Enquete do PL 998/2023

Resultado

Resultado parcial desde 04/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 150 3%
Concordo na maior parte 11 0%
Estou indeciso 2 0%
Discordo na maior parte 30 0%
Discordo totalmente 6.875 97%

O que foi dito

Pontos mais populares

A principal vítima nesse projeto, como em todos os outros pró aborto, é o bebê, natural e completamente indefeso! Mesmo em caso de estupro, é ele, bebê, que paga pelo crime do pai... Isso é completa inversão de princípios! Absurdo total! Abaixo todas as leis pró aborto!

Santos 18/07/2023
492

Atenta contra o direito da família, de amigos e principalmente da religião de lutar contra o assassinato de bebês ainda no ventre. A situação complexa de um aborto provocado precisa ser melhor discutida porque o único interessado que vai perder a vida (bebê) não pode se defender. É um atentado contra o estádio democrático de direito.

Aristoteles Brito 18/07/2023
538

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Exibindo resultados 1 a 10 de 97 encontrados.

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  • Ponto negativo: A quem é contra a PL 1904, vá votar contra no lugar certo, esta é uma contra proposta, para criminalizar, tratar como tortura, toda ação que impeça o aborto legal, que impeça que uma criança de 10 anos, abusada, possa retomar sua infância sem mais danos físicos e mentais ocasionados pela gestação forçada, como o caso de 2020. Meu único ponto negativo é, vocês esqueceram de ler o artigo.

    HELLEN BEATRIZ BEZERRA DA CUNHA OTTA 26/06/2024
    1
  • Ponto positivo: É tortura sim, crianças que foram obrigadas por não ter estrutura física para gestar, mulheres que não tem condições financeiras nem psicológicas de passar pela gravidez, vítimas de abusos, procuram a lei, para amenizar seu sofrimento. E pessoas inescrupulosas vão a portas de hospitais para berrar absurdos e criminalizar essas vítimas, durante um momento tão vulnerável, de uma cirurgia de aborto legal ou procedimento, profissionais não preparados que as humilham, devem ser responsabilizados.

    HELLEN BEATRIZ BEZERRA DA CUNHA OTTA 26/06/2024
    1
  • Ponto negativo: A proposta de punir o aborto com 20 anos de prisão enquanto estupradores recebem apenas 10 é injusta e desproporcional.No Brasil,ocorrem dois estupros por minuto,e as mulheres não têm segurança.A decisão de continuar ou interromper uma gravidez deve ser da mulher, que arcará com todas as consequências. Nos países desenvolvidos, como Suécia e Canadá,o aborto é legal e acessível,reconhecendo a liberdade de escolha sobre o próprio corpo.Só a mulher tem o direito de escolher o que quer p seu corpo.

    Angelica Dimer Scheffer 14/06/2024
    1
  • Ponto negativo: Estamos culpabilizando crianças em nome de um Deus que os nobres deputados evangélicos seguem que vomita ódio ? É crime ser mulher nesse país ?

    Mario Cesar Cruz Pereira 14/06/2024
    2
  • Ponto positivo: A Cris perdeu os pais aos 11 anos. Ela e seu irmão mais novo foram morar com a irmã mais velha já casada. O cunhado a estuprou, ela engravidou e não conseguiu fazer o aborto. Não quis nem ver o bebê e colocou-o para adoção. A Cris não escolheu ser mãe. O bebê vive, mas a que preço para ela que ainda era uma criança? É disso que se trata a lei. Condenar quem sofreu estupro a dar a vida para o filho de um estuprador. A história é real. É nisso que você acredita? E se fosse com sua filha?

    Maria José Novato Ribeiro 13/06/2024
    3
  • Ponto positivo: Extremamente necessário entender que impedir uma mulher, vítima de estupro, de abortar é condenar e violentar novamente a mulher. Quem se diz pró-vida, deveria se preocupar com as crianças e famílias que estão abandonadas e sequer têm o mínimo básico para sobreviver. Depois que uma criança gerada de um estupro nasce, quem vai cuidar, dar assistência? Parem de ser hipócritas. Vocês são pró-nascimento. Não se importam com a vida dos que já nasceram e vivem na miséria.

    CRISTINA LIYE ARAGAKI 12/06/2024
    17
  • Ponto negativo: Ela teve ter amparo psicológico e também assistência social o médico a interrupção deve ser Somente com 12 semana de gestação no caso legal. Não é equipe médica e nem juiz mas a pessoa que passar por violência moral, sexual , psicologia o que não Mostra e que muitas são induzir aborta também o que é contra a lei.

    Viviane Ramos 25/11/2023
    1
  • Ponto positivo: Os "pró-vida" mal tem a capacidade de entender o teor do projeto, que simplesmente tem o objetivo de proteger as mulheres da violência que sofrem duplamente quando JÁ TÊM O DIREITO LEGAL AO ABORTO - quando a gravidez é resultante de estupro, põe a vida da grávida em risco ou é caso de feto anencéfalo. Esse projeto de lei é extremamente necessário para a proteção de mulheres que já estão sob extremo sofrimento e são atacadas COVARDEMENTE pelas próprias pessoas contra essa lei. Que o povo melhore.

    Brenna Sampaio 14/10/2023
    7
  • Ponto negativo: Que projeto demoníaco. Mais um passo contra a vida dos bebês que estão no ventre de suas mães. Indefesos e vulneráveis a projetos como esse. Lutaremos pela vida até a volta de Jesus.

    Leonardo Gomes 17/08/2023
    2
  • Ponto negativo: Essa deputada que criou esse projeto de lei não me representa , me admira uma mulher criar um projeto desses, sou contra a violência e principalmente ao um ser inocente que não tem como se defender , um invulnerável, o aborto deveria ser um crime sem fiança e quem cria um projeto desses deveria ser exonerada do poder.

    Claudia Patrícia 08/08/2023
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PRL 1 CFT => PL 581/2019

    Parecer da Relatora, Dep. Laura Carneiro (PSD-RJ), pela compatibilidade e adequação financeira e orçamentária do Projeto de Lei nº 581, de 2019; e, no mérito, pela aprovação.

  5. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei