Enquete do PL 1189/2023

Resultado

Resultado parcial desde 20/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 1.355 98%
Concordo na maior parte 13 1%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 3 0%
Discordo totalmente 8 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Concordo plenamente pela aprovação deste projeto.

Francisco José Araújo Borges 27/03/2023
59

Mais de mil pais de família só no Piauí ?, pessoas ? estão depressivas, ficar sem o sustento da família sem puder dar manutenção adequada ao lar. Atendimento ao consumidor de energia do Piauí piorou

GUILHERME CESAR ALBUQUERQUE DOS SANTOS 25/05/2023
36

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

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  • Ponto positivo: Muito bom para o País profissionais altamente qualificados do setor elétrico foram obrigados a sair da Empresa, apesar de serem concursados, o aproveitamento destes profissionais altamente qualificados vai engrandecer a admnsitração pública.

    JOSE HENRIQUE DA COSTA 05/12/2024
    1
  • Ponto negativo: O único ponto negativo é a demora na resolução. Enquanto isso, como na Eletrobrás, muitos estão sendo coagidos e demitidos do dia para noite. Pais com mais de 40 anos de serviços prestados e com alto conhecimento técnico, saindo e não tendo nenhuma possibilidade de readequação no mercado. Além disso o conhecimento adquirido voltado para o setor elétrico não é aproveitado por empresas privadas devido a idade.

    VITOR GUSTAVO QUEIROZ DA ROCHA 12/11/2024
    1
  • Ponto positivo: A entrada nessas empresas se deu através de um rigoroso processo de concurso público. Muitos com mais de 26 anos de serviços prestados ao país simplesmente foram forçados a sair através de PDV. A reintegração é no mínimo uma forma dos Parlamentares devolverem a dignidade para os diversos trabalhadores que tiveram seus direitos extirpados do dia para noite. Os parlamentares que lutam por esses direitos serão lembrados nas eleições.

    VITOR GUSTAVO QUEIROZ DA ROCHA 12/11/2024
    1
  • Ponto positivo: JUSTIÇA PARA QUEM TEM DIREITO, OS EMPREGADOS DEMITIDOS QUE PASSARAM EM CONCURSO MERECEM RESPEITO, TENHAM A DIGNIDADE E FAÇAM O CORRETO, APROVEM ESTA LEI, NÃO FIQUEM COM ESSA MANCHA EM SUAS VIDAS .

    LUIZ CLAUDIO MENDONCA 12/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Em um país que tem um governo imoral por décadas a que se esperar pelo menos um ato de justiça a quem conquistou um lugar através de concorrência justa, passando em um concurso e não sendo indicado por padrinhos e assim se tornando um escravo, foram milhões gastos em treinamentos e capacitação, não aproveitamento de mão de obra capacitada seria mais uma burrice de um sistema que se corrompe a centenas de anos, façam justiça ao trabalho e ao trabalhador.

    LUIZ CLAUDIO MENDONCA 12/09/2024
    1
  • Ponto positivo: Concordo totalmente com a aprovação desse PL e suas emendas, em totalidade, espero que o Legislativo brasileiro corrija essa injustiça catastrófica na vida de milhares de famílias espalhadas pelo Brasil. Aconselho a todos os envolvidos votarem pela aprovação total desse PL. JUNTOS, TUDO SE TORNA MAIS FÁCIL!!!

    WENDEL BATISTA RIBEIRO 26/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Sou totalmente a favor do reaproveitamento dos empregados públicos da Eletrobras , como de outras estatais em outros órgãos públicos, pois dedicamos o nosso tempo e experiência profissional para servirmos aos cidadãos brasileiros na melhor forma possível. Passamos por um processo seletivo rigoroso, pois ser servidor público no país em que vivemos é extremamente difícil e árduo!! Depois de tanta luta, não merecemos passar pelo fantasma do desemprego!!! Lutemos sempre por esse grande esforço!!!!

    Alexandre Rizzuto de Oliveira 17/06/2024
    5
  • Ponto positivo: Essa Projeto de Lei 1189/2023 representa um ato de justiça e reparação para com trabalhadores públicos CONCURSADOS, os quais, além de haverem ingressado por meio de concurso público, ainda deram provas de sua capacidade em elevar a Eletrobras ao patamar em que ela se encontra no cenário empresarial brasileiro.

    Givaldo Lima Santos 28/03/2024
    3
  • Ponto negativo: Não vejo ponto negativo para o reparo de um grande erro, que foi a privatização da Eletrobras.

    OBERICO FERREIRA BARBOSA 27/12/2023
    4
  • Ponto negativo: Ponto negativo é que o prazo considerado de 48 meses para a reintegração dos empregados demitidos deveria ser contado a partir da data do leilão da privatização efetiva em junho 2022 e não a partir da publicação da MP que foi convertida em Lei, pois certamente as demissões se massificarão a partir de maio de 2024 quando se encerra o atual ACT que garantiu certa estabilidade ao emprego, uma vez que no prazo proposto se encerraria a possivel reintegração para os demitidos após fevereiro de 2025.

    Evandro F 08/11/2023
    2
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  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

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  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

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