Enquete do PLP 19/2023

Resultado

Resultado parcial desde 08/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 70 46%
Concordo na maior parte 6 4%
Estou indeciso 1 1%
Discordo na maior parte 4 3%
Discordo totalmente 68 46%

O que foi dito

Pontos mais populares

Projeto de urgência no país. O BACEN é feito para regular politica monetária e não fiscal. Não pode ser totalmente independente e muito menos com diretores, ex-banqueiros, que estão diretamente ligados até hoje ao mercado financeiro. Alguém está ganhando com essa briga, e , com certeza, não é o povo brasileiro.

Thiago Vinicius Dorneles Bezerra 23/03/2023
9

O ponto negativo é a possível aprovação do projeto! Controle politico de uma Instituição que deve agir de forma técnica, historicamente, é uma conduta totalmente equivocada, com consequências drásticas a economia, frágil como a nossa.

Sidnei Leoni Molina 10/02/2023
10

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 23 encontrados.

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  • Ponto negativo: A inflação sempre será problema por causa do governo gastador, que não trabalha com orçamento. Querem fulminar a autonomia do BACEN para agir livre e irresponsavelmente. Os Eleitos, de todos os partidos, são reféns dos interesses Centrão e dos próprios interesses nas Próximas Eleições; só trabalham para acomodar (aumentar gastos) com estes objetivos.

    Alex Souza 30/09/2023
    1
  • Ponto negativo: Subordinação do BC ao presidente faz com que o Bacen fique a mercê de politicagens populistas que visualizam apenas um aspecto sem levar em consideração o futuro e toda a repercussão em outros pontos da economia

    John Peterson 13/07/2023
    2
  • Ponto negativo: O banco central sabe muito bem o quê faz, tirar a autonomia do banco será uma derrota para nossa economia que está a 10 anos estagnada.

    Nathan Emanuel dos Santod 24/03/2023
    2
  • Ponto positivo: Projeto de urgência no país. O BACEN é feito para regular politica monetária e não fiscal. Não pode ser totalmente independente e muito menos com diretores, ex-banqueiros, que estão diretamente ligados até hoje ao mercado financeiro. Alguém está ganhando com essa briga, e , com certeza, não é o povo brasileiro.

    Thiago Vinicius Dorneles Bezerra 23/03/2023
    9
  • Ponto positivo: Dar ao governo eleito democráticamente, a possibilidade de implementar uma política fiscal voltada para a geração de trabalho e empregos. Além de controlar os gastos com o pagamento dos juros e amortização da dívida pública, que correspondem metade do orçamento da união.

    Thiago Bastos 22/03/2023
    5
  • Ponto positivo: Tudo bem que a autonomia do BC pode ter trazido alguns pontos negativos, mas o principal motivo de muitos políticos não quererem essa autonomia é pensando nas regalias.

    Antonio Oannes Tavares Venceslau 20/02/2023
    1
  • Ponto negativo: Se esse projeto passar, daremos um passo grande rumo a nos tornarmos um Venezuela.

    Silvio Renato Mourão Porto 16/02/2023
    5
  • Ponto positivo: Projeto absurdo que mostra bem quais a intenções do PT em acabar de vez com a economia brasileira.

    Silvio Renato Mourão Porto 16/02/2023
    1
  • Ponto positivo: A revogação da autonomia do BC é urgente! Para que o BC sirva ao Povo Brasileiro e não ao mercado financeiro. A elevada taxa de juros favorece apenas alguns poucos rentistas e prejudica a grande maioria da população.

    João Batista 14/02/2023
    3
  • Ponto negativo: O Presidente da República não pode controlar as taxas de mercado. O mercado deve ser livre e se auto gerir. Jamais teremos crescimento do País com pessoas querendo controlar juros, mercado, compras, vendas, opiniões, etc. O governo deve se preocupar em colocar técnicos que entendam o que fazem. O governo deve cuidar de gastar o orçamento de forma que a população seja beneficiada. Abaixar impostos com uma reforma tributária,politica e judiciária seria a saída, sobraria dinheiro. Parem de gastar.

    FRANCISCO ROBERTO RAMOS 12/02/2023
    4
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 2729/2023

    Acrescenta o §4º ao art. 58, da Lei 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), que trada da modalidade da educação especial na rede pública e particular de ensino.

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 6149/2025

    Acrescenta a misoginia como motivo de discriminação nos crimes definidos na Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989.

  5. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  6. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei