Enquete do PL 1069/2023

Resultado

Resultado parcial desde 23/04/2023

Opção Participações Percentual
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Concordo na maior parte 4 2%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Espero que seja aprovado, pois só quem tem essa doença miseravel sabe o sofrimento que é. Noites e mais noites sem dormir com muita dor. Muitas vezes de parada na emergencia pra tomar remedio na veia e a dor só alivia e depois do efeito do remedio passar as dores voltarem muitas vezes pensei que fosse morrer doi tudo até pra respirar. Morrendo a mingua porque o sistema de saude nao ajuda em nada,assistencia nenhuma. A gente vai até a secretaria e nao consegue nenhum exame. Tem que tirar do propr

Rayane 23/09/2023
18

Ainda fica pendente a reestruturação da grade curricular da medicina, e o necessário treinamento dos profissionais de saúde da mulher. Ainda fica pendente a garantia do acesso a cirugia complexa para retirar focos da doença. A excisão é a única cura.

CAMILA ALVES BELLEZZIA 14/07/2023
9

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Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: Durante anos, o tratamento da endometriose no Brasil tem sido um privilégio para poucas. Consultas com especialistas são caras, os exames têm longa fila no SUS, e os medicamentos — quando disponíveis — pesam no bolso das pacientes. O descaso estrutural é evidente. É justamente por isso que o PL 1069/2023 é tão urgente. Ele não resolve tudo, mas abre uma porta de apoio previdenciário que pode aliviar parte desse fardo. O Estado precisa fazer mais, e este projeto é um começo necessário.

    HIAGO OLIVEIRA DE ALMEIDA 29/07/2025
    0
  • Ponto negativo: A endometriose rouba das mulheres momentos, sonhos e dignidade — tudo isso em silêncio, por anos, sem que o sofrimento fosse enxergado. O PL 1069/2023 é mais que uma proposta: é um grito de reconhecimento e cuidado. É a chance de o Estado olhar nos olhos de quem sofre e dizer: ''Você não está sozinha.'' Que esse projeto seja aprovado não apenas como lei, mas como símbolo de respeito à dor invisível que tantas carregam todos os dias.

    HIAGO OLIVEIRA DE ALMEIDA 29/07/2025
    0
  • Ponto positivo: A dor da endometriose vai muito além do físico — impacta vidas, rotinas e sonhos. O PL 1069/2023 é uma luz para milhares de mulheres que sofrem em silêncio. Sua aprovação é um gesto de humanidade, acolhimento e respeito. (MINHA MULHER ESTÁ PASSANDO POR ISSO, É MUITO TRISTE NÃO PODER FAZER MUITA COISA COM AS CONDIÇÕES QUE PASSAMOS )

    HIAGO OLIVEIRA DE ALMEIDA 29/07/2025
    0
  • Ponto positivo: O PL preenche lacuna, mas ainda é muito vago e sem definir responsabilidades, obrigações até mesmo de mudança do currículo dos profissionais de saúde, critérios de distribuição dos centros pensando na prevalência da endometriose. Estou torcendo pela aprovação, a construção de políticas em todas as pastas do Planalto, o empoderamento financeiro e social das pessoas com endometriose

    DANDARA BACA DE JESUS LIMA 16/09/2024
    1
  • Ponto negativo: O termo mulher exclui homens trans, pessoas não binárias, pessoas intersexuais, o termo mais abrangente obriga o serviço de saúde, as práticas médicas, a cultura a reconhecer a existência de diferentes identidades reconhecidas juridicamente no ordenamento jurídico brasileiro como portadores de direitos e obrigações em equidade com todos os cidadãos

    DANDARA BACA DE JESUS LIMA 16/09/2024
    0
  • Ponto negativo: Infelizmente pra nós mulheres conseguir algo pelo governo temos que tá morrendo eu só espero que . Nossos imposto que pagamos seja devolvido pra nós ter uma dignidade na vida saudável pelo menos pra pagar os remédios ... espero que o governo tenha mas misericórdia de nós eu tenho 30 anos e não tenho fertilização casada a 11 anos . Espero que o governo olhe pra nós e tenha misericórdia pque não é fácil.. assine autorizando sem pensar e nem como vai ser .. Infelizmente é uma triste realidade

    BEATRIZ CRISTINA DA SILVA VIEIRA 15/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Seria muito bom se essa lei fosse aprovada. Pque só quem tem sabe como é a dor e como sofre com as percas de emprego . Arruma serviço hoje chega no mês que vem perde 3 dias de serviço pque chega o dia da menstruação a dor vem que nem um orubu cima da carniça vem com toda força. Aí perdemos oportunidades de emprego . Eu mesmo sofro todo mês e fora que se passo uma raiva já fico menstruada vivo de tramadol e tormiv pra pode suportar a dor fora que qnd ela vem não avisa vem com toda força ...

    BEATRIZ CRISTINA DA SILVA VIEIRA 15/08/2024
    1
  • Ponto positivo: Muito boa a proposta de uma lei que fortaleça a Política Nacional de Atenção Integral a Mulher, já passou do tempo de acolherem e incluírem questões mais específicas femininas que necessitam de uma equipe multidisciplinar e tratamentos caros, sem falar que uma lei como essa já existiria se o mundo não fosse tão patriarcal.

    ANDREZA BEATRIZ MERCES LIMA 03/07/2024
    1
  • Ponto negativo: Como todos sabem, grande parte das mulheres com a doença sofrem com a infertilidade. Acredito que deva ser incluído na lei, o direito de acesso à fertilização in vitro (FIV), que acaba se tornando a única esperança de casais terem filhos biológicos nessas circunstâncias. Acesso aos recursos do FGTS, tanto da mulher como do(a) parceiro(a) para poder custear o tratamento de FIV, que é muito caro, também é um ponto importante a ser incluído na lei.

    REGIS LEANDRO SEBASTIANI 08/03/2024
    6
  • Ponto positivo: A Lei é muito importante para a conscientização da sociedade como um todo para essa doença que é crônica, incurável e que mexe muito com a vida da mulher que fica totalmente a mercê de medicamentos tanto hormonal, quanto analgésicos e anti-inflamatórios, que têm seus efeitos colaterais e ajudam a causar outros problemas de saúde. Não é frescura e não acontece só no período menstrual, quando a doença já acometeu outros órgãos.

    Laila 22/02/2024
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  5. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  6. PL 1424/2026

    O Projeto de Lei 1424/26, da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), equipara o antissemitismo ao crime de racismo, com pena de reclusão de 2 a 5 anos e multa, não podendo ter prescrição ou fiança. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. "A proposta contribui para o aprimoramento das políticas públicas e para a consolidação do entendimento já adotado pelos tribunais brasileiros", defende Tabata Amaral. Segundo o projeto, os atos são antissemitas quando os alvos dos ataques, sejam pessoas ou bens, são selecionados porque são judaicos ou associados aos judeus, incluindo instituições comunitárias e instalações religiosas. As manifestações de antissemitismo podem ter como alvo o Estado de Israel, encarado como uma coletividade judaica. A definição de antissemitismo vale tanto para expressões orais, por escrito, sob forma visual ou por meio de ações. A proposta define a discriminação antissemita como qualquer atitude ou tratamento dado à pessoa ou grupo de pessoas que cause constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida, e que usualmente não se dispensaria a outros grupos, em razão da sua condição de judia ou judeu, ou da sua relação com a comunidade judaica. Tabata Amaral nega que a proposta limite a liberdade de expressão. "Críticas, análises ou posicionamentos sobre fatos políticos, conflitos internacionais ou sobre ações de qualquer governo, incluindo o Estado de Israel enquanto organização político-jurídica soberana e não como coletividade judaica, são legítimos e devem ser preservados", defende. De acordo com o projeto, críticas a Israel que sejam semelhantes às dirigidas contra qualquer outro país não podem ser consideradas antissemitas. Políticas públicas A proposta determina a orientação de políticas públicas nacionais educativas, preventivas e de monitoramento por meio de exemplos contemporâneos de antissemitismo na vida pública reconhecidos pela Aliança Internacional para a Memória do Holocausto, para melhor interpretação da definição estabelecida. Entre esses exemplos estão: incitar, ajudar a cometer ou justificar violência, assassinato ou danos contra judeus em nome de ideologia radical, extremismo religioso ou argumentos desumanizantes; propagar alegações injuriosas, difamatórias ou caluniosas, desumanizantes ou estereotipadas sobre judeus; responsabilizar coletivamente os judeus, como povo, por atos reais ou imaginários; negar o fato histórico, a escala ou a intencionalidade do genocídio de judeus durante o Holocausto; sustentar que o Holocausto é invenção ou exagero; afirmar que cidadãos judeus seriam mais leais a Israel, ou a prioridades internacionais judaicas, do que à sua própria nação; negar o direito à autodeterminação do povo judeu, utilizar símbolos, imagens ou narrativas atreladas ao antissemitismo clássico; efetuar comparações entre as políticas israelenses e a dos nazistas; imputar aos judeus, de forma coletiva, responsabilidade por ações praticadas pelo Estado de Israel. Próximos passos O projeto foi apresentado pela autora com o apoio de outros 44 deputados, mas 9 deles pediram depois a retirada de suas assinaturas da proposta. O texto será distribuído para análise das comissões da Câmara. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei