Enquete do PL 890/2023

Resultado

Resultado parcial desde 28/04/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 31 19%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 9 6%
Discordo totalmente 120 75%

O que foi dito

Pontos mais populares

Que essa PL seja aprovada e que todas as redes sociais que propagam a misoginia sejam excluídas de uma vez por todas e que esses criminosos sejam presos.

Carol Gazio 18/09/2023
9

O texto não deixa claro o que sería uma "disseminação de ideias depreciativas sobre as mulheres". Qualquer critíca um pouco mais rígida sobre o feminino na sociedade pode ser levada em consideração para o enquadramento na lei, não obstante essa lei pode gerar demasiadas confusões por possuir ampla interpretação. Em casos de maior escopo (internet, jornais) tal determinação pode se enquadrar em casos onde uma ideia proposta possua dupla interpretação e onde a opnião pública dissipe o rigor legal.

Fabio Miranda 07/09/2023
28

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 35 encontrados.

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  • Ponto positivo: Chega de ver Todo santo dia morte e tortura de mulheres. Fora os estupros coletivos. Se o projeto de lei não é perfeito, que aprimorem ele. A internet não pode ser uma terra sem lei cheia de discursos de ódio e tortura gratuita.

    ANA CAROLINA DA SILVA MOTA 13/03/2026
    0
  • Ponto positivo: A Constituição garante igualdade material, não tratar desiguais da mesma forma. O Brasil tem níveis alarmantes de violência contra mulheres: cerca de 4 são mortas por dia vítimas de feminicídio. Esse tipo de crime é resultado de uma cultura de desumanização e misoginia, frequentemente alimentada por discursos de ódio. Criminalizar esse discurso não é censura, assim como não é no caso do racismo ou da homofobia. É reconhecer uma violência estrutural e proteger a dignidade e a vida das mulheres

    ISABELLA VITORIA KOSHIYAMA DE FREITAS 10/03/2026
    1
  • Ponto negativo: A lei que pretende lutar contra a misoginia é essencialmente misândrica. É dessa forma que será tratado o problema? O legislador que propôs isso deveria ser punido pela própria lei que está querendo criar.

    Alexandre Fogaça 17/04/2024
    4
  • Ponto positivo: Está mais do que na hora! Só vejo homens sendo contra, por que será ein? Basta olhar os números pra comprovar o sofrimento diário das mulheres. É feminicídio; os milhares de casos de assédio sofridos o tempo todo na rua, no metrô, no ônibus e principalmente no trabalho; os casos de estupros; a mulher ganhando menos por ser mulher, além de todos os desrespeitos, e do fato de precisar se provar o tempo inteiro; os casos dos homens inferiorizando a capacidade das mulheres e as limitando.

    Juliana 14/03/2024
    6
  • Ponto positivo: Ponto positivo: Eleva nosso estado da condição de GINOCÊNTRICO para GINOTEÍSTA. (Positivo para as feministas e políticos que usam o as pautas feministas para se reelegerem, é claro.)

    Samuel de Sá 03/02/2024
    1
  • Ponto negativo: Engraçado é que PLs que criminalizam as "faxineiras do Youtube" e vídeos de sexualização da ioga que propagam pornografia e corrompem as meninas ninguém faz. Perseguição a homens que estão dispostos a ajudar outros homens agora é misoginia. Isso já não é ginocentrismo, é ginoteísmo.

    Samuel de Sá 03/02/2024
    2
  • Ponto negativo: Pura expressão de transtorno de persolanidade vaginista. Mais uma abominação que tenta inventar desculpas esfarrapadas para a indústria do vitimismo. Lei deve proteger a todos igualmente. Lei deve protrger a dignidade das "pessoas", não criar sexismos doentes.

    eu só 13/01/2024
    4
  • Ponto negativo: Mais uma lei que vale apenas para as mulheres. Se tem que haver punição, que seja para ambos os sexos. Estamos fartos de leis sexistas contra os homens

    Sandro Luciano 15/12/2023
    7
  • Ponto negativo: Eu acho que o crime de Misogenia deveria criminalizar homens e mulheres .Pois existem muitos canais no YouTube aonde as mulheres feminista dissemina o ódio contra os homens .

    Stevie Rogers 04/11/2023
    6
  • Ponto negativo: É muita imaturidade achar que esse tipo abjeto de PL não vai causar mais distensões na nossa sociedade! Precisamos uns dos outros em igual nível de necessidade, homens e mulheres. As mulheres podem ser minoria na cabeça de quem acha, mas já são a maior parcela da população brasileira. Creio que seja o momento de pensar em uma lei que combata ao falso testemunho contra homens, falsa denuncia de agressão, de assédio. Porque homens sofrem isso. Um erro não pode justificar outro erro. #QREMOSPAZ

    André Passos 27/10/2023
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2564/2025

    Altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, para regular a aplicação de medidas administrativas cautelares e para dispor sobre a garantia à ampla defesa e ao contraditório.

  2. PL 1015/2026

    Extingue a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), criada com base na Lei nº 6.088, de 16 de julho de 1974, e dispõe sobre a transferência de suas atribuições ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

  3. PL 1007/2026

    Dispõe sobre a reorganização das competências federais relativas ao patrimônio histórico e artístico nacional, extinguindo o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), instituído com fundamento na Lei nº 8.113, de 12 de dezembro de 1990.

  4. PL 6194/2025

    O Projeto de Lei 6194/25, da deputada Ana Pimentel (PT-MG), cria normas de prevenção, proteção, responsabilização civil e educação digital para enfrentar a misoginia em aplicativos e redes sociais no Brasil. A proposta tem como objetivos combater o ódio online, prevenir a escalada para a violência física e assegurar a dignidade das mulheres no ambiente digital. A proposição está em análise na Câmara dos Deputados. O texto define misoginia digital como qualquer ato ou conteúdo veiculado em ambiente digital que, em razão do gênero, discrimine, desumanize ou inferiorize mulheres, ou que incentive a violência contra elas. A definição de "mulher" no projeto abrange todas as pessoas que se identificam com o gênero feminino, incluindo mulheres trans, travestis e pessoas não binárias. Punições e medidas protetivas Pela proposta, o autor de ataques misóginos responderá civilmente por danos morais, materiais e existenciais. A vítima poderá requerer à Justiça ou diretamente às plataformas medidas protetivas de urgência, como: bloqueio imediato de contato; remoção prioritária de conteúdos; suspensão da monetização de contas agressoras; e ocultação automática de comentários ofensivos. O projeto também tipifica como formas de misoginia o uso de deepfakes (vídeos, áudios e imagens falsos, porém realistas) para humilhação, o doxing (exposição de dados pessoais para facilitar perseguição) e a divulgação de imagens íntimas sem autorização. Deveres das plataformas As redes sociais deverão adotar canais de denúncia acessíveis e relatórios trimestrais sobre a moderação de conteúdos misóginos. Em casos de conteúdo manifestamente ilícito, as empresas deverão tornar o material indisponível em até 24 horas após a notificação. Além disso, fica proibida a monetização de conteúdos que violem a lei. Segundo a deputada Ana Pimentel, a proposta busca frear um sistema que lucra com a exclusão feminina. “As mesmas ferramentas que permitem ampliar vozes femininas são utilizadas para facilitar o cometimento de violências, ampliar seu alcance e garantir rentabilidade a quem produz conteúdos misóginos", afirma. Educação digital O PL 6194/25 também institui a Política Nacional de Educação Digital para a Igualdade de Gênero, focada em prevenir a violência online e promover a cidadania tecnológica. O sistema será acompanhado pelo Sistema Nacional de Integridade Digital de Gênero (SNIDG), que articulará a implementação das normas entre diferentes órgãos do governo e a sociedade civil. Próximos passos O projeto será analisado pelas comissões de Educação; de Comunicação; de Defesa dos Direitos da Mulher; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e senadores e sancionado pelo presidente da República. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 614/2026

    Autoriza o Poder Executivo a promover transferência, movimentação, realocação, incorporação e manutenção do vínculo empregatício com a União dos empregados públicos da Companhia Brasileira de Trens Urbanos – CBTU e empregados das empresas públicas do setor metroferroviário federal desestatizadas pelo Programa Nacional de Desestatização para entidades da Administração Pública direta ou indireta.

  6. PL 1027/2025

    O Projeto de Lei 1027/25 inclui a cirurgia plástica facial entre as atividades privativas do médico. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a Lei do Ato Médico, que trata do exercício da medicina. “O avanço tecnológico e a popularização dos procedimentos estéticos têm levado a aumento na oferta de cirurgias plásticas faciais por profissionais de outras áreas da saúde”, disse a autora da proposta, deputada Fernanda Pessoa (União-CE). “Tal prática pode acarretar complicações graves, como infecções, deformidades e sequelas permanentes, colocando em risco a vida e o bem-estar dos pacientes”, continuou a deputada, ao defender mudanças na legislação. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei