Enquete do PL 1086/2023

Resultado

Resultado final desde 14/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 18 4%
Concordo na maior parte 2 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 2 0%
Discordo totalmente 568 96%

O que foi dito

Pontos mais populares

O ponto positivo é que então teríamos que fazer o dia do enfrentamento político também para Celso Daniel, Paulo César Farias, e mais alguns mil desconhecidos aqui no Brasil. Aí teríamos que ter um ano com mais de 1.000 dias para relembrar cada um deles...

Ivã da Matta 16/03/2023
25

PL desnecessário e sem relevância. O intuito desse projeto é pura lacração. Que possam realizar projetos que tragam benefícios a nação. Sendo assim, preciso seria criar muitos dias em homenagem aos que se foram se forma suspeita, como o caso de Celso Daniel.

Ana Lisnete 16/03/2023
18

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 53 encontrados.

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  • Ponto negativo: Existem diversos assuntos mais importantes para colocar em pauta. Deveria haver projetos de lei a fim de coibir a violência e aí sim ser tratado com urgência.

    Gleyce Carvalho 11/04/2023
    0
  • Ponto positivo: não há pontos positivos

    Maristela Marinho 23/03/2023
    1
  • Ponto negativo: quem essa mulher representou na vida? eu como mulher não me sinto representada por essa pessoa.

    Maristela Marinho 23/03/2023
    1
  • Ponto negativo: Ao invés de estabelecer o dia Mariele Franco, seria muito mais útil fazer um projeto de combate a violência e de auxílio as famílias afetadas, tanto por pessoas ligadas ao tráfico quanto de policiais, prestando assistência psicológica aos familiares, dando sequência ao trabalho da homenageada.

    Lucas Mariano 23/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Nenhum ponto relevante para a sociedade como um todo. A violência contra a mulher já é amparada por lei. Não precisa criar lei para violência contra as mulheres japonesas, outra para as mulheres loiras, outra para mulheres ruivas e outra para proteger as mulheres negras. Violência contra mulher, seja ruiva, loira ou negra é crime e ponto.

    Isaac Rodrigues 22/03/2023
    1
  • Ponto negativo: Vcs deveriam estar criando leis para punir os criminosos,leis mais severas,não homenageando uma pessoa específica que sofreu com a criminalidade,seria necessário então,criar um dia para todos os cidadãos de bem,que perderam suas vidas nas mãos da criminalidade.

    Amanda Zen 22/03/2023
    1
  • Ponto positivo: Totalmente importante!! a violência e a intolerância aumentou muito em nosso país nos últimos anos! não podemos achar isso normal a violência gratuita com quem pensa diferente de você!!

    Artur Alvim Cury 20/03/2023
    0
  • Ponto negativo: Completamente irrelevante... A congresso devia se envergonhar de perder tempo com uma futilidade dessas.

    Matheus de Oliveira 20/03/2023
    11
  • Ponto negativo: Absurdo ficarem inventando leis sem sentido

    Marcel Juliani Lopes Santos 20/03/2023
    10
  • Ponto positivo: Nada a ver existir uma lei relacionada a um factoide.

    Marcel Juliani Lopes Santos 20/03/2023
    5

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  2. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  3. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei