Enquete da PEC 5/2023

Resultado

Resultado parcial desde 18/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 23 6%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 2 1%
Discordo na maior parte 9 3%
Discordo totalmente 301 89%

O que foi dito

Pontos mais populares

Deixa claro o interesse pessoal de casa um dos 333 deputados que assinam essa proposta. Uma lástima!

Mineirim 01/04/2024
20

A "justificativa" da "proposta" alega que "professar uma religião é considerado como de extrema importância para 92% da população brasileira"; isso prova o quanto ainda estamos atrasados em relação aos PAISES DE PRIMEIRO MUNDO, para os quais a religião é algo IRRELEVANTE, mesmo naqueles que são Estados confessionais (Suécia e Noruega, por exemplo), que têm religião oficial, mas NINGUÉM freqüenta seus cultos). Ampliar os casos de imunidade tributária só ajudará à lavagem de dinheiro em igrejas.

EDUARDO BANKS 13/05/2023
30

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 37 encontrados.

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  • Ponto negativo: Há anos, compartilho com amigos próximos minha preocupação de que, em algumas décadas, o Brasil se torne uma espécie de teocracia. Infelizmente, estamos caminhando nesse sentido mais rapidamente do que eu esperava. Essa PEC, mesmo que não seja aprovada, é um sintoma disso. Benefícios tributários a religiões criam um desequilíbrio evidente. Essas entidades elegem cada vez mais representantes políticos. E esses trabalham para criar mais benefícios a elas, num ciclo perigoso que se retroalimenta.

    ANDERSON RICARDO DO NASCIMENTO 16/06/2026
    1
  • Ponto negativo: As igrejas poderiam fazer compras em seu nome para fins pessoais de seus dirigentes e religiosos (que em muitos casos enriquecem explorando a fé das pessoas). Esse mecanismo também poderá ser usado para realizar compras para fiéis e assim ser mais uma forma de cooptação e manipulação de pessoas humildes, ou seja, proselitismo religioso.

    DIEGO DOS SANTOS LIMA DE BARROS 13/06/2026
    1
  • Ponto negativo: Muito ruim para a democracia brasileira, uma vez que o Estado é laico e somente as igrejas estão sendo favorecidas. Cultos de outras religiões não estão sendo favorecidos em nada. E se o cidadão for ateu? Vai ter quer arcar com os custos das igrejas com o dinheiro do seu imposto? Isso não totalmente antiético e amoral!

    SICILIA MORAES DIEHL 02/06/2026
    2
  • Ponto positivo: ZERO PONTO POSITIVO, TÁ BOM? Isso aqui é um país laico. O Estado não deve ter nenhuma relação com a igreja, muito menos uma relação financeira! Com tantas PECs urgentes nesse país, agora deputados me vem com essa. Pior Congresso da história brasileira!

    SICILIA MORAES DIEHL 02/06/2026
    3
  • Ponto negativo: Templos religiosos neste país podem tudo. Só não podem pagar impostos!

    TATIANA DE OLIVEIRA SANTOS 15/04/2025
    7
  • Ponto negativo: Essa PEC não é somente para os templos, o absurdo é ver esse benefício para Partidos Políticos. Uma organização possuidora de regalias financeiras e querendo NAO pagar impostos. Dê esse benefício para trabalhadores, se o valor arrecadado nos impostos não faz diferença para os deputados e senadores. Vamos acabar com os impostos, não seria mais fácil?

    LUIZ BULGARELLI 23/01/2025
    3
  • Ponto positivo: O governo reduz taxas e com isso diminui arrecadação. Diminuindo arrecadação diminui os investimentos públicos em saúde e educação. Um descalabro os deputados votarem e criarem uma pauta com a isenção religioso. E quem votar a favor é porque vai se beneficiar desse voto. Cada vez mais escabrosa a casa da legislação brasileira.

    IVAIR ANTONIO GOMES 28/11/2024
    5
  • Ponto positivo: Único ponto positivo é para os líderes religiosos envergonharem ainda mais suas igrejas e serem notícia no futuro, em rede nacional principalmente nas que eles mais detestam, à rede Globo. Depois vão dizer e espalharem nos cultos que a globo é do diabo. Também um congresso e câmara que beneficia as religiões e seus lideres em país de estado laico já é um pecado. Fazer o que?

    MELQUE SEDEQUE FERREIRA DE OLIVEIRA 27/11/2024
    3
  • Ponto negativo: Tem é que acabar c9m qualquer isenção para essas empresas travestidas de igreja. Já chega de abuso da religião e da fé alheia para enriquecimento pessoal. Acham que enganam a quem?

    JOSE EDUARDO FREITAS FINARDI 26/11/2024
    7
  • Ponto negativo: Todo mundo paga imposto, nao é justo isso, minha mae é professora, ela se mata de trabalhar o dia todo e neste ano teve que pagar um imposto bem alto!!!!!

    ANA BEATRIZ FIRMINO DOS SANTOS 19/11/2024
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  5. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei