Enquete do PL 204/2023

Resultado

Resultado parcial desde 03/02/2023

Opção Participações Percentual
Concordo totalmente 31 55%
Concordo na maior parte 0 0%
Estou indeciso 0 0%
Discordo na maior parte 0 0%
Discordo totalmente 25 45%

O que foi dito

Pontos mais populares

Mudança de sexo não é como mudança de roupa. Algo sério e grave que traz consequências enormes físicas e psicológicas para a vida toda.

Felipe N. 21/03/2023
7

A proposta da lei toma de justificativas não ponderadas ao tomar como lastro principal apenas um artigo (o qual não foi devidamente referenciado). Tamanha complexidade, demanda revisões mais abrangentes sobre as duas perspectivas. Em suma, a saúde mental discutida é da população transgênero, cabe escutá-los, através das diversas esferas de atenção em saúde.

Eduardo da Silveira 21/02/2023
2

Todos os pontos levantados pelos usuários

Exibindo resultados 1 a 9 de 9 encontrados.

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  • Ponto negativo: Não há ponto negativo. O projeto é ótimo. Esse tipo de cirurgia deveria ser feito sempre na área particular, sem cobertura pelo SUS ou por plano de saúde, já que a pessoa não está doente.

    Luciane Sc 20/12/2023
    0
  • Ponto positivo: Esse tipo de cirurgia de mutilação sexual nunca trará resultados satisfatórios, porque a natureza é determinante do sexo. Um absurdo ser coberto por plano de saúde um tratamento para algo que não é considerado doença.

    Luciane Sc 20/12/2023
    0
  • Ponto positivo: A erotização precoce, a agenda progressista e a falta de conhecimento sobre as consequências de mudança de sexo precoce, sem jusitificativa biológica, a não ser pela doutrinação ou indução, falseiam seus efeitos. Uma criança ou adolescente não tem maturidade psicológica para tomar esse tipo de decisão, que estatitcamente são muito poucos. O que impera é uma agenda woke que pretende se usar de minorias para proveito próprio.

    Karein Castro Reglero 14/06/2023
    2
  • Ponto negativo: Vergonha e Retrocesso! Política feita para ganhar repercussão entre reacionários e preconceituosos! Vcs realmente acreditam que uma pessoa de 18 anos deve perder o direito de decidir sobre seu próprio corpo? Ser impedida de fazer cirurgias? Vcs é que decidem quem pode e quem não pode?Cadê os Direitos Humanos? Pelo amor de Deus, que horror! O corpo é dela... que diferença faz pra vcs? Deixem as pessoas viverem suas vidas em paz!

    Claudia Armbrust 17/04/2023
    1
  • Ponto negativo: Proposta preconceituosa, ignorantes sem conhecimento e se pessoas que não tem absolutamente nenhum contato com pessoas trans na sua vida pra ter a mais mínima ideia do que estão falando. Nenhuma pessoa trans nem pesquisas sobre o assunto foram consultados ou são citados em momento algum pra basear isso. Sem dados, sem opiniões de quem importa. É só ignorância.

    Gustavo Martins 25/03/2023
    1
  • Ponto positivo: Mudança de sexo não é como mudança de roupa. Algo sério e grave que traz consequências enormes físicas e psicológicas para a vida toda.

    Felipe N. 21/03/2023
    7
  • Ponto positivo: O ponto positivo é que crianças estarão protegidas da sexualização e dessa agenda politica destrutiva.

    Gustavo Vaz 20/03/2023
    3
  • Ponto positivo: Não se pode opinar ou criar projetos de leis baseados em ignorância do tema dos trans e ainda por cima sem respaldo na ciência seno levado mais em conta o PR e conceito

    Maria Aparecida Nascimento Rodrigues 20/03/2023
    1
  • Ponto negativo: A proposta da lei toma de justificativas não ponderadas ao tomar como lastro principal apenas um artigo (o qual não foi devidamente referenciado). Tamanha complexidade, demanda revisões mais abrangentes sobre as duas perspectivas. Em suma, a saúde mental discutida é da população transgênero, cabe escutá-los, através das diversas esferas de atenção em saúde.

    Eduardo da Silveira 21/02/2023
    2
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Enquetes populares nesta semana

  1. PL 2386/2023

    Esta lei determina que os cuidados com a saúde mental das pessoas só poderão ser exercidos por profissional com curso superior nas áreas de psicologia e psiquiatria e dá outras providências.

  2. PL 849/2025

    O Projeto de Lei 849/25 reduz a Área de Proteção Ambiental da Baleia-Franca, no estado de Santa Catarina. Segundo a autora da proposta, deputada Geovania de Sá (PSDB-SC), o objetivo é harmonizar a preservação ambiental com o desenvolvimento econômico sustentável. "Existem milhares de propriedades consolidadas dentro dos limites da APA. Consideramos que a delimitação da APA foi arbitrária, ao incluir áreas terrestres de forma desproporcional, enquanto omitiu locais ambientalmente relevantes. Essa situação gera restrições desnecessárias em propriedades privadas que não são áreas de preservação permanente, conforme o Código Florestal, limitando o desenvolvimento econômico sem um benefício ambiental correspondente", disse a deputada. Segundo ela, a proteção deve ser reforçada no ambiente marinho, onde a conservação das baleias francas e seu ecossistema é mais relevante. "Ao mesmo tempo, a redução da abrangência terrestre da APA permitiria resolver conflitos com os planos diretores municipais, minimizando passivos econômicos em áreas urbanas já estabelecidas", disse. Como exemplo, ela afirmou que a APA cobre 33% do território do município de  Jaguaruna. O projeto determina a exclusão, do polígono que forma a APA, de toda a faixa terrestre a partir da linha de preamar (média das marés altas). O polígono ocupa 156 mil hectares e 130 km de costa, de Florianópolis a Balneário Rincão. Segundo o Ministério do Turismo, a APA da Baleia-Franca é uma das mais visitadas do Brasil. Inclui trechos de Palhoça, Garopaba, Imbituba e Laguna, além da única reserva mundial de surfe do país, na praia da Guarda do Embaú. Próximos passos O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei    

  3. PL 896/2023

    O Projeto de Lei 896/23, da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA), equipara a misoginia (ódio ou aversão a mulheres) ao crime de racismo e torna essa prática inafiançável e imprescritível. A proposta inclui a misoginia entre os crimes previstos na Lei do Racismo. Atualmente, essa lei pune crimes de discriminação com base em raça, cor, etnia, religião ou nacionalidade. O projeto está em análise na Câmara dos Deputados. Discursos de ódio O texto prevê penas de 2 a 5 anos de reclusão e busca combater discursos de ódio e a discriminação baseada na crença na supremacia masculina. O projeto também inclui a expressão "condição de mulher" entre os critérios de interpretação da Lei do Racismo. Injúria por misoginia Ana Paula Lobato afirma que não há, hoje, resposta penal específica para a injúria por misoginia. "O ordenamento não pune a disseminação de discursos misóginos, que contribuem para o aumento das violências físicas contra as mulheres", disse. Código Penal O projeto também dobra a pena prevista no Código Penal para crimes como injúria, difamação e calúnia cometidos contra mulheres em contexto de violência doméstica. Hoje, as penas para esses crimes podem variar de 1 mês a 2 anos de detenção, além de multa. Próximos passos O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou um grupo de trabalho para discutir o projeto. O colegiado será coordenado pela deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e terá 45 dias para concluir seus trabalhos. Como já foi aprovado pelo Senado, se for aprovado pela Câmara sem alterações, pode seguir para sanção presidencial. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei      

  4. PL 824/2026

    Dispõe sobre a proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias, bem como da vedação à promoção e aplicação do conjunto de normas e práticas que compõe o que é conhecido como lei da Sharia no território nacional.

  5. PEC 13/2026

    Altera o art. 9º da Emenda Constitucional nº 132, de 20 de dezembro de 2023, para permitir a concessão de créditos do Imposto sobre Bens e Serviços através de fomento indireto a doadores e patrocinadores de projetos culturais e esportivos.

  6. PL 3379/2026

    O Projeto de Lei 3379/026, do deputado Ribamar Silva (Pode-SP), garante aos segurados da Previdência Social o direito de optar pela regra de cálculo de benefício mais vantajosa, permitindo a inclusão das contribuições realizadas antes de julho de 1994. A medida resgata a tese conhecida como "revisão da vida toda". O texto altera a Lei de Benefícios da Previdência Social (8.213/91) e a lei que criou o fator previdenciário (9.876/99). Pela proposta, a regra valerá para os segurados filiados à Previdência até 28 de novembro de 1999 e que cumpriram os requisitos para a aposentadoria antes da reforma da Previdência de 2019 (Emenda Constitucional 103). Para os benefícios concedidos entre novembro de 1999 e novembro de 2019, o projeto determina que a revisão seja feita de ofício (automaticamente) pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Sem pagamentos retroativos Para viabilizar a aprovação da matéria e manter a responsabilidade fiscal, o projeto estabelece uma trava importante: a revisão não gerará direito ao recebimento de diferenças financeiras retroativas. Ou seja, o aposentado passará a receber o valor maior apenas a partir da entrada em vigor da nova lei, sem cobrar os "atrasados" dos anos anteriores. "A solução se concentra em corrigir o valor mensal do benefício para o futuro, garantindo-se justiça previdenciária a partir da vigência da lei, sem impor um passivo financeiro desproporcional à União", explica o deputado Ribamar Silva. O texto também faculta ao segurado que já possui ação judicial em andamento sobre o tema a desistência da demanda, com dispensa do pagamento de honorários e custas processuais, para que seu benefício seja revisto administrativamente pelas novas regras. Justificativa e histórico A regra de transição de 1999 determinou que, para quem já era filiado ao INSS, o cálculo da aposentadoria consideraria apenas os salários a partir de julho de 1994 (início do Plano Real). Segundo o autor do projeto, isso gerou uma "profunda iniquidade", prejudicando trabalhadores que tiveram seus maiores salários e contribuições antes desse período. O tema foi alvo de intensa disputa judicial. Em 2022, o STF chegou a reconhecer o direito à "revisão da vida toda". No entanto, em março de 2024, a Corte mudou o entendimento ao julgar ações de inconstitucionalidade (ADIs 2110 e 2111), decidindo que a regra de transição de 1999 é obrigatória, o que, na prática, impediu a opção pela regra mais vantajosa. "A oscilação jurisprudencial não ofereceu uma solução estável para a questão, ensejando a necessidade de que o Poder Legislativo discipline a matéria de forma definitiva", argumenta Ribamar Silva. Ele defende que a proposta cria um "novo direito, mais justo e equânime", respeitando a decisão do STF, mas atuando dentro da competência do Parlamento para responder às demandas da sociedade. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado. Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei