Enquete do PLP 21/2023

Resultado

Resultado final desde 12/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 7.278 98%
Concordo na maior parte 40 1%
Estou indeciso 4 0%
Discordo na maior parte 12 0%
Discordo totalmente 76 1%

O que foi dito

Pontos mais populares

Durante a pandemia os servidores trabalharam por Teletrabalho e com acompanhamento de presença. Não há porque este período não ser contado.

Jorge S Prado 15/02/2023
412

todos nos trabalhamos, nao tem a menor lógica ser parado a contagem de tempo. Um absurdo

deiapontes 06/03/2023
218

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 322 encontrados.

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  • Ponto positivo: Decisão mais absurda que já vi a não contagem desse tempo de serviço. Trabalhamos ainda mais, fomos para casa trabalhar com recursos próprios: computador, internet, energia… estresse com a família. Mais do que merecido o retorno desse tempo de serviço para nós. Aqui no meu trabalho ainda batemos recordes em cima de recordes de produtividade. Esse projeto deve ser aprovado o mais breve possível. Trata-se de uma justiça com os servidores.

    NODIR PEREIRA DOS SANTOS 26/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Me sinto lesada, não parei de trabalhar na pandemia. Tanto que a máquina pública não parou em nenhum momento. Uma injustiça com o funcionalismo público. Mais injustiça ainda a demora nessa votação. Espero francamente que após essa situação nos imposta, seja aprovada a PL e nos devolvido nosso direito.

    PAULA BIANCA DIAS SILVA ANDRADE 21/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Sou servidora da Gestão Pública, trabalho especificamente com a folha de pagamento dos servidores. Todos receberam seus vencimentos de forma correta, pois a nossa Divisão trabalhou normalmente. Tivemos que nos reinventar, revezar os dias presenciais por causa do distanciamento, não ter com quem deixar os filhos. Trabalhar em home office com criança pequena exigiu mais horas de trabalho. Ou seja, trabalhamos mais e esse tempo não está sendo contado. Esse projeto trará justiça a todos os casos.

    MARCELIA APARECIDA DOS SANTOS 20/08/2025
    1
  • Ponto negativo: Se demorar muito para ser aprovado, se passarão 5 anos e começaremos a perder parte do valor retroativo

    JOSE LUIZ MACOHIN 18/08/2025
    0
  • Ponto positivo: Não foram somente os serviços de Saúde e segurança pública catregorizados como essenciais, a assistência social também era e ainda é serviço essencial, e não parou. Ainda, estiveram na linha de frente dando suporte à população carente sob situações de vulnerabilidade social. Sem contar os demais serviços públicos que funcionaram de forma remota e em escala presencial. É ultrajante não reconhecer o direito desses servidores que foram essenciais no funcionamento da Admistração.

    PATRICIA OLIVEIRA LEAL REIS 13/08/2025
    1
  • Ponto positivo: Faz justiça com os servidores que trabalharam diuturnamente para que a máquina pública funcionasse num cenário de caos. Adaptando-se a nova realidade, trabalhando em casa. Nos municípios os servidores compraram computadores, microfones, câmeras, internet de alta velocidade, ou seja colocaram $$ do bolso para que os serviços públicos continuassem funcionando. Foram 18 meses intensos de trabalho, investimento e adaptação, p/ depois verem seu tempo de serviço desaparecer por lei federal.

    FABIANA LOPES DE ALMEIDA 16/07/2025
    3
  • Ponto positivo: Nós do judiciário e órgãos essenciais à justiça trabalhamos até mais durante a pandemia. Fora isso, tivemos que fazer um esforço hercúleo para baixar os processos físicos acumulados na volta ao presencial. Descongela já!

    RHODNER OLIVEIRA DE PAIVA 15/07/2025
    1
  • Ponto positivo: Me sinto lesado,pois trabalhei durante toda a pandemia e não vejo porque ter meus direitos negados.

    IVAN DOS SANTOS 18/06/2025
    5
  • Ponto positivo: Ficamos em casa mas não tivemos folgas para que os pesquisadores pudessem trabalhar incessantemente na busca por respostas e por tratamentos efetivamente indicados no tratamento da COVID, em cooperação mundial. E para que eles pudessem trabalhar, como acumulava também a função de gestora de contratos e pregoeira, precisava assegurar que os pesquisadores médicos teriam toda a infraestrutura e ferramentas necessárias para o desenvolvimento de suas pesquisas ou de seus treinamentos/aulas EAD

    ELISABETE DOS SANTOS VIEIRA 17/06/2025
    0
  • Ponto positivo: Isonomia já!

    REINALDO TOSO JUNIOR 17/06/2025
    0

Enquetes populares nesta semana

  1. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 3922/2025

    O Projeto de Lei 3922/25 autoriza o porte de arma de fogo para proprietários, presidentes e diretores de clubes de tiro desportivo, bem como para donos de comércios de armas e munições. O texto altera o Estatuto do Desarmamento e está em análise na Câmara dos Deputados. De acordo com o autor, deputado Juninho do Pneu (União-RJ), o objetivo é garantir a segurança de profissionais que estão frequentemente expostos a riscos elevados pela natureza de suas atividades. “A medida busca atender à necessidade concreta de segurança desses profissionais, que armazenam materiais de alto valor, como armas e munições, o que desperta o interesse de criminosos”, argumenta o autor. O deputado aponta ainda uma incoerência na legislação atual: permitir o porte para instrutores e atiradores em certas circunstâncias e excluir os proprietários dos clubes. "A proposta visa corrigir essa disparidade e garantir tratamento isonômico", afirma. Posse x porte Enquanto a posse permite que o cidadão mantenha a arma de fogo no interior de sua residência ou local de trabalho (se for o dono do estabelecimento), servindo para a defesa do imóvel, o porte possibilita que o indivíduo transporte a arma com ele para fora desses locais, em ambientes públicos ou privados. Próximas etapas O projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PDL 3/2025

    Susta os efeitos da Resolução nº 258, de 23 de dezembro de 2024, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).