Enquete do PL 507/2023

Resultado

Resultado parcial desde 23/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 179 98%
Concordo na maior parte 2 1%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 1 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Obter um laudo é moroso no sistema público e oneroso de forma particular. Só as famílias que dependem disso sabem como é. A proposta facilitaria a vida das famílias.

leandra ribeiro 28/03/2023
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Para um TEA ter direito a aposentadoria menor (em apenas 2 anos que os típicos) é necessário comprovar que trabalhou a vida inteira como PcD... Que dia, após o nascimento, um TEA teve o privilégio de tirar a capa de “doente mental” e viver como um neurotípico? Quais benefícios os TEAs têm se ficarem desempregados? Nenhum! Quando um TEA é aprovado em concurso público, se não tinha laudo na hora da inscrição, não é contratado porque não preenche os requisitos de sem restrições físicas e mentais AC

Carla Cunha Costa 23/05/2024
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Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 18 encontrados.

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  • Ponto negativo: MALDITA LEI QUE OBRIGA A PESSOA A TER LAUDO NA HORA DA INSCRIÇÃO DE UM CONCURSO... Passei com tanto esforço em concurso público para não ser contratada PORQUE SOU PCD E NÃO SATISFAÇO OS REQUISITOS DE AC = pessoas normais SEM RESTRIÇÕES FÍSICAS E MENTAIS. Tem alguém que acha que as leis são justas para AUTISTAS ADULTOS E VELHOS COMO EU? Pergunta: EXISTE ALGUM POLÍTICO INTERESSADO NOS AUTISTAS QUE ESTEJA DISPOSTO A NOS AJUDAR OU SOMENTE ESTÃO INTERESSADOS EM SEUS CARGOS E ALTOS SALÁRIOS?

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto negativo: Sou PCD-TEA, grau moderado, 57 anos. Possuo 2 graduações e logo terei 6 pós-graduações. Em 2023, fiz duas inscrições para concurso público: professora 40h (Fazenda Rio Grande/PR 107º lugar para AC e Afro - UNIFIL); e pedagoga 40h (Pontal do Paraná/PR, em 24º lugar em AC - FAFIPA) - ambas as bancas me jogaram para categorias porque não tinha laudo. Passei em ambos os concursos E NÃO ME CONTRATAM PORQUE SOU PCD E NÃO SATISFAÇO OS REQUISITOS DE AC = pessoas normais SEM RESTRIÇÕES FÍSICAS E MENTAIS.

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto negativo: Se fazem isto com adultos TEAs como eu conseguem imaginar o que o estado brasileiro faz com crianças TEAs que não sabem falar nem interagir com adultos? Se tratam mal uma pessoa com 2 graduações e 6 pós-graduações com 57 anos, imaginem se conseguem cuidar de cérebros muito mais complexos que os dos pequenos TEAs. QUERO LAUDO SEM DATA DE INÍCIO (SOMOS TEA desde a fecundação até a morte) E VAGA PARA PCD, POIS BASTA NOS MUDAREM PARA OUTRA CATEGORIA, nos concursos ASSIM QUE PROVAMOS SER TEAs!

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto negativo: Prefeituras, estado e união criaram uma lei irracional de ter de apresentar laudo para ser PcD se você pode ser um PcD e seus pais e a sociedade nem saberem... Ora, TEA o é par sempre. Ele não tem de implorar para ser contratado em vaga de PcD porque ele é PcD desde sempre – mesmo que o laudo saia posteriormente à data de contratação ou de concurso é só modificar a categoria que ele se encontrava! Caso não acreditem no que relato, isto aconteceu comigo aos 57 anos!

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto negativo: Para um TEA ter direito a aposentadoria menor (em apenas 2 anos que os típicos) é necessário comprovar que trabalhou a vida inteira como PcD... Que dia, após o nascimento, um TEA teve o privilégio de tirar a capa de “doente mental” e viver como um neurotípico? Quais benefícios os TEAs têm se ficarem desempregados? Nenhum! Quando um TEA é aprovado em concurso público, se não tinha laudo na hora da inscrição, não é contratado porque não preenche os requisitos de sem restrições físicas e mentais AC

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto positivo: Há muito a ser feito e revisto para os PcD-TEA no Brasil. “[...] não existe uma política de autismo para adultos” – afirma a presidente da Associação Brasileira de Autismo (Abra), Telma Maria Viga de Albuquerque. As leis atuais são insuficientes para atender as demandas de adultos e idosos com laudos tardios. O TEA só é reconhecido a partir da data do laudo, esquecendo de levar em conta que uma pessoa é TEA desde a fecundação. O correto é assim que detectado o laudo deve valer pela vida toda.

    Carla Cunha Costa 23/05/2024
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  • Ponto positivo: Maravilhoso, é totalmente desnecessário e moroso laudos atualizados pra algo que é permanente. Vai ajudar muito as PCDs e seus familiares.

    Nancy de Oliveira Braga 05/04/2023
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  • Ponto positivo: Para obter um laudo preciso de pelo menos 30 dias para a consulta, 30 dias para todos os exames e uns 30 dias para retornar ao médico. Esse PL será uma das coisas mais importantes que se fará ã à comunidade PcD. Uma maravilha.

    Aldair Ribeiro Dos Santos 03/04/2023
    3
  • Ponto positivo: Isso facilita todo um processo que passamos assim não precisamos esperar por meses uma consulta

    SUZANA PEREIRA DA SILVA 28/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Obter um laudo é moroso no sistema público e oneroso de forma particular. Só as famílias que dependem disso sabem como é. A proposta facilitaria a vida das famílias.

    leandra ribeiro 28/03/2023
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  4. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei