA e a pipa e uma brincadeira de que tira criança e adolescente do crime e das drogas.

    Renato Santos da Silva 16/08/2023
    14
  • Ponto negativo: Agora eu digo ao invés de tirar o lazer de famílias, por que não fiscalizar locais pra que aconteça de modo seguro a soltagem de pipa com cerol..é mais fácil tirar o serviço de um pai de família que vende pipa, linhas e etc. o pipa não mata. a fome, o roubo, pessoas saindo bêbadas, a imprudência nos trânsito matam mil vezes mais do que pipa, muita gente que não sabe da arte falando que tem que proibir, quero só ver quando seus filhos que as vezes sai de casa pra soltar pipa ir pras drogas...

    David Felipe 16/08/2023
    12
  • Ponto positivo: Sim é perigoso a linha? Sim, mas no entanto o que causa mais morte ko Brasil hj? São as linhas? Os pipas? Vi muita gente aqui falando que é perigoso, mas não mais perigoso a droga chegar pro seu filho e fazer dele um viciado em drogas.... não é mais fácil uma pessoa bêbada sair de caro ou moto e matar seu filho, seu marido acabando com uma família, onde a pessoa que faz um absurdo desse sai impuni..... querem acabar com uma arte gente...

    David Felipe 16/08/2023
    13
  • Ponto negativo: Vocês deveriam se preocupar com drogas que são legalizadas e q matam milhares e milhares de pessoas todos os dias. O pipa é uma arte, que traz a felicidade pra milhões de pessoas, e que também alimenta milhões de casas no nosso país e no mundo todo, pq nossa arte é mundial, e vcs estão querendo acabar com a nossa arte, e isso é inaceitável.

    Caio Dos Santos 16/08/2023
    7
  • Ponto negativo: Bebidas alcoólicas, legalizado, drogas quase legalizada! Agora proibir o uso de linha cortante por causar fatalidades? Existem muitas famílias que dependem do mundo da pipa. A nossa diversão além da soltura da pipa e a disputa de quem tem uma maior habilidade. Para nós a pipa é uma terapia, que nós cura de várias doenças! Como uma pessoa ama pescar, outras surfar, outras caminhar ou correr. Nós preferimos empinar pipas da nossa forma como sempre foi! Agora falar que é crime! Hipócritas!

    Pedro Rupenian Junior 16/08/2023
    6
  • Ponto positivo: Você prefere seu filho no tráfico, roubando ou soltando pipa? Sou motociclista e uso antena na minha moto e nunca fiz vídeo criticando linha nenhuma, até pq tem mais fio de luz e telefone arriado nas ruas e ninguém faz nada. Prefiro meu filho soltando pipa do que fumando maconha gritando Ladrão livre.

    Eder Teixeira 15/08/2023
    6
  • Ponto positivo: Quantas crianças poderiam estar roubando matando traficando,mais estão tirando lazer com os amigos..não acho que essa brincadeira deveria ser proibida desde que aja um lugar específico pra prática, loteamentos campos abertos etc..é um esporte como qualquer outro todos esportes contem riscos,não queiram comparar isso com um crime tem coisa muito pior por aí e ngm liga..vamo deixar a criançada brincar em paz também ando de moto e solto pipa mais sempre com consciência de saber oq estou fazendo!

    Luan Amaral 15/08/2023
    4
  • Ponto negativo: Votar pra acabar com a bebida ninguém vota, votar pra acabar com as drogas também ninguém vota. Querem acabar com a diversão de muitos jovens. Acham que hoje em dia o legal é ficar na frente de tela ou em bares e becos fumando, bebendo l, roubando. Olhem para realidade. Estas outras coisas aí matam bem mais. Inclusive as armas de fogo.

    Willian Silva 15/08/2023
    1

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  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei