Enquete do PDL 76/2023

Resultado

Resultado parcial desde 16/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 4.120 97%
Concordo na maior parte 29 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 9 0%
Discordo totalmente 89 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Melhor coisa que podem fazer e o equilíbrio de tudo e nao desamparar ninguém principalmente os aposentados pra empréstimos pessoais ha 25%

cristiane oliveira 23/03/2023
247

MILHARES DE BRASILEIROS DESEMPREGADOS O QUE AUMENTARIA A SITUAÇÃO DE POBREZA

Luciene Martins 24/03/2023
97

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 486 encontrados.

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  • Ponto negativo: Juros abusivo

    Sineia Vinhote de sousa 30/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Oferece mas créditos aos cidadãos

    Sineia Vinhote de sousa 30/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Acesso ao crédito é sempre benéfico a sociedade, quanto mais crédito, mais liberdade financeira e planejamento futuro.

    Fabio E. 27/03/2023
    3
  • Ponto negativo: O caminho pra redução dos juros sempre foi e sempre será através da redução da taxa Selic. não existe formula mágica

    REGINALDO DE MATTOS 27/03/2023
    1
  • Ponto positivo: O consignado é uma das poucas linhas de crédito disponiveis para os aposentados e pensionistas do INSS com uma das menores taxas praticada no mercado. Sem essa linha de crédito, colocamos milhoes de brasileiros em dificuldades financeiras a merce de linhas de crédito com juros absurdamente mais altos.

    REGINALDO DE MATTOS 27/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Tanto se fala em ajudar a população mais carente, e estarão empurrando os aposentados e pensionista para uma linha de crédito vergonhosa, só para afundados nas dívidas. Empréstimo consignado pelo INSS não é fraude. É a linha mais barata para todos, e nós correspondentes bancários representamos aquele cliente que não entra em agência.

    Cristina Nascimento 27/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Tem aposentados que usam esse empréstimo para comprar alguma coisa que precisa,e para as vezes dar uma folga no orçamento esse empréstimo é uma carta ba manga ....

    ADRIANA MATIAS ALVES 27/03/2023
    1
  • Ponto positivo: 2 milhões de correspondentes estão sendo prejudicados em meio essa decisão de reduzir os juros, Infelizmente os maiores prejudicados somos nós pequenos correspondentes, e pequenas empresas, pois os bancos seguem fazendo o pessoal, que inclusive o juros é abusivo, pois não tem limite de desconto, como no INSS.E os aposentados e pensionistas também prejudicados pois só vão poder fazer o pessoal que é muito mais alto o juros.

    Rosa Ilana 27/03/2023
    0
  • Ponto positivo: O consignado é um credito barato e acessivel para aposentados e pensionistas do INSS se torna ainda mais acessível pelo trbalho realizado pelos correspondntes bancarios que consegue chegar onde os bancos de rede nao chegam, em regioes com pouco ou nenhum acesso a internet e dificuldades de transito, dessa forma a taxa de juros do credito precisa acompanhar a SELIC é completamente inviavel por 1,70% com selic a 13,75, os correspondentes precisam trabalhar e os beneficarios do INSS querem dinheiro

    WYLIANE ABIGAIL 27/03/2023
    0
  • Ponto positivo: Falamos em Milhões de empregos em jogo e um público imenso de pessoas que precisam do empréstimo consignado! Quem mas necessita desses empréstimos são os aposentados e pensionistas do INSS, para que não venham ter que pegar empréstimo pessoal com 25% de juros! Acorda Brasil

    marcyteles10 27/03/2023
    1
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei