Enquete do PL 680/2023

Resultado

Resultado parcial desde 27/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 272 99%
Concordo na maior parte 3 1%
Estou indeciso 0 0%
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Discordo totalmente 0 0%

O que foi dito

Pontos mais populares

Importantíssimo legenda em português e descritiva para atender um DIREITO de pessoas com DIVERSOS GRAUS DE SURDEZ ,que em 2010 era eram 10mil, hj esse número com certeza dobrou!Além de atender a pessoas com baixa visão ou cegueira.

keilah ayres 28/03/2023
16

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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 21 encontrados.

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  • Ponto positivo: Sou surdo oralizado pré-lingual, desde a nascença, com surdez profunda bilateral congênita, utilizo o Implante Coclear à esquerda e o meu idioma principal é Língua Portuguesa. Em certos momentos, necessito legendas, principalmente em TV''s, cinemas, teatros, palestras etc., pois sinto a dificuldade em compreender as falas diante do ambiente ruído, do volume do orador baixo etc.

    Abel Luís Lottermann 07/07/2023
    5
  • Ponto positivo: Sou membro do Forum Mundial da Audição da OMS. Sabemos atraves do IBGE que a maioria esmagadora da população com surdez no Brasil NÃO USA LÍNGUA DE SINAIS. No mundo (1,5 bilhão de pessoas), idem. Até hoje, a maioria da população com algum grau de surdez foi completamente deixada de lado no quesito acessibilidade bancada com $ do contribuinte por causa da força da militância pró-Libras. Aplaudo a iniciativa da deputada por se basear em DADOS e números, não em ideologias e politicamente 'correto'

    Paula Moreira 30/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Projeto de lei extremamente necessário por considerar a diversidade da surdez. A maioria das pessoas que tem qualquer grau de perda auditiva se utiliza das legendas para compreender a fala em vídeos, filmes, tv, cinema etc. As legendas dão acessibilidade aos conteúdos e permitem uma melhor comunicação entre ouvintes e pessoas com deficiência auditiva. Essa iniciativa promove a inclusão e deve ser aprovada como lei urgentemente!

    PATRICIA DIAS SALGADO 30/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Excelente projeto, deputada. faz-se totalmente necessário à comunidade surda a implantação do uso de legendas em toda e qualquer recurso áudio-visual. Já era tempo de termos esse projeto aprovado a fim de garantirmos realmente uma apreensão comunicativa eficaz, real e.significativa aos nossos Surdos oralizados. Viva a educação bilíngue.

    REJANE DA SILVA BITENCOURT 29/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Ajuda o Surdo que Ouve a compreender melhor o que é falado. Não precisa ser na forma aparecendo automático, atrapalhando o que compreende, mas que tenha o aviso de close caption em todo e qualquer programa, filme, série, etc, e que não fique restrito à tv aberta ou fechada, mas que também se amplie para streaming, lives, etc. Vamos ampliar a acessibilidade para todos, em tudo, gravado ou ao vivo!

    Pauls 29/03/2023
    4
  • Ponto positivo: Também serve para mães ouvintes que façam seu bebê dormir ?? ??. Principalmente em hospitais q não pode fazer barulho.

    Clevia Protasio Borges 29/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Eu, como pessoa com surdez profunda e severa, assim como muitos fazem uso das legendas para melhor compreender o contexto da informação presente na tela. É imprescindível o uso da legenda para todas as pessoas que necessitam deste recurso. Parabéns pela iniciativa. Seria um grande avanço social.

    Felipe Hidalgo 29/03/2023
    3
  • Ponto positivo: A legenda alem de facilitar para o surdo oralizado, ou não, compreender melhor os assuntos, desenvolve a capacidade de leitura, exercita o cérebro para conhecimento de palavras e alivia a tensão que é fazer esforço adicional para compreender a fala. Nota 10 para o projeto.

    Jair de Oliveira 29/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Os dados apontam em 10 milhões de pessoas com algum grau de deficiência auditiva. Por mais de uma década, esses dados vêm sendo usado para justificar a interpretação em Libras, sem considerar a diversidade de históricos, graus e formas de comunicação utilizada pelas pessoas com surdez. Para quem tem a língua portuguesa como principal idioma, a Legenda é primordial. Sendo descritiva, atende também qualquer pessoa, incluindo ouvintes, que não possam recorrer ao áudio do vídeo na ocasião.

    Lakshmi E L Austregesilo 29/03/2023
    9
  • Ponto positivo: Sou surdo oralizado pós lingual, tenho perda audtiiva bilateral severo neurosensorial profundo. Eu concordo plenamente que as legendas em português em todos os meios de comunicação, pois a nossa lingua materna é o português, pois existe a diversidade de surdez e nem todos o surdo são iguais.

    Jocimar Venturotti Lascola 28/03/2023
    12
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 5558/2019

    O Projeto de Lei 5558/19 permite que instrutores de trânsito não vinculados a centros de formação de condutores (CFCs) deem aulas prática de direção veicular para obtenção da carteira de motorista. A proposta tramita na Câmara dos Deputados. As aulas terão que ser precedidas de autorização do departamento de trânsito (Detran) local. O instrutor terá que ser credenciado junto ao Detran e comprovar capacidade técnica para atuação, conforme normas estabelecidas. Para Gonzalez, texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica A proposta é de autoria do deputado Lucas Gonzalez (Novo-MG), que afirmou que o texto é amparado pela Lei da Liberdade Econômica. A norma prevê como direito das pessoas desenvolver atividade econômica de baixo risco sem a necessidade de atos públicos de liberação. Gonzalez criticou uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), de 2010, que restringe a atuação de instrutores de trânsito não vinculados somente às cidades sem CFC. Para ele, essa limitação viola a liberdade econômica dos indivíduos. “A resolução cria reserva de mercado aos CFCs, além de limitar a atuação do profissional instrutor de trânsito”, disse. Veículo Conforme o projeto, o carro utilizado pelo instrutor não vinculado para formação de condutores deverá usar uma faixa branca removível, de 20 centímetros de largura, com a inscrição “AUTO-ESCOLA” na cor preta. Esta é a mesma regra que deve ser adotada pelos veículos eventualmente utilizados pelos CFCs. A exigência consta no Código de Trânsito Brasileiro. Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  4. PL 1214/2019

    O Projeto de Lei 1214/19 fixa a jornada de trabalho do psicólogo em 30 horas semanais. Apresentada pela deputada Erika Kokay (PT-DF), a proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto inclui o dispositivo na Lei 4.119/62, que regulamenta a profissão e hoje não estabelece regra sobre o tema. Segundo Kokay, dados do CNES/Datasus de 2014 indicaram que 59,49% dos psicólogos que atuavam na esfera pública de saúde cumpriam jornada semanal menor ou igual a 30 horas. Já na esfera privada de saúde, 74,23% dos psicólogos trabalhavam numa jornada semanal menor ou igual a 30 horas. “Na gestão pública da saúde não há mecanismo de negociação para acordos coletivos, tornando fundamental a necessidade de regulação sobre a jornada de trabalho”, afirma a deputada. Sem redução de salário Pela proposta, é garantida a adequação da duração do trabalho aos profissionais com contrato de trabalho em vigor na data de publicação da lei, se aprovada, vedada a redução do salário. Uma proposta semelhante (PL 769/15) chegou a ser aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família no ano passado. Mas o texto foi arquivado ao final da legislatura. Tramitação O projeto de Erika Kokay será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  5. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

  6. PEC 24/2024

    Altera os §§ 4º, 4°-B e 7º do art. 40 da Constituição Federal e os artigos 5º, 10, 23, 24 e 26 da Emenda Constitucional nº 103, de 2019, acrescenta o art. 144-A a Constituição e dá outras providências.