Enquete do PL 254/2023

Resultado

Resultado parcial desde 06/03/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 455 96%
Concordo na maior parte 11 2%
Estou indeciso 1 0%
Discordo na maior parte 1 0%
Discordo totalmente 9 2%

O que foi dito

Pontos mais populares

Que seja aprovado, é muito importante pras pessoas com deficiência, são MTS gastos, o BPC pode alcançar muitas pessoas que até passam fome, que não podem trabalhar.. Que Deus ajude!

Vinicius Lima 1991 15/03/2023
33

Nos do bpc somos invisíveis aos governantes é a sociedade em geral comemos das migalhas que caem da mesa não temos voz

Hélio dos santos figueira 10/05/2023
15

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 10 de 32 encontrados.

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  • Ponto positivo: Amplamente favorável.... Quem tem deficiência sabe os gastos que tem e suas dificuldades no mercado de trabalho.

    FERNANDO LINS DE CARVALHO JUNIOR 17/07/2025
    0
  • Ponto positivo: Seria muito bom tenho um filho paraplégico ele ficou assim quando tinha 17 anos hoje em tem 22 anos eu vivi sendo diarista mas se uns tempos pra cá tô me sentindo esgotada porq quando não assinamos carteira nos exploram no trabalho eu queria assinar minha carteira para um dia quando eu precisar me aposentar crio mais quatro filhos que o pai abandonou sou mãe solo então e uma baralha grande pago aluguel perdi meu bolsa família que me ajudava muito porq entrou o bpc do? meu filho como renda

    MARILUSA MEDIANEIRA FERREIRA DIAS 22/01/2025
    1
  • Ponto positivo: Excelente projeto. É uma questão de humanidade, dignidade e sobretudo sobrevivência. Agora eu pergunto . Algum deficiente ou idoso 65+ na miserabilidade consegue viver com 1/4 do salário mínimo, e ainda sustentar quem cuida? O governo e os governantes sabem que é pura maldade o que acontece hoje.

    Dilson Rubens Gonçalves 20/12/2024
    2
  • Ponto positivo: Isto ja deveria estar em pleno funcionamento.. espero que validem logo este PL para os deficientes terem seus direitos garantidos e se sintam um pouco independentes

    RONALDO ELIAS TOLEDO 19/11/2024
    1
  • Ponto positivo: Todas os PCD têm que ter direito ao BPC independentemente da renda familiar, uma família com criança diagnosticada com paralisia cerebral, tem muitos gastos com tratamentos, consultas, terapias, etc. O SUS, não tem atendimento especializados em todo o país em relação aos PCD, como reabilitação entre outros tratamentos, com isso os pais de PCD ou o próprio, as vezes fica sem tratamento e piora o quadro por não ter condições financeira para o fazer o mínimo, pois tem que optar por comer ou tratar.

    FAGNER OLIVEIRA XAVIER 13/11/2024
    2
  • Ponto positivo: Sou autista nível 2 de suporte , preciso de fazer tratamento para ajudar na crise de pânico e no TDAH grave que tenho e nas outras comorbidades, seria de muito ajuda, eu não consigo pagar neuropsicóloga e nem médico psiquiatra especialista em autismo, não consigo trabalhar por causa da ansiedade e crise de pânico sair sozinho, tenho muitas crises, por favor senhores políticos nos ajude, a gente só quer ter um pouco de ajuda, eu não escolhi nascer assim, nos ajude são muito gastos.

    Bruno Diniz 13/08/2024
    0
  • Ponto positivo: Toda pessoa com deficiência deve ter direito ao BPC, pois muitas não podem se sustentar sozinhas. Nem mendigo vive com 1/4 de salário mínimo, por que nós, pessoas com deficiência temos que sobreviver com uma renda dessas? Aprovem este projeto de lei urgentemente, senhores deputados.

    Wanessa Silva 15/07/2024
    1
  • Ponto positivo: É um direito constitucional que não é cumprido. Esperamos que esse projeto seja aprovado o quanto antes. Vamos pressionar e fazer valer o que é nosso por direito.

    Evelyn Xavier 12/07/2024
    1
  • Ponto positivo: Isso seria maravilhoso pra todos nos

    Anderson Abreu Monteiro 20/04/2024
    1
  • Ponto positivo: Este projeto tem que ser aprovado, pois este critério de 1/4 por membro além de ser obsoleto, pois a gestão de custos de acordo com uma pessoa idosa com 65 anos ou mais e que tem um quadro diagnosticado com doença constatada com o medico e faz uso contínuo de remedios e tratamento. Tem que aumentar a renda pois não estamos mais em 1993 INSS!!!

    Paulo Azevedo Martins 25/02/2024
    3
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 1799/2026

    Institui a categoria "Veículo Off-Road de Uso Misto" no Código de Trânsito Brasileiro, regulamenta a elevação da suspensão de caminhonetes, jipes e veículos utilitários e dá outras providências.

  2. PL 1559/2021

    O Projeto de Lei 1559/21 estabelece piso salarial para o farmacêutico, devido aos profissionais legalmente habilitados e no exercício da profissão, no valor de R$ 6,5 mil mensais. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. Conforme a proposta, esse valor deverá ser corrigido pela inflação acumulada segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2021 e o mês imediatamente anterior à vigência da futura lei. Depois disso, o piso salarial será corrigido anualmente, também conforme a variação do INPC. “A defesa de um piso salarial justo e adequado às funções do farmacêutico tem sido bandeira constante da categoria”, diz o autor, deputado André Abdon (PP-AP). “O objetivo é somar esforços para o sucesso dessa empreitada”, afirma. Segundo o projeto, o valor do piso não se aplica aos órgãos da administração pública direta, indireta, autárquica e fundacional. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

  3. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. RIC 814/2026

    Requer informações ao Ministério da Defesa sobre as ações para permitir o acesso de Cabos e Sargentos do Quadro Especial da Aeronáutica (QESA), oriundos do Quadro de Cabos da Aeronáutica, à graduação de Suboficial da Aeronáutica.

  6. PL 466/2015

    Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 466/15, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que trata de medidas para garantir a circulação segura de animais silvestres em rodovias e ferrovias. O texto prevê que sejam realizados estudos de viabilidade técnica e ambiental, além de estudos de impacto ambiental (EIA) para garantir medidas para diminuir acidentes com animais silvestres em planejamentos de construir, reformar ou duplicar estradas e ferrovias. Medidas mitigadoras Pela proposta, devem ser adotadas, pelo menos, quatro medidas mitigadoras: adoção de Cadastro Nacional Público de acidentes com animais silvestres, com um banco de dados com registro de todos os acidentes; fiscalização e monitoramento nas áreas com maior incidência de atropelamentos; implantação de medidas para auxiliar a travessia como sinalização, redutores de velocidade, passagem aérea ou subterrânea, passarela e ponte; e promoção da educação ambiental, com campanhas para conscientizar motoristas. Izar lembrou que há, atualmente no Brasil, mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. O aumento da frota nos últimos dez anos ameaça a vida de milhões de animais silvestres brasileiros. “O atropelamento é apenas o mais visível dos impactos inerentes a rodovias e ferrovias”, disse o deputado. Izar lembrou que durante a construção desses empreendimentos há perda de habitats, o aumento da compactação e redução da filtração do solo, entre outros problemas. Segundo dados citados por Izar, mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhões de quilômetros de estradas em todo o Brasil. Desse total, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte; 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, como onças, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras e outros felinos de várias espécies. Unidades de conservação Para áreas protegidas e unidades de conservação com estradas, rodovias ou ferrovias, o texto obriga implantação e monitoramento permanente. “Não há hoje no Brasil uma única norma que defina o que uma rodovia, estrada ou ferrovia deva estabelecer dentro dos limites das Unidades de Conservação (UCs)”, disse Izar. De acordo com o parlamentar, o fato de o plano de manejo ser o único mecanismo para minimizar impacto nas unidades de conservação gera uma fragilidade para a preservação da fauna. Das 313 unidades de conservação federais existentes, 72% estão sob influência direta ou indireta de rodovias. Segundo estudo citado por Izar, já foi verificado atropelamento de animais em mais de 80% das unidades de conservação com rodovias. Com relação a estradas e ferrovias já existentes, o projeto estabelece necessidade de adequação após estudos específicos. O órgão que deixar de cumprir as obrigações deverá pagar multa a ser definida em regulamento. Tramitação A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Viação e Transportes; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.