Enquete do PL 314/2023

Resultado

Resultado parcial desde 24/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 839 91%
Concordo na maior parte 34 4%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 5 1%
Discordo totalmente 36 4%

O que foi dito

Pontos mais populares

Muito jovens menores de 18 anos querem dirigir, porém a lei não permitir. Muitos adultos inconsequente podem dirigir e causam acidentes as vezes fatais. Existem muitos jovens responsáveis e essa lei só vai trazer benefício.

Leonardo xavier 24/02/2023
167

Concordo plenamente com a proposta, porém acho que devem apresentar, também, uma proposta de lei para redução da maioridade penal, visto que, um jovem com menos de 18 anos ao obter uma CNH estaria assumindo o risco de causar acidentes no trânsito e, caso ocorra, quem assumiria essa responsabilidade se a maioridade penal é de 18 anos? Não seria justo os responsáveis legais serem penalizados pelos erros desses jovens e, também, muito incoerente não terem o dever de assumir essa responsabilidade!!

Raylla 27/02/2023
68

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Exibindo resultados 1 a 10 de 73 encontrados.

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  • Ponto positivo: Limitar direitos por medo não protege: retarda progresso econômico, social e civilizatório do Brasil. Estatísticas de habilitação gradual mostram que jovens instruídos dirigem com segurança. Experiências em países como EUA, Alemanha e Canadá indicam que autonomia com regras claras aumenta responsabilidade, engajamento e preparo para a vida adulta. Estamos moldando gerações que conduzirão inovação, prosperidade e liderança do país; autonomia bem regulamentada é ferramenta de evolução, não risco.

    CARLOS HENRIQUE DA SILVA PEREIRA 12/10/2025
    0
  • Ponto positivo: Sou um adolescente e entendo que nem todos os adolescentes terão a chance de dirigir, mas para os que têm, isso pode trazer mais segurança, independência e acesso a oportunidades. Muitos jovens de cidades pequenas dependem de transporte público para ir à escola ou resolver tarefas simples . Se podemos votar aos 16, por que não discutir o direito de dirigir com responsabilidade?

    PEDRO NICOLAS BANDEIRA ARTEAGA 09/10/2025
    1
  • Ponto positivo: A aprovação da Permissão para Dirigir (PPD) a partir dos 16 anos representa uma medida estratégica para a formação de condutores mais conscientes e preparados, ao permitir que os jovens iniciem o processo de habilitação ainda sob orientação familiar e escolar. Essa antecipação contribui significativamente para a educação no trânsito, promovendo maior responsabilidade, respeito às normas e redução de condutas imprudentes na juventude.

    VITOR DIEGO ANDRADE DA SILVA 16/07/2025
    2
  • Ponto positivo: A PL é coerente ao estabelecer prudência aos jovens em conduzir um veículo urbano, no caso carros. Por mais que haja uma certa admissão em uma questão de responsabilidade em casos de acidentes, seja ele facilmente resolvido ao impor uma pena de menor idade.

    ENZO MOLINA DE MENEZES 11/08/2024
    3
  • Ponto positivo: Concordo desde que se reduza a maioridade penal também para caso um sujeito de 16 anos resolva encher a cara e pegar o carro e mate alguém, responda como um maior.

    Antonio Oannes Tavares Venceslau 21/05/2024
    7
  • Ponto positivo: Eu posso poder andar de tudo

    Ailton Gabriel 24/04/2024
    3
  • Ponto positivo: O projeto de lei que permite dirigir aos 16 anos é uma excelente oportunidade para incentivar a autonomia e a responsabilidade dos jovens. Ao oferecer essa possibilidade, estamos proporcionando aos adolescentes a chance de adquirir habilidades de condução mais cedo, o que pode ser benéfico para o seu desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, essa medida pode facilitar o acesso a oportunidades de emprego, educação e lazer, especialmente em áreas onde o transporte público é limitado

    MARCIO HENRIQUE DE SOUZA DANTAS 10/02/2024
    15
  • Ponto positivo: Bom, eu moro a 5km da minha escola, e são 5km de subidas íngremes, me ajudaria muito ter uma CNH pois poderia ir de carro no conforto e no ar condicionado ou de moto, ao invés de ir no sol quente e subindo ladeiras...

    Bruno 09/02/2024
    15
  • Ponto positivo: É indispensável pensar que adolescentes poderiam causar acidentes... Mas isto é algo que acontece independentemente da idade. De certo, seria necessário rebaixar a maioridade penal para que os responsáveis não sofram com consequências, porém, é ridículo limitar os adolescentes de 16 anos que já trabalham e estudam principalmente em lugares longe de casa a depender dos pais e do transporte público para se locomover, tendo condições para pilotar uma moto ou carro.

    Agatha 02/02/2024
    10
  • Ponto positivo: Eu vou falar minha vida, eu moro no extremo leste de são paulo é trabalho no centro de São Paulo e é muito difícil ficar dependendo de transporte publico e ficar 3 horas de viagem só para chegar no serviço e depois ir para a escola de noite, se eu tivesse uma CNH me ajudaria muito a ir para o serviço e escola porque ambos são longe de casa e ficar dependendo de transportes públicos é difícil

    Guilherme Assis dos Santos 10/01/2024
    8
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  2. PL 3507/2025

    O Projeto de Lei 3507/25, do deputado Fausto Pinato (PP-SP), estabelece a realização de vistoria veicular periódica obrigatória em todo o País, conforme definição do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A proposta está em análise na Câmara dos Deputados. O texto altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para criar a vistoria. Além da vistoria periódica, também está prevista a exigência do procedimento em caso de: transferência de propriedade ou mudança de domicílio intermunicipal ou interestadual; recuperação de veículo furtado, roubado ou com apropriação indébita; suspeita de clonagem; e em casos específicos previstos no CTB ou em regulamentação. A vistoria poderá ser feita pelos órgãos de trânsito ou por empresas públicas ou privadas credenciadas. O procedimento deverá ser físico e presencial, sendo vedada a realização de vistoria remota. As informações serão transmitidas eletronicamente ao órgão executivo de trânsito competente. Pela regra atual, a vistoria veicular é exigida apenas em situações específicas, como a venda de um carro, e sua regulamentação está dispersa entre o Código de Trânsito Brasileiro e resoluções do Contran. Modelo proposto A vistoria terá como objetivo verificar: a autenticidade da identificação do veículo e da documentação; a legitimidade da propriedade; a presença e o funcionamento dos equipamentos obrigatórios; as condições de visibilidade e legibilidade da placa, entre outros pontos. Em caso de reprovação por suspeita de adulteração ou irregularidade nos sinais de identificação, o responsável pela vistoria deverá comunicar o órgão de trânsito e a polícia judiciária. Nas demais situações de reprovação, será concedido prazo para regularização. Se o veículo for encontrado em circulação após nova reprovação, será retido. Para Fausto Pinato, a medida é necessária para fortalecer o sistema de trânsito nacional diante da consolidação da fiscalização eletrônica. “A vistoria periódica emerge como uma medida indispensável para assegurar a eficiência desses sistemas e, consequentemente, para salvar vidas”, afirmou. Vistoria prévia A proposta também prevê que o interessado em comprar um veículo poderá pagar por uma vistoria prévia. Se o veículo for reprovado, o custo deverá ser ressarcido pelo vendedor. “Deixar apenas para a vistoria pelo Detran após a aquisição pode gerar transtornos, às vezes impossíveis de serem sanados sem a intervenção judicial”, disse Pinato. O projeto estabelece ainda que as empresas credenciadas de vistoria deverão desenvolver ações para o cumprimento das metas do Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (Pnatrans). Próximos passos A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 4573/2025

    O Projeto de Lei 4573/25 tipifica como contravenção penal a reincidência na condução de veículos com modificações que aumentem o ruído, como o uso de descarga livre ou silenciadores adulterados. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê apenas infrações administrativas para esses casos. Pela proposta, o motorista que for flagrado cometendo a mesma infração no período de 12 meses poderá ser punido com prisão simples ou multa de R$ 1 mil. Em caso de nova reincidência, o valor da multa será dobrado. Resposta mais firme O autor do projeto, deputado Kim Kataguiri (União-SP), argumenta que a medida busca combater práticas que comprometem a ordem pública e o meio ambiente sonoro nos centros urbanos. Segundo o parlamentar, a mudança fortalece a fiscalização contra condutores que ignoram as punições administrativas atuais. "O Código de Trânsito Brasileiro já prevê penalidade administrativa para tais situações. No entanto, a reincidência demonstra elevado grau de desrespeito às normas e impõe ao Estado a necessidade de resposta mais firme”, disse. O texto também deixa claro que qualquer equipamento instalado, desinstalado ou alterado com o objetivo de aumentar o ruído do veículo configura infração. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Administração e Serviço Público; Viação e Transportes; e Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  4. PL 894/2025

    O Projeto de Lei 894/25 obriga o empregador a repassar ao trabalhador o valor bruto do salário, sem os descontos de contribuição previdenciária, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e imposto de renda. A Câmara dos Deputados analisa a proposta. Pelo texto, o recolhimento desses encargos será feito pelo próprio trabalhador, por meio de um documento de arrecadação trabalhista unificado a ser emitido mensalmente pela Receita Federal do Brasil. A proposta altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a Lei do FGTS e a Lei Orgânica da Seguridade Social. Autor do projeto, o deputado Marcos Pollon (PL-MS) sustenta que a medida busca desobrigar o empregador de “encargos operacionais excessivos” e incentivar a “consciência fiscal” do trabalhador. “Com a medida, o empregado visualizará de maneira clara todos os encargos que incidem sobre sua remuneração, promovendo maior conscientização e permitindo um planejamento financeiro mais preciso”, argumenta o deputado. O boleto unificado terá vencimento até o dia 20 do mês subsequente ao pagamento do salário. Próximas etapas A proposta será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  5. PL 2341/2025

    O Projeto de Lei 2341/25 reduz impostos sobre jogos de tabuleiro no Brasil. Para isso, o texto equipara esses jogos a livros e materiais didáticos para fins tributários. Na prática, a proposta zera as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins sobre a venda e a importação de jogos de tabuleiro físicos. O texto também reclassifica esses produtos como bens culturais e didáticos nas tabelas oficiais de impostos, como a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) e a Tabela de Incidência do IPI (TIPI). O autor, deputado Dr. Jaziel (PL-CE), afirma que jogos de tabuleiro modernos não devem ser tratados como brinquedos descartáveis. "São obras culturais que integram narrativa, design gráfico, lógica estrutural e, muitas vezes, pesquisa histórica e cooperação autoral", argumenta o parlamentar. O projeto também prevê critérios mais simples para a Receita Federal identificar quais produtos se enquadram na regra. Essa identificação poderá ser feita com base nas embalagens e nos manuais dos jogos, sem a necessidade de avaliar seu conteúdo pedagógico detalhado. O benefício fiscal não se aplica a jogos de azar ou que: incentivem violência sem justificativa, crimes, exploração sexual, uso ou venda de drogas, ou qualquer forma de humilhação da dignidade humana; divulguem pornografia, discriminação ou racismo, ou violem normas constitucionais de proteção a crianças, jovens e à paz social; e tenham classificação indicativa para maiores de 18 anos. A proposta altera a Lei de Contribuição para Programas de Integração Social. Próximas etapas O projeto será ainda analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  6. PL 5815/2025

    O Projeto de Lei 5815/25 cria o Programa Nacional de Acompanhamento Anual Pediátrico e Emocional (Pnape), que prevê avaliações obrigatórias, feitas uma vez por ano, para monitorar a saúde física e emocional de crianças e adolescentes. O objetivo da proposta, apelidada de "Lei Augusto Cury", é avaliar a evolução da saúde dessa parcela da população e prevenir situações de abandono, maus tratos, abuso, exploração sexual ou tráfico humano a partir da análise precoce de fatores de risco. Pelo projeto, o acompanhamento será obrigatório e realizado anualmente. Os resultados terão caráter preventivo e clínico e serão compartilhados apenas com os pais ou responsáveis, sempre sob sigilo profissional. Em situações específicas, os profissionais poderão recomendar acompanhamento mais frequente ou indicar tratamento médico ou psicológico, se julgarem necessário. Caso haja suspeita de negligência, violência, crueldade, opressão ou abuso sexual, o fato deverá ser comunicado pelos profissionais, de forma sigilosa, ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar, para adoção das medidas de proteção. Monitoramento contínuo Segundo a autora, deputada Rosângela Reis (PL-MG), o projeto é inspirado nos estudos do psiquiatra Augusto Cury, que defendem a gestão das emoções como ferramenta de proteção e cidadania. Ela afirma que o acompanhamento regular fortalece a rede pública de proteção e dificulta a ação de abusadores. “Além de promover o desenvolvimento emocional saudável, a medida fortalece os mecanismos de proteção contra abusos sexuais, assédios, exploração e tráfico humano, inibindo potenciais predadores em razão do cuidado permanente da rede pública de proteção”, diz a deputada. Pais e responsáveis Pelo texto, se pais ou responsáveis deixarem de levar a criança ou o adolescente para realizar as avaliações obrigatórias por mais de 60 dias, sem justificativa, o fato será comunicado ao Ministério Público e ao Conselho Tutelar. Nesses casos, poderão ser aplicadas medidas de proteção previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Benefícios sociais, como o Bolsa Família, poderão ser suspensos até a regularização da situação. Para crianças de até 12 anos, a escola deverá exigir o comprovante das avaliações no momento da matrícula. Omissão Por fim, o texto também prevê punição para quem deixar de comunicar às autoridades casos de violência, tratamento cruel, disciplina violenta ou abandono de criança ou adolescente. A pena prevista é de detenção de 6 meses a 3 anos. Essa pena aumenta o equivalente à metade se houver lesão corporal grave e é triplicada se resultar em morte. Quando o crime for cometido por pais ou responsáveis, parentes até o 3º grau, tutor, guardião, padrasto ou madrasta, a pena será aplicada em dobro. Próximas etapas A proposta será analisada pelas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família; de Saúde; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Depois, será analisada pelo Plenário. Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei