Enquete do PL 354/2023

Resultado

Resultado parcial desde 16/02/2023

Opção Participações Percentual
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Pontos mais populares

Acredito que educador físico e fisioterapeuta exercem funções diferentes mas complementares,mas que justo que no espaço academia os usuários tem acesso a um atendimento multidisciplinar

Sandro Andre 18/02/2023
1

Sendo assim os fisioterapeutas também serão obrigados a contratar educadores físicos para prescrever atividades em suas clínicas, visto que este papel é característico da profissão. Fisioterapeutas atendem em parceria multifuncional, mas cada um no seu espaço. Obrigar a contratar um profissional é rebaixar uma profissão a outra, sem o menor respeito aos profissionais de educação física.

Alexandre Escarassatti 17/02/2023
1

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Exibindo resultados 1 a 5 de 5 encontrados.

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  • Ponto positivo: Acredito que educador físico e fisioterapeuta exercem funções diferentes mas complementares,mas que justo que no espaço academia os usuários tem acesso a um atendimento multidisciplinar

    Sandro Andre 18/02/2023
    1
  • Ponto negativo: Academia não é clínica de reabilitação.

    Fábio J. S 17/02/2023
    0
  • Ponto negativo: As academias pequenas que serão afetadas as redes não e o que mantem no Brasil eh as pequenas academias com os seus donos fazendo o seu melhor pra cada aluno ter uma melhor qualidade de vida e obrigá-lo a ter um fisioterapeuta é por demais injusto...

    Savio 17/02/2023
    1
  • Ponto positivo: Vão deixar o valor da mensalidade mais caro restringindo o acesso da população nessa prática esportiva. Deixando de praticar exercícios, mais doenças aparecerão e acarretará acréscimo nos atendimentos do sus. O acesso do profissional particular de fisioterapia, custeado unicamente pelo aluno sim deve ser permitido. Ainda assim penso que há um atropelamento no trabalho do profissional de educação física os quais devem ser ouvidos sobre esse projeto.

    IGOR AZRAK DE OLIVEIRA 17/02/2023
    0
  • Ponto negativo: Sendo assim os fisioterapeutas também serão obrigados a contratar educadores físicos para prescrever atividades em suas clínicas, visto que este papel é característico da profissão. Fisioterapeutas atendem em parceria multifuncional, mas cada um no seu espaço. Obrigar a contratar um profissional é rebaixar uma profissão a outra, sem o menor respeito aos profissionais de educação física.

    Alexandre Escarassatti 17/02/2023
    1
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    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  2. PL 1229/2026

    O Projeto de Lei 1229/26 prevê isenção do Imposto de Renda (IR) para os profissionais da segurança pública. O texto em análise na Câmara dos Deputados altera a legislação federal que trata de isenções para diferentes contribuintes. Pela proposta, a medida abrangerá os rendimentos recebidos exclusivamente no exercício das funções de policiais federais, rodoviários federais, ferroviários federais, civis, militares e penais, além de integrantes dos corpos de bombeiros militares. Ainda segundo o texto, a compensação da renúncia de receita decorrente do benefício fiscal será feita com recursos da arrecadação de tributos sobre apostas de quota fixa, as chamadas bets, regulamentadas pela Lei 14.790/23. “Não se trata de um privilégio, mas de um reconhecimento justo e necessário àqueles que dedicam suas vidas à proteção da sociedade”, afirmou o deputado Pedro Aihara (PP-MG) na justificativa que acompanha o projeto de lei. Próximos passos O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

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